No Motel com o Professor
de Física
Já era o meu segundo ano de aula com ele. Ensinava Física,
Eletricidade. Sua bunda me eletrizava a cada vez que eu olhava.
Eu notava que ele tinha uma atenção especial para mim. Eu vivia
pedindo explicações para ele, mesmo já tendo entendido. Eu,
branca, 1.73 de altura, cabelos lisos e castanhos claros, olhos
verdes, peitos enormes, já tinha fama de puta em todo o colégio,
mas acho que foi isso que o atraiu.
Ele não seguia padrões de beleza, mas era alto, tinha cabelos
castanhos, olhos verdes escuros, e o principal: tinha uma bunda
maravilhosa que todas as alunas comentavam. Usava uma blusa
aberta, com o peito aparecendo. Eu passei todo o ano tocando
siririca em casa, mas eu mal podia esperar para transar com ele.
No ano seguinte, as minhas dúvidas aumentaram. Eu ia atrás dele
perguntar qualquer besteira. Ele me respondia, alisando minhas
pernas, meu cabelo, e todo o meu corpo. Eu também metia a mão
em seu pau e, pela calça, pude perceber que estava mais duro que
pedra, mas tínhamos que disfarçar porque ele corria o risco de
ser demitido pelo coordenador. Um dia, brincando comigo, insinuou
que eu estava dando muito mole pra ele, e se nós não podíamos
marcar alguma coisa. Eu, também de brincadeira, mas já pensando
nas possibilidades, disse que aceitava. No final do dia, eu fui
até ele e aceitei. Marcamos num dia de aula, quarta-feira, de
manhã. Faltei à aula, e combinei com ele dentro de um
supermercado perto da escola.
No horário marcado, ele estava lá, gostoso como sempre. Fomos
até ao carro, ele me perguntou se eu queria seguir em frente. Eu
disse que sim. Continuamos a caminho de um motel vagabundo de um
bairro próximo. Ele pagou dez reais pela suíte presidencial!
Fiquei com medo porque era menor de idade, mas deu tudo certo.
Chegando no quarto, ele sentou na cama. Tirou sua camisa, e eu
estava muito nervosa, pois era virgem. Só tinha chupado uns paus
por aí, nada sério. Eu disse a ele que topava tudo menos
penetração. Ele aceitou, riu e colocou o pau pra fora.
Imediatamente, me dirigi ao seu pau e engoli aquilo tudo com toda
vontade do mundo, me sentia possuída por aquele homem mais velho
e experiente. Já não pensava mais em nada. Como estava quente,
ele teve a idéia de irmos para a banheira. Fomos.
Lá, eu já percebia que ele tentava roçar sua rola na minha
buceta, mas eu não queria. Ele forçava, mas como eu negava, ele
lambia meu peito, e começou a roçar o pau entre os meus seios.
Fodia meu peito, mas eu sabia que ele queria era minha xota. Começava
a pedir mais alto, quase que obrigando. Eu neguei até onde pude,
que foi quando ele me empurrou na banheira, me virou de quatro e
meteu sem dó nem piedade. Sem camisinha, sem nada, em pêlo
mesmo. Fiquei com medo, mas não gritei porque estava gostando.
Metia com força em minha xota, me dava uns tapas de vez em
quando e dizia que eu fodia melhor que a esposa dele.
De repente, começou a ensaboar o meu cu, eu gelei. Tirou o pau
da minha buceta e meteu devagar, foi arrancando cada prega do meu
rabo. Aumentavam os movimentos, imprimia grande velocidade. Foi
quando senti aquele jato de porra quente melando minha bunda. Foi
demais. Depois, até hoje, ele sempre me diz que tem que se
segurar para não ficar de pau duro enquanto dá aula na minha
frente.
Se alguém quiser trocar relatos, fotos e quem sabe uma foda
gostosa, escreva para natcatsuck@hotmail.com
Natalia
Rio de Janeiro-RJ