A Debutante Insaciável
Somos três amigos inseparáveis, totalmente machos e
gostamos de aventuras sexuais com garotas novas, tendo em vista
que temos mais de trinta anos e, como dizem por aí: "burro
velho gosta mesmo é de capim novo". Concordamos plenamente
com o ditado.
Outro dia estávamos no aniversário de uma debutante e notamos
que a maravilhosa ninfeta estava usando um mini vestido vermelho
com um ousado decote em V que quase fazia pular fora seus
deliciosos seios que, de tão suculentos, mais pareciam duas
saborosas pêras, prontinhas para serem saboreadas.
Enquanto conversávamos, pudemos observar que ela nos olhava, não
a um de nós apenas, mas aos três, o que nos fazia vibrar de
prazer e encerrava a disputa natural do macho pelo olhar da fêmea.
Vez por outra aquela beldade ainda despendia um sorriso gostoso e
sacana, o que nos deixava bastante excitados.
A casa tinha um jardim enorme, com piscina e tudo mais que se
possa imaginar. Nós fomos para o jardim e fizemos com que ela
notasse que estávamos saindo. Ela nos viu e, para nossa surpresa
e contentamento - na verdade já era mesmo o esperado a
jovem nos seguiu. No jardim, ela se aproximou, aproveitamos para
parabenizar a moça (e não era apenas pelo aniversário, mas
também por ser deliciosa) e conversamos apenas um pouco para
quebrar o gelo. Logo Ricardo, o mais atrevido de nós. Começou a
acariciar as coxas grossas e roliças da jovem garota e, para
nossa surpresa completa, ela apalpou o membro de Ricardo. Ficamos
olhando com um tesão que já se tornava insuportável e quando
nos aproximamos mais, ela com um olhar safado, pediu para que subíssemos
até o quarto.
Rapidamente, com alguma discrição, subimos e por alguns
segundos, que mais pareciam uma eternidade, de tanto tesão que já
nós dominava àquela altura do campeonato, ficamos esperando-a
cheios de ansiedade. Não tardou e lá estava ela, com um sorriso
de quem queria ser devorada por três leões sedentos de sexo.
Ela percebeu nosso estado de delírio e aproveitou para nos
provocar ainda mais, demorando em cada gesto, esbanjando charme e
sensualidade a cada movimento. Ricardo, como sempre, foi o mais
ousado e tomou a iniciativa. Num ímpeto de loucura, arrancou seu
vestido, deixando aparecer aquele corpinho delicioso e bem
moldado pela natureza. Peitinhos médios e empinados, cinturinha
fina que deixava se destacar as ancas largas c o bumbum
arrebitado - como se chamasse para ser enrabado. Eu (Marcelo) e
Maurício passamos a alisar as coxas e o corpo da ninfa, enquanto
Ricardo sugava seus seios. Começamos a despi-la das roupas
intimas e notamos que seus pêlos pubianos eram negros e
abundantes, cobrindo uma bucetinha que já exalava um perfume
delicioso e excitante. Uma morena de dar água na boca. Comecei a
chupar seu rabinho enquanto Maurício chupava a xoxota. Juliana
se contorcia e sussurrava para tomarmos cuidado, alegando, sabem
o quê? Que ainda era virgem! Ficamas completamente tarados, só
de pensar que aquela preciosidade iria tomar ferro pela primeira
vez por este trio safado de companheiros de farra. Ricardo, que
era o mais bem-dotado, logo pediu para que ela fizesse uma
chupeta enquanto eu me deliciava com seu cuzinho e Maurício
tentava penetrá-la. O tesão da garota era tanto que não
suportou por muito tempo e gozou alucinadamente.
Não contente, pediu para que a possuíssemos. Como entre nós
funciona a democracia, o sorteio para definir o grande felizardo
foi através do par ou ímpar. Ricardo foi o premiado com a magnífica
virgindade. Com certo jeito, foi possuindo devagarinho aquela
coisinha gostosa e tesuda que se contorcia de dor e prazer,
proporcionando cenas de puro deleite. Quando ela já estava
acostumada com a invasão, pediu para ficar por cima, o que nos
proporcionou uma visão irresistível de sua bunda carnuda.
Aproximei-me e comecei a esfregar o pau no seu rabinho, forçando
como quem não queria nada. Como não encontrei resistência,
logo me ajeitei para cima daquele rabo delicioso e comecei a
penetrá-la, sem dó. Ela gemia e chorava, de dor e prazer
enquanto fazíamos um verdadeiro sanduíche com seu corpo ardente
e macio. A menina chupava o cacete de Maurício com uma gula de
quem estava há muito tempo querendo fazer tal coisa, até que
gozamos os quatro ao mesmo tempo, entre gritos e gemidos de êxtase
completo.
Ficamos de sacanagem por algum tempo, enquanto nossa debutante
demonstrava perícia sobre sexo oral. Até que Maurício resolveu
experimentar todo o sabor de Juliana e trocamos de posição
deixando a gata de quatro, bem estufadinha, de forma que ele
pudesse escolher bem à vontade o onde a penetraria. Maurício
preferiu a bundinha, enfiando de uma vez seu pau, já que ela
estava de quatro e isto facilitava a penetração. Ao mesmo
tempo, fazíamos as maiores sacanagens com a princesa. Lambíamos,
chupávamos e apertávamos o corpo sensacional e escultural da
nossa companheira, fazendo com que ela gritasse que não agüentava
mais e que iria explodir de tanto prazer. Não dávamos trégua
à garota, que na verdade queria era cada vez mais, o que ficava
bem claro pela cara de felicidade que ela deixava transparecer a
cada estocada e linguada. Quando Maurício acabou, mal deixei ela
respirar. Passei a acaricia-la e comecei a chupar os maravilhosos
seios, o que excitou novamente Juliana. Logo depois já estava
possuindo a tesuda, colocando-a sentada em meu cacete como se
estivesse em um trono. Ela sangrava de tesão e de tanto tomar na
xota.
Continuamos nos revezando em todas suas entradas, o que levava a
safadinha às nuvens. A certa hora, a ninfeta sugeriu que ficássemos
à sua volta, para reproduzirmos uma cena de vídeo pornô que
ela havia visto recentemente (ela era mesmo uma gata
surpreendente). A despudorada começou a acariciar e depois a
lamber os cacetes dos três, com destreza e habilidade, o que
muito nos excitou. Mesmo cansados de tanta sacanagem, nós
encontramos forças para continuar aquele joguinho maravilhoso,
principalmente porque a debutante era uma especialista mesmo em
sexo oral.
Durante alguns minutos, provamos os prazeres proporcionados por
sua boquinha quente e ágil, com lambidas e sucções de nos
levarem á loucura. Enquanto ela nos chupava, acariciávamos suas
nádegas, seus seios, suas costas lisas e aveludadas. Ricardo
enfiou o dedo em seu cuzinho e isto só aumentou a intensidade
das chupadas que a gata nos dava. Sua língua acariciava meu saco
e de repente subia decidida até a glande, passando
deliciosamente pelo mastro já em ponto de bala. O dedo de
Ricardo sumia e emergia daquele buraquinho rosado, enquanto outro
dedo, o de Maurício, começava a explorar aquela grutinha recém-descoberta.
Juliana gemia despudoradamente, quase urrando de prazer e todos nós
alcançamos o ápice do gozo. Eu esguichei em sua boca, Maurício
em sua mão e Ricardo ejaculou sobre sua bundinha, enquanto ela
atingia um super orgasmo.
De repente ouvimos passos e tivemos que parar. Viramos convidados
especiais na casa de Juliana desde então.
Marcelo, Ricardo e Maurício
Itaú de Minas (MG)