Minha Primeira Vez
Meu nome é Silvia, tenho 18 anos e sou uma garota muito
bonita, nascida e criada no interior de São Paulo. Desde o ano
passado moro na capital paulistana, para onde vim fazer cursinho
e prestar o vestibular para Comunicações. Ainda na minha cidade
eu já despertava a cobiça dos rapazes, mas, pana evitar fofocas
e comentários tão comuns na cidade pequena, decidi manter minha
virgindade até mudar-me para São Paulo.
O que não esperava era que, na cidade grande, batesse um certo
desespero. Era virgem e sem nenhuma experiência sexual. Para
começar, passei a morar com meu irmão Carlos, dois anos mais
velho que eu, num apartamento próximo dos Jardins. No cursinho,
logo fiz várias amizades, uma delas com a Cláudia. Ela também
tinha nascido no interior e, confessou, chegou à cidade grande
cheia de tesão, esperando encontrar aqui aventuras incríveis e
extravagantes.
Pouco antes do vestibular, Claudia combinou passar um final de
semana de estudos comigo em meu apartamento. Senti que havia algo
no ar além do desejo de estudar e ficar afiada para os exames.
Principalmente porque, em dias anteriores, a gente interrompia os
estudos tão logo meu irmão voltava do trabalho. Nesses
intervalos, ele se aproximava para bater papo, no que era
plenamente correspondido por Claudia, que aproveitava ainda para
jogar todo seu charme em cima dele. Passamos a tarde e a noite
debruçados nos livros. Os estudos avançaram de tal forma pela
noite que Claudia decidiu dormir em casa. Tomei banho e fui
rapidamente para cama. Fiquei algum tempo à espera dela, mas,
exausta, acabei adormecendo. No meio da noite, quase sufocada
pelo calor, decidi tomar uma ducha revigorante. Estranhei que
Claudia não estava no quarto. Ao me dirigir para o banheiro,
ouvi gemidos vindos do quarto de meu irmão. Tomada de uma
curiosidade irresistível, aproximei-me para bisbilhotar. Abri a
porta com cuidado e tive uma grande surpresa. Claudia estava
deitada de costas, com a bundinha empinada. Meu irmão estava por
cima dela, enfiando e tirando o cacete da bucetinha dela, que
parecia toda alargada.
Aquela Imagem me deixou paralisada por alguns minutos, até que,
inconscientemente, levei a mão à xota e comecei a me masturbar.
Nem notei quando Claudia mudou de posição e me viu parada perto
da porta. Ela sorriu e acenou para que me juntasse a eles. Fiquei
indecisa, até ser convencida pelo meu irmão, que sinalizou que
estava tudo bem. Cláudia se colocou de quatro, oferecendo-se
todinha para que meu irmão enfiasse em seu cuzinho. Ela arrancou
minha calcinha e pediu que encostasse a buceta na altura do seu
rosto. "Estou adorando meter com seu irmão. Para compensá-la,
já que não poderá ser fodida como eu, vou chupar sua
bucetinha", confortou-me.
Claudia, aparentemente, jamais havia feito aquilo, mas parecia
saber exatamente como fazer. Ela brincou com a língua em minha
xoxota, dando mordidinhas no grelinho, o que me levou a um
orgasmo delicioso. Ao meu gozo se seguiu o dela, quando a porra
do meu irmão invadiu seu rabo. Satisfeita, voltei para o quarto
e deixei os dois sozinhos. No dia seguinte, Claudia contou a
transa com todos os detalhes e prometeu que me ajudaria a arrumar
um belo gato para me foder gostoso.
A oportunidade apareceu duas semanas depois, quando meu irmão
foi convidado para uma festa na casa de uns amigos no Guarujá.
Ele convidou a Claudia, mas ela disse que só iria se eu fosse
também. Meu irmão sempre evita me levar às farras dele. Mas
ele acabou concordando em me levar. Aliás, ele não só acabou
concordando como também tomou a iniciativa de chamar um amigo,
Roberto, para me fazer companhia. Na sexta-feira, logo depois das
aulas, fomos todos para a praia. O amigo do meu irmão era lindo,
um tesão. Seu jeito calmo logo me seduziu. Viajamos numa
camioneta cabine dupla. Meu irmão acomodou-se no banco de trás
com a Claudia e eu fui na frente com aquele tesão, o Roberto, ao
meu lado. Foi pura sacanagem da Claudia, que sabia que meu gato
estaria ocupado com as mãos na direção e prestando atenção
no trânsito, enquanto ela estaria muito à vontade para trocar
carícias com meu irmão. Mesmo assim, sentei-me bem próximo
dele, de tal forma que Roberto pudesse fazer alguns carinhos na
minha coxa e no meu rosto.
A vista que se tinha do mar era deslumbrante. Estava admirando o
mar quando tive a concentração quebrada pela discussão do
pessoal sobre quem ficaria com quem na primeira noite. Foi uma
sacanagem só. Artur e Solange propuseram que as moças tirassem
as calcinhas e as colocassem dentro de um saco. Cada homem faria
companhia à dona da calcinha sorteada. Levei todas as garotas
para o quarto e tiramos nossas prendas para o sorteio. O primeiro
a tirar a calcinha do saco foi meu irmão, que acabou ficando com
Solange. Achei que Claudia ficaria puta, mas ela até gostou da
idéia quando Artur tirou a calcinha dela. Vibrei em saber que,
por exclusão, Roberto ficaria comigo. Não precisava de sorteio
nem nada, só restara minha calcinha.
Parceria definida, cada casal foi até seu quarto se arrumar para
ir à praia. Como Roberto era o dono da casa, ficamos com o
quarto dos pais dele, dotado de uma bela e confortável cama de
casal. Embora estivesse animada com tudo aquilo, ainda me sentia
envergonhada em ficar nua na frente dele. Ele percebeu minha
inibição e perguntou o que havia de errado. Expliquei que ainda
era virgem e estava um pouco constrangida com aquela situação.
Roberto me acariciou o rosto, me deu um beijo de língua e abraçou
meu corpo. Suas mãos percorreram todo meu corpo, parando por um
momento em minha bundinha. Enquanto apalpava minhas nádegas,
Roberto disse que eu poderia ficar tranquila.
Roberto não tirava os olhos de mim, admirava meu corpo. Primeiro
tirei a camiseta e, no mesmo momento, ele se livrou da calça,
ficando apenas de cueca. Como geralmente não uso sutiã, meus
peitos saltaram e os bicos logo cresceram por saber que Roberto
me cobiçava. O pinto dele dava sinal de vida por baixo da cueca.
Quando tirei minha calcinha, ficando inteiramente nua na frente
dele, Roberto não se conteve em elogiar meu corpo, dizendo que
eu era linda. Ele olhava para minha bucetinha virgem e de poucos
pêlos quase lambendo os lábios de tesão.
Eu já estava mais à vontade e até gostando da idéia de estar
nua na frente dele, ainda que Roberto não fizesse qualquer
coisa. Mas sabia que ele estava tarado e morrendo de vontade de
me atacar. Decidi provocá-lo, demorando um pouco mais para
vestir meu biquíni. Virei-me propositalmente de costas para ele
e inclinei o corpo, fazendo de conta que procurava algo na minha
mala. Pelo espelho, pude ver que seu pinto estava completamente
duro. E quase não acreditei quando ele desceu a cueca. Sua pica,
grande e grossa, estava apontada para minha. bundinha, que era
admirada por Roberto. Inclinei-me um pouco mais, com as pernas
ligeiramente afastadas, permitindo que ele pudesse ver minha
xoxota de outro ângulo. Nessa posição, ele podia apreciar meus
lábios vaginais, que são bem grossos e também meu cuzinho.
Roberto suava de tesão, mas ficou na dele. Pegou a sunga e a
vestiu sem mostrar perturbação, querendo que eu também
prestasse atenção nele. Também coloquei meu biquíni, virei-me
para ele e dei uma bela olhada para seu cacete. Ele se aproximou
de mim, me deu um abraço e um beijo muito carinhoso e disse que
não podia esperar pela note. Pedi a ele que fosse paciente, pois
tudo tinha seu tempo. E, para deixá-lo certo de que eu realmente
queria ficar com ele naquela noite, fiz um carinho em seu pau, o
que o deixou mais excitado ainda. Roberto até pediu que eu saísse
na frente, porque ele precisava esperar o circo desarmar. Dei um
sorriso malicioso e sai.
A turma se divertiu muito na praia. Paramos todos numa
barraquinha e ficamos comendo camarão e tomando caipirinha. Devo
ter exagerado na dose, pois era pouco tempo já estava bem
alegrinha. Passamos o dia na praia. Jogamos vôlei, nadamos e
bebemos além da conta. No fim da tarde, pedi a Roberto que me
levasse para casa porque não aguentava mais permanecer em pé.
Quando entramos no elevador, Roberto me pegou por trás num forte
abraço. Senti o caralho duro roçar minha bundinha. Ele segurou
meus seios e beijou meu pescoço, deixando-me toda arrepiada. Já
não aguentava mais de tesão por aquele cara.
Eu estava excitada com tudo o que rolara na praia, mas temerosa
pelo que estava para acontecer. Quando entramos no apartamento,
Roberto me abraçou mais forte ainda, beijando minha boca e
acariciando meus seios e minha bundinha sobre o biquíni. Eu
correspondi aos seus carinhos, beijando sua boca e chupando uma língua
quente que nunca havia sentido antes. Ambos ficamos muito
excitados, mas Roberto sugeriu que, antes de tudo, tomássemos um
banho. Fui para o banheiro antes dele e entrei no box onde tirei
apenas a parte de cima do biquínl. Roberto apareceu em seguida.
Percebendo minha curiosidade, Roberto abaixou sua sunga e fez
saltar sua pica quase ereta. Incrível como era enorme e bonito
aquele pinto. Ainda que não estivesse completamente duro, aquele
caralho me provocou um arrepio de medo ao imaginar tudo aquilo
dentro e mim, penetrando minha xoxota até o fundo. Roberto me
segurou forte e pegou um sabonete, passando a me ensaboar
inteira, enquanto massageava meus seios, bunda, coxas e, claro, a
xoxota. Ele tirou minha calcinha e se ajoelhou. Sua boca se
acomodou na atura do meu sexo e fui conduzida às alturas pela ação
de sua língua quente e ágil no meu grelo. Minhas pernas ficaram
bambas e só não cai porque fui acomodada no colo dele. Ficamos
face a face e novamente começamos a nos beijar. Meu tesão era
indescritível, irresistível. Enquanto me beijava, senti
novamente suas mãos percorrendo minha bundinha. Roberto colocou
o dedo médio no meu rabinho e começou a forçar, com muita
delicadeza. Ele queria que eu descobrisse novas formas de prazer.
Não aguentei à excitação quando suas mãos tocaram minha
buceta e sussurrei ao seu ouvido que me levasse para a cama.
Ele ajudou a enxugar meu corpo, como se preparasse um prato
especial para o jantar. Enrolei-me na toalha, fui para o quarto e
fiquei à espera dele. Pela janela pude ver que a praia já
estava completamente escura e deserta. Roberto não demorou.
Acomodou-se ao meu lado, ergueu minha toalha e começou a
espalhar um creme perfumado e refrescante na minha bunda e no
cuzinho. Passou o mesmo creme em seu cacete, totalmente duro, e
complementou o trabalho passando também em minha pombinha. Eu já
estava fora de mim. Sua boca passeava pelo meu corpo, lambendo os
seios e deixando-me ainda mais excitada. Seu caralho roçava a
buceta, separando os lábios vaginais e tocando o grelinho.
Quando menos esperava, uma dor aguda, como se estivesse me
rasgando, interrompeu momentaneamente meu prazer. Roberto tinha
acabado de penetrar sua pica em mim. Mas a dor foi breve e logo o
prazer voltou redobrado, principalmente por causa de suas
estocadas maravilhosas. Finalmente eu deixava de ser virgem e
sentia aquela enormidade de caralho me invadindo. E o melhor é
que nosso gozo chegou junto, fazendo nossos corpos tremerem.
Roberto ainda me comeu mais vezes naquela noite, em diversas posições,
levando-me a ter mais uma série de orgasmos. Ele aproveitou
ainda para ensinar como chupar seu pinto, coisa que adorei,
principalmente sentir o gosto da sua porra.
Na manhã seguinte, despertei-me com os carinhos de Roberto, que
brincava com os lábios de minha buceta, inchados que estavam
pela foda da noite anterior. Mas, ainda assim, disfarcei para que
ele pensasse que dormia. Até que ele começou a forçar o dedo
em meu anelzinho. Não me contive, um tremor de tesão percorreu
todo meu corpo. Ele pegou minha mão e a levou até seu pinto,
extremamente duro e pronto para uma foda. Roberto tanto fez que
me convenceu a dar a bunda para ele. Fiquei de quatro. Ele
lubrificou meu cuzinho com o mesmo creme da noite anterior e foi
pressionando lentamente. A sensação foi de incômodo no início,
mas aos poucos meu rabo começou a esquentar e passei a gostar
daquilo. Suas estocadas me davam um puta tesão no cu. Gozei mais
uma vez ao sentir que Roberto inundava minhas entranhas com sua
porra quente e densa. Ele permaneceu dentro de mim até que seu
pinto ficasse mole e me abandonasse. Ficamos conversando um pouco
quando ouvimos gritos e gemidos. Eles vinham do quarto ao lado,
Onde estavam os dois outros casais, pelados e envolvidos na maior
sacanagem. Artur foi logo dizendo que queria transar comigo e que
Roberto podia pegar qualquer uma delas, já que ele e meu irmão
haviam trepado com as duas a noite inteira. Por mim, ficaria mais
tempo com Roberto, mas ele se dirigiu a Claudia e se atracou com
ela num puta amasso. Como Solange sentou-se no colo do meu irmão,
eu e Artur ocupamos um espaço na cama para um 69. Era o fim da
privacidade de todos.
À medida que a energia de cada um foi se esgotando, decidimos
trepar de três em três: duas garotas deram trato num dos
rapazes, enquanto os outros dois pegavam uma garota. Uma foda com
dois homens é realmente bom demais. E ser ensanduichada é
melhor ainda. Voltamos exaustos a São Paulo, às moças com as
xoxotas e bundinhas ardidas, os meninos com os pintos esfolados.
Agora que não existe mais nenhuma barreira entre meu irmão e
eu, sempre que posso convido uma amiga e ele um amigo para ouvir
umas musiquinhas nos fins de semana em nosso apartamento.
Normalmente nossas noites terminam entre lençóis, no box, no
sofá da sala, mas sempre com muito tesão e gozo.
Silvia
São Paulo (SP)