A Procissão
Bruno Igor Maria / Matão - SP
Peru, ano de 1800 e pouco.
Está história começa numa cidade do interior muito pequena, a
cidade era rodeada por fazendas ela comportava uns 900 habitantes
a cidade era uma rua.
O povo da aquela época era muito religioso. Eles eram muitos
supersticiosos. Acreditavam em tudo. E também havia muitas
religiões, tinha as dos pecadores, e dos fiéis. A religião dos
pecadores era a religião que eles usavam o demônio como o deus
supremo, e faziam muitas outras coisas, como bruxarias,
sacrifícios, muitos diziam que eles até se comunicavam com o
demônio e que o demônio é que dizia como eles deveriam viver,
como deveria ser o modo de vida deles. E desde aquela época até
os dias atuais, muitos dizem, que quem o demônio quer ele tem,
quem ele quiser! Pode ser homem, mulher, pode ser quem for. Se
ele te escolher você nunca mais será o mesmo.
Voltando a história, nesta cidadezinha havia muitas procissões.
Toda a tarde às 17:00 horas, havia uma procissão que aparecia
no começo da cidade e ao chegar no fim da cidade, todos as
pessoas que caminhavam nessa procissão desapareciam. E logo no
meio da cidade, (quer dizer da rua, porque a cidade era uma rua
que dava saída para muitas fazendas) tinha uma casa que morava
uma jovem chamada Jéssica de uns 19 anos com sua avó Férula de
uns 70 anos e sua mãe.
Porém sua mãe trabalhava, saia cedo antes de clarear o dia para
ir trabalhar, ela era vendedora ambulante: vendia cintos, bolsas,
coisas da aquela época. Jéssica ficava com sua avó Férula
sentada na janela da casa, que dava para a rua, onde todos os
dias, elas assistiam a procissão passar. Um dia deu 5:00 horas
da tarde e começou a passar a procissão, Jéssica como era de
costume foi ver bem de perto e o que vinha conduzindo a
procissão, era um homem bem velho ele trazia em sua mão uma
vela acesa, e dera á para a Jéssica, mas coitada de Jéssica,
mal saberia o mal que estava fazendo, tocando, e ficando com essa
vela.
O dia terminou, e a manhã do dia seguinte chegou, quando
Jéssica se deu conta, dois dedos de sua mão haviam caidos.
Jéssica então correu para a avó assustada e sua avó pediu a
um rapaz que havia passando para chamar um médico, mas enquanto
o médico estava a caminho da casa mais partes do corpo da
Jéssica estavam caindo, a hora que o médico chegou já havia
caído um braço inteiro, os membros de Jéssica caiam como
fossem comidos. Então começou a cair as partes do outra braço.
Então médico sugeriu que eles chamassem um padre, porque era
incrível!! A hora que o padre chegou já havia caído a outra
mão de Jéssica, então Jéssica contou ao padre a história, e
ele assustado disse: - Oh meu Deus aquela procissão é a do
demônio, você terá que destruir o demônio, mas ele não
deixará de habitar a terra mas sim a forma que ele está (que
era o velhinho que conduzia a procissão). Enquanto isso, já
havia caído o outro braço de Jéssica. O padre então disse: -
O demônio nunca aprece duas vezes no mesmo lugar, você tem que
acha-lo na procissão e devolve-lo a vela até o fim do dia de
hoje, se não você morrerá que é o que ele quer.
Então deu 17:00 hs e a procissão começou a passar e ela
avistou o velhinho no último lugar, então sua avó correu e lhe
entregou a vela, e na mesma hora no mesmo minuto que ele tocou na
vela, todas as pessoas da procissão desapareceram e nunca mais
essa procissão passou por aquela cidade.
E Jéssica não voltou ao normal, ficou sem os dois braços,
(quer dizer o demônio comeu os dois braços dela). Muitas
pessoas juram por Deus que está história aconteceu.
Mas acreditem quem quiser...!