Descabaçando uma Virgem Anal
Foi na festa de aniversário de um amigo que
conheci Carla. Cabelos escuros lisos e compridos, olhos amendoados, uma deliciosa boquinha
sorridente, gestos tímidos... Uma verdadeira "ferramenta", embalada num vestido
branco curto mas bem comportado.
Eu estava ali apenas para curtir a companhia dos meus amigos e festejar o aniversariante,
sem idéias de paqueras, mas não pude deixar de observar os olhares de Carla na minha
direção. Curioso, perguntei discretamente para a irmã do aniversariante sobre ela, pois
vi que a garota devia ser da sua faixa etária, uns 18 anos de idade (na verdade, ela
tinha 19), sendo as duas, como eu suspeitava, colegas de faculdade.
Eu tenho 29 anos, solteiro, nível superior, educado e sem vícios. A irmã do
aniversariante me contou que o nome dela era Carla, que ela a havia convidado e a mais
duas amigas fazer-lhe companhia na festa do irmão. Ela insinuou se eu estaria interessado
em Carla. É claro que eu estava, mas na minha timidez jamais teria coragem de me
confessar, por isso tratei de não tocar mais no assunto. Contudo, não demoraria para que
visse a irmã, Carla e amigas conversando cheias de risadas num canto da casa. É óbvio
que a irmã tinha me denunciado, pois agora Carla perdera toda a inibição em seus
olhares. Ela me encarava sem perdão. Sua inibição parecia diluída um tanto pelos copos
de cerveja que circulavam pela festa. Expediente para relaxar de que nada me vale, já que
eu não consumo álcool, ficando sempre apenas no refrigerante e sucos. Comecei a suar
realmente frio quando vi Carla e a irmã caminhando para mim. A irmã nos apresentou... e
deu o fora!
Ficamos a sós. Mesmo embaraçado, a conversa tomou rumos bem agradáveis. Carla se
revelou inteligente e bem humorada. Eu me sentia completamente envolvido por aquela
mulher. Nossos olhos não se desgrudavam. Conversa vai, conversa vem, rolou um primeiro
beijo... suave, molhado e muito gostoso. Não demorei para deslizar minha língua para
dentro daqueles lábios macios. Nossas bocas se engoliam mutuamente. Nossas línguas
duelavam em maravilhosas evoluções de carinho e tesão recíproco. Tinha aquela fêmea
totalmente envolta em meus braços, apertava-a contra o meu corpo, sentindo meu cacete já
duríssimo sob a calça sendo comprimido contra o baixo ventre dela. Sugeri que fossemos
para um lugar mais reservado, onde pudéssemos "conversar" a sós. Para minha
surpresa, ela topou de imediato. Caminhamos de mãos dadas pelo jardim da casa, que é bem
grande, até um lugar que eu conhecia, super discreto entre algumas árvores velhas e
arbustos: um banco de madeira (tipo pracinha) defronte a um laguinho de plantas
aquáticas... que ficava ainda mais romântico sob a luz da lua e as lâmpadas
paisagísticas do jardim.
Sentamo-nos no banquinho. Mesmo com a iluminação suave, eu podia curtir todo a visual
daquela mulher: suas coxas grossas, os pequenos seios pontudos sob o vestido e os lindos
pezinhos (adoro pés femininos) revelados pelas aberturas das sandálias de salto alto.
Comecei justamente pelos pezinhos, liberando-os suavemente das sandálias para deslizar
seus dedinhos macios para dentro da minha boca. Eu me perdia naqueles dedos e entre seus
vãos. Minha parceira suspirava, inebriada de excitação. Vaguei então meus lábios e
língua pela superfície quente e sedosa dos pés. Subi para os calcanhares, sugando-os
com todo o carinho que a gata merecia. Carla já estava de olhos semicerrados de prazer,
totalmente subjugada aos meus desejos e caprichos. Um de seus pezinhos descalços, úmido
de minha saliva, corria e apertava desejoso o meu caralho faminto, ainda aprisionado pela
calça. Por minha vez, eu mordiscava, chupava e beijava aquelas coxas firmes e cheirosas.
Eu estava simplesmente devorando aquela pele fresca, branquinha e toda arrepiada.
Passei para os dedos da mão dela, prontamente sugados. Fazia aquilo bem devagar, pois na
verdade não queria que aquilo terminasse. Saborear cada pedaço daquele corpo cheiroso
era a minha perdição. Deslizei meus lábios, dentes e língua pelos braços, axilas,
ombros e nuca... ah, a nuca... tão deliciosa! Deixei minha boca vagar naquela nuca tesuda
durante um bom tempo... o que deixou a gata numa ebulição de gemidos e gritinhos de
prazer, uma doce sintonia que maximizava minha vontade de fodê-la inteirinha.
Enlouquecido, apertava as tetas dela com vontade, enquanto beijava orelhas, pescoço,
queixos, olhos... a face inteira, enfim.
"Vadia", disse atordoado de tesão, "quero você peladinha". A gata
sorriu para mim com uma cara verdadeiramente safada. Ela se pôs de pé, arrancando o
vestido de uma só vez. Fiquei embasbacado com a sensualidade daquele corpo carnudo, cheio
de curvas, exibindo-se para mim apenas em frágeis sutiã e calcinha brancos... Tirei-lhe
o sutiã com vontade, enterrando a boca naquelas tetas de mamilos rosados. Vibrei ao
sentir o formato e o calor deles em minhas mãos. Adorava aperta-los, engoli-los inteiros
ou apenas ficar castigando seus mamilos eriçados com meus dentes e lábios. Ao mesmo
tempo, meus dedos encontram o caminho da diminuta calcinha. Comecei a acariciar os grandes
lábios ainda sob o delicado tecido... a xota estava bem molhadinha... Carla gemia...
puxei a calcinha para cima com força, enterrando-a certeira no meio da buceta... Carla
gritou de tesão... curti o visual dos grandes lábios expostos...
Foi, então, que me lembrei que estava sem camisinha, nem mesmo na carteira. Disse a Carla
que poderia ir buscar um preservativo com um amigo. Ela disse, sorrindo, que sempre trazia
camisinhas consigo para se prevenir dos homens que resistem em não usar. Ela me indicou
sua bolsa, de onde saquei um pacote de três camisinhas. Foi então que reparei na gata em
todo o seu esplendor... linda... sensual... sentada na beira do banco... o corpo arqueado
para trás... uma das mãos sobre os bicos dos seios duros de tesão... a outra correndo a
xoxota de pêlos escuros por dentro da calcinha ensopada... Fui tomado por um desejo
animal de meter nela até não poder mais! Arranquei a calça e a cueca, exibindo para o
deleite daquela tarada o meu caralho muito duro, inchado, em brasas...
"Fica de quatro, putinha", ordenei. Ajudei-a a se postar como uma cadela: de
quatro no chão, com os braços apoiados no banco. Eu queria ver o rabo dela do jeito que
ele merecia... o que vi superou todos os meus devaneios. Tinha diante de mim, ao meu
inteiro dispor, uma bunda macia, carnuda, de rego profundo. Caí de boca, mãos e dedos
naquela maravilha. Dava-lhe chupões, tapinhas, mordidas, beijos... em meu frenesi de
prazer, chegava a alternar esfregadas fortes da pica por toda extensão daquelas montanhas
de carne rígida.
Puxei a calcinha com tamanho vigor que Carla pediu: "Vai com calma, amor". Ela
arreganhada de quatro para mim, buceta e cuzinho totalmente expostos... Respondi, enfiando
um polegar inteiro em seu pequeno e delicado botãozinho de carne. Ela gritou ao sentir o
cu violado. Pediu para eu tirar o dedo, que era virgem da bunda, que nunca tinha feito
aquilo... Devia ser verdade, pois seu ânus era muito apertado, ainda que bem quente e
sedoso. Pensei em obedecer e poupar sua bundinha, mas meu tesão de macho falou mais
alto... Enterrei-lhe os dentes na nuca e quatro dedos bem fundo na buceta encharcada.
Carla se contorceu toda de tesão. Disse-lhe que ia com carinho. Ela esperneou, tentando
escapar da enrabada, mas era tarde demais... Joguei o peso do meu corpo sobre o dela,
deitando sobre o dela no chão. Puxava-lhe o cabelo com uma das mãos, enquanto com a
outra levava o caralho duro e impiedoso para aquele cuzinho assustado. Antes, deixei a
cabeça da pica deslizar um tempo por aquele rego quente, o que relaxou Carla um pouco.
Aproveitei para cravar-lhe a vara no cu... Carla deu um grito doído... A camisinha, de
modelo bem lubrificada, ajudou a glande a deslizar para dentro daquele túnel estreito e
medroso. Usando de experiência, mandei Carla relaxar o ânus para fora, como se estivesse
no banheiro, para evitar a dor e facilitar a penetração. Ela obedeceu, submissa. Com
ajuda dessa técnica, consegui entre estocadas cuidadosas ganhar espaço no reto
apertadíssimo, até que o talo da pica atingisse o contato macio e quentinho daquela
bunda gostosa. Sem fazer movimentos de vaivém, entalado naquele cu por inteiro, passei a
lentos movimentos circulares; ora para esquerda, ora para direita, para dilatar ao máximo
as pregas de Carla. Ela gemia, sentindo o cuzinho ser arregaçado com carinho. A gata
suava e se contorcia de tesão e prazer para minha satisfação.
"Não pára," ela suplicava, "Isso é bom demais." Perguntei se doía.
Sua carinha de piranha já dizia tudo.
Mas ela ainda emendou: "Tá gostoso". Disse-lhe que ela era uma puta de verdade,
por estar agüentado um pau duro no cu.
Sua resposta foi: "Eu sou uma puta! Me come"! Comecei a estocar sua bundinha bem
devagarinho... Ela suava... Eu suava... Nós gemíamos e gritávamos, tentando nos
controlar para que ninguém nos ouvisse... Fui acelerando o caralho naquele cu
descabaçado... Cada vez mais rápido... mais rápido... Socava a pica nela com toda a
força, enquanto atacava-lhe o pescoço, orelhas, boca e nuca com meus lábios, dentes e
língua... meus dedos se perdiam naquele grelinho tesudo e nas reentrâncias ardentes da
buceta...
"Olha para o macho que tá te enrabando"... Ela olhava... olho no olho...
"Toma no cu, piranha! Toma!"... Ela tomava gostoso, arrebitando e rebolando ao
máximo aquele rabinho...
"Tou te comendo toda"... "Te arregaçando"... Ela se derretia sob o
meu caralho. E foi nesse ritmo alucinado que me desfiz dentro daquela bundinha
deliciosa... um gozo forte e prolongado... intensificado pelas reboladas certeiras de
Carla. Eu gritava, desprovido momentaneamente do senso de razão e do perigo de ser
descoberto fodendo no jardim devido ao prazer animal que se apossara do meu corpo. Prazer
que agora tomava conta de Carla, fazendo seu cu morder o meu pau numa forte contração da
musculatura anal. Senti o corpo dela se arrepiar de cima a baixo, ela se contorcia inteira
entre urros e gritos. Acho que só escapamos de sermos ouvidos graças ao som alto
proveniente da festa.
Depois disso, demos um tempo juntos, abraçadinhos como antigos amantes. Ela pegou no meu
pau, ainda vestido na camisinha, suja com um pouquinho de sangue. Ela me confessou que
sangrara mais quanto perdera a virgindade da xoxota. Disse-lhe que queria muito comê-la
na buceta, mas que tínhamos de nos recompor por hora, antes que alguém nos descobrisse.
Ela concordou comigo para um encontro num motel no dia seguinte, mas me disse que não
iríamos embora dali sem que antes ela me retribuísse o banho de língua que eu lhe
proporcionara. Que safada!
Vestimos nossas roupas. Eu me sentei no banco, deixando apenas a calça e a cueca o
suficientemente abaixadas para o ataque dos lábios de Carla. Ela se ajoelhou diante de
mim, começando com deliciosos beijos de língua que foram me deixando sem fôlego. Ela
veio então descendo pelo meu pescoço e, abrindo minha camisa, pelo meu peito cabeludo.
Meu cacete já apontava para cima quando ela o encarou. Ela sorriu para mim, os lábios
úmidos de desejo.
"Vai, sua vaca", ordenei. "Engole essa pica". Ela engoliu... e como
chupava bem! Lambia o caralho de cima a baixo, em toda a sua extensão; beijava-o sem
pudor; degustava os culhões inchados de porra do meu saco peludo com grande prazer; se
concentrava por um bom tempo só na glande para depois ficar entupida no pau até o
talo... deixando a ponta da pica roçando fundo na garganta... Era uma sensação
realmente deliciosa, indescritível...
O resultado de um boquete tão bem pago não tardou a aparecer: uma esporrada generosa que
cobriu de sêmen a face sorridente e satisfeita daquela deusa. Ela precisou de um lenço
para limpar a porra da cara, mas o aroma, eu garanto, ficou presente para quem quisesse
sentir. Curtimos o restante da festa como dois namoradinhos inocentes.
No dia seguinte, nos encontramos no motel como combinado. Foi uma verdadeira festa dos
sentidos... comi a buceta de Carla em todas as posições possíveis e imagináveis... Me
acabei naquela xota maravilhosa! O cuzinho só votei a arregaçar uma semana depois. Eu
queria meter antes, mas como ela era cabaço recente decidi poupá-la até senti-la pronta
de novo.
Nosso namoro foi eterno enquanto durou, mas tenho a felicidade de até hoje sermos amigos.
E o orgulho de tê-la estreado no cu. Se você gosta de sexo anal, já experimentou ou é
curiosa, me escreva. Independente de idade ou de onde more. Se você procura por
companhia, amizade ou simplesmente alguém para bater papo, ofereço-lhe meu carinho e
atenção. Se quer viver uma aventura inesquecível, ou mesmo um grande amor, quem sabe
poderemos encontrá-lo juntos. Meu e-mail é: :kamus34@hotmail.com
Apaixonado por Bundas