Todos os direitos humanos para todos

 

        “Qualquer ser humano, quaisquer que sejam as suas raízes históricas ou culturais, sofre quando é intimado, preso ou torturado...Temos, portanto, de insistir num consenso global, não apenas com o intuito de respeitar os direitos Humanos em todo o mundo, mas também na definição desses direitos...porque é inerente à natureza de todos os seres humanos ansiar por liberdade, igualdade e dignidade, tendo todos o igual direito de o realizar...”.

“Dalai Lama”, Nova Iorque, EUA, Abril de 1994

 

“A Declaração Universal (dos direitos Humanos) foi adoptada...apenas alguns meses depois do primeiro governo determinado a aplicar a política de absoluto apartheid Ter tomado posse na África do Sul. O texto nobre e simples da declaração Universal constitui um súbito raio de esperança num dos nossos períodos mais negros”.

Nelson Mandela, Presidente da África do Sul, Janeiro de 1997

 

“Não é necessário explicar o significado dos direitos Humanos a uma mãe asiática ou a um pai africano cujo filho ou filha foi torturado ou assassinado. Eles compreendem-no -tragicamente- melhor do que nós alguma vez o conseguiremos. Aquilo que necessitam, e que nos compete a nós oferecer, é uma visão dos direitos Humanos que não seja estranha a ninguém e natural para todos

Kofi Annan, Secretário Geral das Nações Unidas, Outubro de 1997

 

 

“Durante a Guerra Fria, a paz e a segurança tenderam a ser definidas em termos do poder militar ou do balanço do terror. Actualmente... sabemos que a paz duradoura exige uma visão mais alargada, que englobe a educação e a instrução, a saúde e a alimentação, os Direitos Humanos e as liberdades fundamentais”.

Kofi Annan, Secretário Geral da ONU - Outubro de 1997

 

 

“A violência contra as mulheres é uma manifestação histórica da desigualdade na relação de poder entre homens e mulheres, e que tem levado ao domínio e à discriminação das mulheres por parte dos homens e ao impedimento da plena evolução das mulheres”.

Declaração de Pequim e Plataforma de Acção