Chifrudinho Arrependido
Meu nome é Carlos, sou casado há 9 anos e sempre traí
minha esposa com outras mulheres, mas sempre fiz isso com muita
cautela. Um dia, minha esposa ficou sabendo, não sei como, de
uma amante que eu tinha. Neguei até onde deu, mas Carla não
acreditou e disse ter ficado muito triste comigo e que estava
pensando em se separar. Eu pedi perdão, disse que nunca mais
iria acontecer e na verdade eu estava sendo sincero, pois quando
vi seu rosto de tristeza me arrependi profundamente.
Carla é uma mulher linda, loira de olhos azuis, cabelos cortados
na altura dos ombros, magra, mas muito gostosa, com a bundinha
redonda e os peitinhos do tamanho exato, apontando para cima,
apesar dos seus 31 anos de idade. Ou seja, não sei por que
comecei a traí-la, afinal jamais conheci mulher igual a ela.
Agora vou contar o que aconteceu quando fomos passar uns dias em
um sítio do patrão dela, em que estavam alguns casais e muitos
rapazes e moças que trabalhavam com ela. Iríamos passar 4 dias
no sítio, aproveitando um feriado prolongado. Ao final do
primeiro dia, ficamos sabendo que além de nós, mais 5 rapazes
iriam ficar no sítio, Geraldo, Otávio, Celso, Henrique e Pablo,
todos trabalhavam na empresa dela. Eu fiquei apreensivo, pois ela
seria a única mulher no meio de 6 homens contando comigo, mas
depois me acalmei, já que os rapazes eram muito educados e
respeitadores.
No primeiro dia, começou com um café da manhã na piscina,
quando minha esposa e eu descemos, eles já estavam de sunga,
nadando e jogando bola na água, tomamos café e fomos nos trocar
para nadar. Eu desci de bermuda e camiseta, afinal eu estava
resfriado e não poderia nadar, Carla estava com um biquíni
pequeno mas não escandaloso e se deitou no sol, enquanto eu lia
o jornal. Os rapazes lançavam olhares gulosos em cima da bunda
dela e cochichavam entre si, deviam estar dizendo o quanto ela é
gostosa e outras coisas, mas eu nem liguei, afinal ela não
estava dando bola para eles.
Pouco tempo depois eles conversavam sobre trabalho, os colegas,
etc. e a minha esposa se levantou e começou a conversar com eles
sentada na beira da piscina, eles se chegaram perto dela e eu
pude vê-los olhando para o meio de suas pernas, a conversa se
estendeu até a hora do almoço.
Às 3 horas todos voltaram para a piscina e eles convidaram Carla
para jogar bola. Foi aí que eu notei que de vez em quando eles
encochavam nela e passavam as mãos em seu corpo, e ela não
reclamava, fingia não estar acontecendo nada. Depois da janta,
fomos para o quarto e eu comecei a repreendê-la, dizendo que ela
não estava se portando como uma mulher casada, ela logo me
interrompeu dizendo que eu não era homem de dar lição de moral
para ela e que não tinha direito de dar ordens à ela. Na hora
eu fiquei nervoso e dei um tapa na cara dela, ela começou a
chorar e eu corri me desculpando, mas ela se virou e dormiu.
Na manhã seguinte eu acordei e não a vi na cama. Quando desci,
ela já estava nadando com os rapazes, eu me sentei na beira da
piscina para participar do papo. Ela começou a perguntar sobre
as namoradas dos rapazes e aos poucos o assunto foi esquentando,
dando liberdade para eles falarem sobre sexo como se estivessem
sozinhos. Eu olhei para ela querendo interromper, mas ela veio até
mim e cochichou em meu ouvido para eu ficar quieto se não ela
iria se separar de mim, pois já estava muito magoada com a noite
passada. Os rapazes não perderam a deixa e disseram que eu era
um sortudo por ter me casado com uma mulher gostosa como a Carla.
Eu sorri e confirmei, mas ela disse que não era tão gostosa
assim, que achava ser muito magra e branquela. Os rapazes se
alteraram dizendo que ela era muito modesta, dizendo que a bunda
dela era linda e que ela devia ser muito boa de cama. Eu ia
reagir, mas ela me lançou um olhar de "fica na sua ou já
era", que eu gelei. Então ela começou a dizer que eles é
que eram muito bonitos e gostosos e que adoraria vê-los nus. O
Celso disse que então todos deveriam ficar pelados o resto do
dia e em seguida retirou sua sunga, sendo copiado depois pelos
outros quatro. Para meu espanto, minha esposa se livrou do biquíni
e jogou-o para mim segurar, eu fiquei sem saber o que fazer, mas
não tirei a roupa, fui para a varanda fingir ler o jornal e
fiquei de olho na conversa. Ouvi ela falando que estava com
calor, apesar de estar em baixo d'água e que eles deveriam estar
com os pintos duros. O Geraldo perguntou se eu não iria ficar
bravo e ela disse que não, que ela sempre faz o que quer e que
eu não ligo, afinal eu tinha muitas amantes.
Continuei vigiando até que ela propôs um banho de sol e todos
saíram da piscina. Primeiro ela, que mostrou a bunda e a buceta
loirinha ao sair, seguida dos rapazes. O último a sair foi o
Geraldo, que revelou uma pica enorme, espantando a Carla, que
disse não acreditar no que via, parecia um jumento. Ela gritou
para mim buscar uma fita métrica no carro, o que eu fiz sem
tirar os olhos da cena, entreguei-lhe a fita e ela mediu: 26,3
cms! Ela ria como se fosse criança, os outros diziam que o
Geraldo era conhecido como jeguinho na empresa e que achavam que
ela não agüentaria uma pica daquelas. Ela disse que hoje eles
iriam ver do que ela era capaz e olhando para mim começou a
punhetar e chupar o que conseguia daquele cacete. Depois disse
para mim: "Fica pra trás que agora você vai me ver fodendo
com eles, e se quiser pode ir batendo punheta, pois nesses 3 dias
você não vai fazer mais nada". Eu me afastei e fiquei
assistindo, os 5, todos com o pinto maior do que o meu ofereceram
para ela aquelas toras que ela não desperdiçou, chupou um por
um, dando atenção especial para o Geraldo.
O primeiro a meter foi o Celso, seguido pelo Otávio, Pablo,
Henrique e por último o Geraldo, que arregaçou a bucetinha
dela, fazendo-a soltar gritos de dor e prazer, mas sem perder o
ritmo, socava rapidamente em sua xoxota. Ela perguntou quem iria
comer o cuzinho dela primeiro. Eu fiquei atônito! Ela nunca
tinha deixado eu comer o seu cuzinho e agora... "Vamos
sortear, falem um número, aquele que falar o que eu estiver
pensando ganha", eles falaram os números e gritando ela
disse que o vencedor era o Geraldo (sorte dele). Ele se chegou,
colocou-a de quatro, cuspiu na entrada e forçou a cabeça. Aos
gritos e urros de dor de Carla, suas preguinhas foram cedendo e o
monstrengo invadiu seu cuzinho imaculado e sem dó nem piedade
ele foi socando aquela tora preta, fazendo-a suar de tanto levar
pica. Depois de todos comerem o seu cu arrombado, ela se ajoelhou
e disse, com uma cara de biscate bem vulgar, que chegara a hora
de eles gozarem e que queria tudo na cara, eles gozaram um por
um, o último foi o Geraldo que despejou muita porra, cobrindo
por completo sua cara. Ela disse que agora iria descansar e me
puxou para o quarto com a cara suja de porra e ainda me ordenou
que fosse para a cidade buscar a câmara de vídeo, pois queria
que eu gravasse as cenas de sexo que se repetiriam nesses dias.
Carlos