Amigas Deliciosas
Meu nome é Alfredo. Casei-me muito jovem, aos 22 anos com
Marisa, que estava grávida. Ela tinha 20 anos. Sempre fui muito
galinha, sem-vergonha mesmo. Vivia botando chifres em minha
mulher, mas sabia que ela também dava os seus pulinhos sobre a
cerca. Nunca a cobrei de nada. Ela agia assim comigo também.
Tivemos uma filha, Valéria, que da mãe herdou os cabelos loiros
e lisos e os olhos verdes. Quando completamos 35 anos nos
separamos. Ninguém agüentava mais segurar as barras das paixões
que ambos colhíamos pela vida. Sempre fomos muito amigos. Sabíamos
que o casamento fora um erro, porque estávamos apaixonados e ela
engravidou na primeira trepada. Sexo sempre foi muito bom entre nós,
mas isso somente não segurava mais aquele relacionamento. Valéria
foi criada pela mãe, mas como morávamos na mesma cidade, vivia
sempre no meu apartamento. Aos 15 anos ela era uma menina-moça.
Acompanhei bem seu crescimento. Vi Valéria se transformar de uma
adolescente magrela, cheia de sardas em uma moça alta, de 1,70,
corpo todinho arredondado, cheio de curvas. Sua bunda, cresceu e
arrebitou. Seus seios se avolumaram, mas se mantiveram quase
durinhos. Parecia-se muito nesta época com a Mari Alexandre,
aquela delícia de loira que um destes cantores sertanejos comeu
e jogou fora. Só seus seios eram um pouco menores. Tínhamos um
excelente relacionamento, porque diferentemente de Marisa, que
era conservadora com a filha, eu era o pai que toda adolescente
gostaria de ter. Antenado com as mudanças mundiais, de política
a comportamento, era um sujeito "prafrentex". Valéria
tinha permissão para namorar quem quisesse, nunca a proibi de
nada. Como sua mãe vivia implicando, era sempre eu que dava
guarida e álibis para seus rolinhos. Isso foi nos aproximando
cada vez mais. Até sua entrada na universidade, aos 18 anos,
convivi com Valéria e suas amiguinhas. E que amiguinhas! Como
ela estava fazendo o colegial juntamente com um cursinho pré-vestibular,
meu apartamento era um verdadeiro entra-e-sai de garotos e
garotas de todo jeito, fazendo e refazendo trabalhos de escola ou
estudando para algum simulado. Quando eu ficava sabendo que eram
somente garotas quem estaria em casa dava um jeito de chagar mais
cedo. Geralmente elas vinham de minissaias ou shortinhos minúsculos.
Eu ficava maluco com todos aqueles peitinhos durinhos balançando
sem sutiãs e aquelas coxas grossas de pelinhos aloirados. Batia
muitas punhetas pensando nelas.
Quando completei 40 anos, a famosa Idade do Lobo, Valéria e suas
amigas resolveram me preparar uma festa-surpresa. Ela tinha
recentemente completado 18 anos. Na realidade era um pretesto
para que elas pudessem curtir seus namorados longe da vigilância
dos pais. Resolveram fazer isso em um sítio que tenho a 10km de
Campinas. Valéria tinha ido para lá com algumas amigas para
curtir o final de semana. Pelo menos era isso o que eu pensava.
Era um sábado, mais ou menos por volta das nove horas da noite,
quando o telefone toca e ouvi Valéria choramingando que as
amigas tinham ido embora depois de uma baita briga e que ela
estava em depressão. Fiquei desesperado. Tinha marcado com uma
namorada de passarmos uma noitada em um motel chique da cidade e
desmarcar seria o mesmo que dar um tiro no próprio saco. Optei
pelo tiro em favor de minha filha. Peguei o carro e zarpei para o
sítio. Estava tudo apagado na sede. O caseiro tinha se demitido
uma semana antes e fiquei morrendo de medo de ter algum ladrão
por lá. Quando cheguei na porta da frente pude ver que uma das
janelas tinha uma fraca luz de vela. Abri e entrei já chamando
por Valéria. Tomei um baita susto, porque todas as luzes se
acenderam e começaram a cantar parabéns para mim. Quando me
recobrei do susto tive vontade de bater em Valéria, que tinha me
enganado e feito perder as maravilhosas trepadas com a minha
namorada.
Depois de meia hora eu já estava bem enturmado. Só aí percebi
que havia pelo menos umas 20 pessoas, a maioria garotas da classe
de 3º ano de Valéria, alguns professores dela, minha ex-mulher
com o atual namorado e alguns completos desconhecidos. De repente
me dei conta que quase todas as amigas de minha filha estavam ou
de biquíni ou de saída de piscina. Era uma noite quente e a
festança maior seria mesmo ao redor da piscina do sítio.
Procurei minha filha em meio aos convidados e não a encontrei.
Devia estar dando unas malhos com o mais recente namorado. Decidi
que iria galinhar um pouco. Minha ex-mulher foi embora logo e
havia muitas menininhas deliciosas para garfar. Já tinha dado
uns malhos com uma colega da Valéria, uma garota baixinha e
dentuça. Mas ela já estava atracada com um garotão tipo
surfista. Foi nesta hora que tive outro susto. Veio caminhando na
minha direção a melhor amiga da minha filha, a Aninha. Elas
eram inseparáveis. O contraste entre as duas era demais.
Pareciam as protagonistas daquele filme babaquinha, as
"Patricinhas de Bervelly Hills", porque Aninha era uma
mulata de olhos verdes, linda mesmo. Até aquele dia nunca havia
dado muita bola para Aninha. Quer dizer, nunca a tinha olhado com
olhos de homem. Devido à proximidade com Valéria - as duas
chegavam a dormir juntas na casa da minha ex-mulher ou na minha
uma semana seguida - a via como se também fosse minha filha.
Metida sempre em modelitos pouco generosos, nunca tinha me dado
conta do quanto ela era deliciosa. Aninha era a verdadeira falsa
magra. Ou seja, aquela mulher que de calça jeans ou vestido fica
sempre com o mesmo corpo, nem sempre suscitando desejos, porque não
têm atrativos reveladores, como uma bunda arrebitada ou uns
peitos salientes. Só que a Aninha que vinha na minha direção
com dois copos de scotch era outra. Seu corpo parece que havia
dobrado de largura. Estava com um biquíni minúsculo, daqueles
de lacinhos, todo xadrezinho. Seus quadris eram redondos e os
seios quase saiam pelo biquíni cortininha. Ofereceu-me o scotch,
da marca que sempre bebo e ficou puxando conversa. Quase que não
a ouvia, tamanho era a minha excitação. Corria seu corpo com os
olhos, o que não passou despercebido daquela garota no auge da
sensualidade.
Quando ia dar o bote, uns empata-fodas amigos dela, trataram de
agarrá-la e jogá-la na piscina. Dei uma bronca nos caras,
proibindo que fizessem isso de novo com qualquer pessoa, porque o
risco de acidentes era imenso. Saí dali desconsolado, percebendo
que os casais já estavam formados e as poucas mulheres sem ninguém
eram uma professora feiosa e duas irmãs puritanas, também
amigas de Valéria. Foi nesta hora que percebi alguém me
olhando. Virei-me e dei de cara com Aninha fixa em mim.
Bebericava seu scotch - meninas na idade dela não deveriam beber
scoth, mas era festa de aniversário, do meu aniversário - do
outro lado da piscina. Depois de uns cinco minutos assim ela
deixou o copo de lado e seguiu em direção à sede do sítio.
Parou na varanda, virou-se para mim e continuou circundando a
casa. Entendi como um sinal. Dei uns três minutos de tempo, vi
que todos estavam entretidos demais para notarem a minha ausência
e saí. Quando cheguei do outro lado da casa vi Aninha na entrada
do pomar de laranjas, olhando para mim. Entrou pelo pomar e eu a
segui. No final da pomar havia um estábulo. Foi neste ponto que
a encontrei, parada. Cheguei bem perto e sem dizermos uma palavra
ao outro nos beijamos. Aquela boca macia de menina-moça me
deixou louco. Ela chupava a minha boca e passava a mão pelo meu
peito cabeludo. Eu não medi a situação e fui logo apertando
sua bunda, passando a mão nos seios dela. Foi quando Aninha me
disse: "Parece que isso é um sonho. Desejei tanto estar
assim com o senhor." "Não me chame de senhor." Eu
disse. "E por que nunca investiu no seu desejo?" Ela
respondeu: "Ficava sempre com medo de como o senhor, quer
dizer, você iria reagir. Sou a melhor amiga de sua filha e
fiquei preocupada que você entendesse mal." Ri e disparei,
não esperando que sua resposta fosse a que ouvi. "Podia ter
pedido para a Valéria interceder por você." "Ela
sempre quis, mas eu nunca deixei." Quer dizer que a minha
filha sabia que a melhor amiga dela tinha tesão por mim e nunca
me falou nada. Nesta hora me deu um "clique". Apesar de
sempre conversarmos sobre tudo e de Marisa e eu sempre nos
preocuparmos em dar orientação sexual a nossa filha, eu nunca
vi Valéria como uma mulher, alguém que tivesse desejos, que
conversasse com as amigas sobre sexo. Acho que todo pai é assim.
Para nós, os filhos são assexuados, mas sempre que alguém ameaça
comer aquilo que não podemos, nós sempre nos afligimos e damos
um jeito de ferrar o malandro.
A mão de Aninha sobre o meu pau me tirou daquele pensamento. Ela
apertava com força, do jeito que eu gosto que façam comigo.
Mordia-me o pescoço e esfregava a bucetinha em mim. Na beira do
estábulo havia um monte de capim recém cortado, que seria usado
para auxiliar na alimentação dos cavalos. Deitei Aninha ali.
Ela mesma tirou a parte de cima do biquíni, revelando um seio em
formato de cone, mas com um biquinho pequeno. Sabia que não
poderíamos nos demorar, porque a ausência poderia ser notada a
qualquer hora, por isso tratei de ser rápido. Comeria aquela
garota ali, para matar o tesão dos dois e daria um jeito de comê-la
com calma outro dia. Desatei os lacinhos da parte de baixo do
biquíni e na minha frente surgiu uma bucetinha de lábios
pequenos, mas com muitos pêlos. Acho que devido à noite ela não
havia se preocupado em raspar direito dos cantos, para não
aparecer os pêlos. Enfiei as mãos sob a bunda dela e levantei
sua xota em direção da minha pica. Ela ficou apoiada somente
nos ombros. Chupava com força, arrancando gemidos profundos
dela. Lambi seu clitóris rápido, estava nervoso com a
possibilidade de alguém nos pegar. Ela não havia gozado e pela
cara que fez estava começando a ficar decepcionada. Tratei de
sacar meu pau da calça e enfiá-lo na grutinha ensopada. Aí
Aninha ficou maluca. "Aí, meu Deus, que coisa maluca. Que
gostoso. Me come. Fode a minha buceta com gosto! Realiza meu
sonho de trepar com você!" Eu bombava cadenciadamente para
que ela tivesse todo prazer do mundo. Acho que por causa do tesão
acumulado não demorou mais que dois minutos e Aninha esticou o
corpo, enrijeceu os músculos e desandou a gozar chorando.
"Aaaaaaaiii! Tô gozando, seu Alfredo. Mmmmmmmmmi mata, me
arromba. Me faz de puta por fav..." Não terminou a frase,
porque o gozo chegou ao limite e Aninha desabou no monte de
capim. Eu não havia gozado, mas queria muito que isso
acontecesse. Imaginava gozando no rosto da melhor amiga da minha
filha e isso redobrava o meu tesão, apesar do nervosismo.
Mas Aninha estava acabada, meio sonolenta e preferi deixar para
outro dia o meu gozo. Ajudei-a a colocar o biquíni e nos
levantamos. Foi quando vi um vulto dentro do estábulo. Pensei
primeiro que fosse um ladrão, o que me animou a virar nos
calcanhares e debandar. Mas depois percebi que eram dois vultos
distintos, um deles de cabelos compridos. Saquei logo que era um
casal da festa que estava trepando ou coisa parecida. Meu pau
subiu de novo. Aninha e eu fomos nos esgueirando nas sombras,
devagar para não sermos percebidos. Da porta principal não dava
para ver nada, então resolvi dar a volta e entrar pelo segundo
andar. É que o estábulo fica encostado em um barranco. Quando o
construí, decidi fazer também uma entrada na parte de cima, que
dá diretamente onde se estoca a forração seca que é dada aos
animais. Aninha, bem menor que eu, foi na frente para procurar um
local onde pudéssemos ver a transa sem sermos percebidos. Andou
alguns metros e virou para a direita, sumindo da minha vista.
Esperei dois intermináveis minutos e nada dela aparecer. Saí de
onde estava e também virei à direita. Fui puxado pela mão
delicada de Aninha para que me abaixasse. Ela tentou falar alguma
coisa, mas gaguejou. Foi, então, que eu levantei os olhos e tive
a maior surpresa da minha vida: a garota do casal que se atracava
não era outra senão a minha própria filha, Valéria. Estávamos
agachados no meio de fardos de ração, Aninha na minha frente,
quase deitada no chão, olhando para o casal no andar de baixo a
pouco mais de 10 metros de nós pela fresta de 20 centímetros
entre duas tábuas. O rapaz era um conhecido nosso. Chamava-se
Eduardo, filho de um grande amigo meu, o Tonhão. Loiro, quase
dois metros de altura, musculoso, cabelos compridos, enfim, tudo
aquilo que deixa fascinadas recém-jovens como Valéria. O casal
não estava transando ainda. Valéria talvez fosse a única da
festa que não havia colocado biquíni. Vestia um top branco
justo, uma minissaia também branca, justa na cintura, mas
rodadinha, esvoaçante. Uma sandalinha baixa completava o visual
mais belo que uma garota daquela idade e com aquele corpo poderia
desejar. Na realidade, desejável estava ela, um misto de mulher
ultra gostosa trajando roupas de adolescente.
Eduardo e Valéria se beijavam ardentemente, um querendo engolir
a boca do outro. A mão direita de Eduardo foi subindo lentamente
pela barriga de Valéria, levantando um de seus seios. Foi uma
visão linda. Nunca em minha vida tinha visto um seio tão
bonito. Com a ponta dos dedos ele apertava levemente o biquinho,
fazendo com que minha filha gemesse alto, pedindo mais carinhos e
apertando as coxas de tanto tesão. Foi neste momento que ela não
resistiu e enfiou a mão na sunga de Eduardo e sacou de dentro
uma jeba de mais ou menos 20 centímetros. Ao invés de se
agachar para chupar, como ele queria, minha filha fez com que
Eduardo se sentasse em um monte de sacos, de maneira que a pica
dele ficasse na altura de sua boca. Ela não precisava fazer nada
a não ser chupar. Eu estava petrificado. Aninha sussurrava
coisas como: "Essa menina tem sorte. Olha o tamanho daquela
pica!" Isso quase que me deprimiu. Meu pinto de 17 centímetros
parecia um dedinho perto do pinto de Eduardo. Ao ver a minha
filhinha lambendo e chupando o pinto de um homem eu senti um
misto de raiva, vergonha, ciúmes e... tesão. Isso mesmo! Eu
estava com um baita tesão de ver a minha própria filha chupando
um pinto, quase que transando com seu namoradinho. Minha pica
estava mais dura que uma barra de ferro.
Quando percebi, Aninha já havia arriado a calcinha do biquíni e
estava tocando a maior siririca do mundo vendo sua melhor amiga
no rala-e-rola. Olhei para baixo de mim e vi a bundinha de
Aninha. Ela é daquelas mulheres que têm o cu bem rasinho,
bastando abrir um pouquinho a bunda para que vejamos seu botãozinho.
E foi isso que fiz. Abri levemente seu bumbum. Lá estava seu
reguinho. Era um cu bem cabeludinho, o que me deu mais tesão
ainda porque parecia que estava prestes a comer uma virgenzinha
da roça, que não tem lá estes pudores de se depilar inteira.
Passei a mão em sua buceta, sem tirar os olhos do boquete que
Valéria pagava para o Eduardo. Lambuzei sua bunda com o caldo
que descia da sua buceta. Só quando encaixei o cacete na
portinha do cu que Aninha percebeu a minha intenção: "Vai
devagar, porque só dei o rabo uma única vez." O jeito
desbocado de Aninha e a visão de minha filha chupando o namorado
me enfureceram de tesão. Encaixei a cabeça do cacete e enfiei
de uma vez. Tive o cuidado de tapar a boca de Aninha, para evitar
que o grito dela alertasse o casal. Foi tiro e queda. Ela
esperneou e ameaçou sair de baixo, mas dois segundos depois que
meu saco bateu na sua buceta por trás ela parou. Comecei a
bombar com força, com os olhos grudados na cena no andar de
baixo. Sem perceber balbuciei o nome que mudou a minha vida
daquela hora em diante: "Valéria..." Nesta hora Aninha
se virou, com os olhos cheios de tesão, me lambeu a boca e me
disse: "Você está morrendo de tesão de ver sua filha
trepando. Queria que fosse o seu cacete na boca dela, não é
mesmo?" Eu não respondi. Nem era preciso. Pela primeira vez
eu estava vendo a minha própria filha, Valéria, de 18 anos,
como mulher, e uma mulher que eu desejava. Talvez sempre a
tivesse visto assim e nunca aceitara.
Mas estava extasiado com esta revelação. O casal estava indo de
vento em popa enquanto eu enrabava a melhor amiga dela. De
repente Eduardo avisou que ia gozar. Valéria tirou o pinto da
boca e esperou a porra com a língua de fora. Minha filha estava
se comportando como uma putinha rampeira da melhor espécie. E eu
estava gostando disso. Quando a porra voou dentro de sua boca eu
empurrei mais ainda meu cacete na bunda de Aninha. Ela gozou
tocando sua siririca e eu na sua bunda. Achei que Eduardo ia se
recompor rápido e partir para a buceta de Valéria e era isso
que eu esperava, mais do que tudo. Mas foi a própria Valéria
que insistiu para que fossem embora. Eduardo queria comê-la, mas
ela resistiu e se foram do estábulo. Nós esperamos cinco
minutos, nos beijando e acariciando, para depois tomarmos o rumo
da saída. Aninha voltou pelo mesmo local que veio. Eu dei a
volta e saí do outro lado da piscina, como quem tivesse ido ver
o açude.
A festa continuava animada, o que me fez crer que ninguém dera
pela nossa falta. De longe vi Aninha conversando com uma
professora. Ela me viu, de longe piscou serelepe e deu um sorriso
cúmplice e bonito. Eu fiquei feliz por ter transado com uma
garota tão tesuda, mas a visão do sexo oral de Valéria em
Eduardo não me saía da cabeça. De longe vi os dois conversando
com mais uns amigos. Aproximei-me e Valéria sorriu, vindo me dar
um abraço. Ela não deve ter tido tempo de se lavar, porque
assim que a abracei senti o cheiro de sexo, de porra em seu
rosto. Ela, como sempre fez desde pequena, deu-me um beijinho nos
lábios. Neste momento senti que ela estremeceu. Deve ter se
lembrado que não havia se lavado e que o pai estava beijando os
lábios que chuparam o pinto enorme de seu namorado e que
receberam a porra grossa dela. Quando Valéria se desfez dos meus
braços olhou-me séria nos olhos. Senti o medo em seus olhos e o
vermelhidão em sua face. Decerto a pergunta que estava em sua
mente seria: "Será que meu pai sentiu o gosto ou o cheiro
da porra que engoli?"
Alfredo