Entre Casais, Sem Restrições

Sou um cara alto, pele morena, cabelos curtos pretos, olhos castanhos, pernas longas, tórax definido, corpo em forma, apesar de não ser muito musculoso. Meu pau mede 17x4cm e é raspado, como minha esposa prefere. Sim, sou casado com uma morena com a minha idade, 36 anos, que tem seios enormes (colocou silicone há alguns anos conforme eu desejava), é magra, cabelos longos e lisos, olhos meio puxados, lindo sorriso. Sua buceta é normal, nem muito fechada nem arrombada, nem cabeluda nem careca... e sua bunda dá vontade de morder.

Gostamos de sair com outros casais amigos para uma noite quente de prazer nos locais mais exóticos possíveis. Temos um total de seis casais que costumam sair conosco de vez em quando. Eu e minha mulher transamos todos os dias pela manhã. Quando dá tempo, à noite, saímos com amigos. É nesses momentos que as maiores loucuras sexuais de nossas vidas acontecem.

Era uma noite de sábado, tínhamos nada pra fazer e estávamos morrendo de tesão, pois não havíamos transado de manhã. Ligamos para nossos melhores amigos em matéria de sexo: Telma e Carlos. Ela é loira, buceta bem cabeluda, daquelas que chegam a assustar a princípio, seios macios e agilidade incrível. O cara é adorado pela minha mulher, pois o pau dele chega a 22 cm. Minha mulher ligou pra eles e comunicou o fato o que eles logo aceitaram. O local é sempre bem escolhido para dar mais prazer. Decidimos ir a um motel desta vez, pois faltou criatividade. A idéia da casa da praia foi descartada pelo mal tempo.

Chegamos no local às onze da noite. Minha mulher e Telma foram à banheira e eu fiquei assistindo um filme pornô brincando com o pau na mão, sobre da cama. Carlos chegou, um pouco depois, tirou a blusa e o short. Ficou só de cueca. Pude perceber o volume dele, mostrando que o pau estava duro e queria rasgar o pano. Ele virou-se de costas para olhar-se no espelho e tirou a cueca. A bunda dele era empinada, aquelas gordas mas não caídas. O calção de banho demarcara uma região não bronzeada que o fazia ainda mais sexy. Ele se virou e mostrou seu membro, no auge, parcialmente arregaçado mostrando metade da cabeçona. Não pude conter o endurecimento do meu pênis. Olhei para a banheira, onde as duas se ensaboavam, tocando uma nos seios da outra e nas bucetas inclusive. No filme, dois caras fodiam uma garota no cu. Minha mão acelerou. Carlos deitou na cama e ficou acompanhando o filme e acariciando aquele sacão. Morria de vontade de chupar aquele troço, mas conseguia me conter.

As duas terminaram o banho e se enrolaram em roupões. Haviam combinado de trocar de marido e eu desliguei a tv quando Telma chegou na minha frente e pediu pra eu puxar o laço do roupão. Minha mulher pedia o mesmo pra Carlos. Obedecemos, e o pano veio abaixo. Carlos avançou nos peitos de Luíza, minha mulher e eu enfiei a cara naquela buceta cheirosa e tão cheia de pentelhos de Telma enquanto, com o dedo, ia abrindo espaço no seu cu. Ela sentou no meu colo de frente pra mim e eu lambi aqueles peitos durinhos. Eram pequenos, mas os mamilos eram pretos, longos e rígidos, e isso me enlouquecia.

Ela beijou a minha nuca e disse: "O rabinho..."

Imediatamente a pus de quatro no chão, concentrei as forças e soquei minha pica naquele cu fechadinho. Ela não gemeu, já deveria estar acostumada com o do marido. Quando olhei pra trás, Luíza chupava a rola de Carlos, e ele piscou o olho para mim. Voltei-me novamente pra Telma e iniciei movimentos vagarosos. Ela mandou eu acelerar e foi o que fiz.

Sempre que nos encontramos, costumamos armazenar a porra num local reservado. No fim da farra, a mulher que arrancou mais gozadas leva tudo. E faz o que quiser com ela. Quando gozei pela primeira vez naquela noite, joguei tudo num copo.
Carlos gozou ao arrombar a tabaca da minha mulher. Ela reclamava, mas mandava continuar. Fiz um 69 delicioso com Telma e suguei todo o líquido viscoso que saiu por entre aqueles pentelhos enormes e espessos.

As duas foram novamente à banheira, para descansar. Eu vi Carlos deitado na cama, o pau amolecendo e fui pra lá também. Deitei com a cabeça sobre a barriga dele e fiquei passando a mão pela região do saco. Ele foi se excitando e o pau começou a endurecer. Agarrei o pau e comecei a masturbá-lo. "Engula tudo", ele disse, autoritário. Comecei pela cabeça, acariciando-a e passando a língua. Depois, coloquei a cobra na boca até o limite. Movimentei, lambi o saco enorme. Ele disse, baixinho, que iria gozar.

"Faz de conta que você esqueceu de colocar a porra no copo", eu disse.

Ele jorrou o líquido dentro da minha boca, mas eu não engoli: fui beijá-lo na boca, então dividi a porra. Nossos paus se tocaram. Telma nos interrompeu, chamando para a banheira.
Agarrei os seios da minha esposa com vontade e a beijei loucamente. Ela mandou eu sentar na borda para chupar meu pau, eu obedeci. Ela engoliu meu caralho raspadinho. Carlos sugava a xana peluda de Telma. Luíza se levantou e foi lamber os mamilos da outra mulher e eu fiquei sem ter o que fazer. Tratei de me levantar também e oferecer a pica para Telma. Ela estava com uma na boca, uma na xoxota e com os peitos ocupados.

Fomos acrescentando gozadas ao copo. Telma vencia. Luíza ficou com ciúmes e pediu o mesmo. Seu desejo foi realizado. Mais porra para o copo. Ele estava praticamente cheio.
No final, Luíza arrancara mais gozadas do que Telma. Tinha, portanto, o direito do esperma. Mandou Telma deitar no chão e passou a porra por todo o corpo dela. Ao fim, mandou que nós dois a ajudássemos na tarefa de limpar Telma, que estava molhada de esperma meu e de Carlos.

Demorou, mas limpamos com a língua cada centímetro. Nunca mais esquecerei aquela noite!


Nick
Rio de Janeiro (RJ)