C A S T E L O   D A


 

NOITE  INESQUECÍVEL
 

Sábado à tarde. Fui visitar minha Mestra em Sua terra natal. O dia estava chuvoso quando Ela me encontrou na rodoviária. Passamos em um shopping para que eu cumprisse minha promessa: presenteá-La com um par de sapatos por ocasião de Seu aniversário. Após muitas voltas olhando as vitrines, achamos o par perfeito: marrom escuro e salto 7. Ficou perfeito naqueles pés fantásticos!
Chegando à casa, jantamos e, em seguida, tomei um banho caprichado, observando cada detalhe. Não saí até ter certeza de que estaria limpo o suficiente para agradá-La. Nos sentamos lado a lado em frente ao computador, onde Ela me mostrou algumas coisas interessantes. Perguntei sobre uma calça que Ela havia mandado fazer sob medida para um submisso: confeccionada em saco de farinha e amarrada por um cadarço. Experimentei a calça e acho que Ela gostou, pois, em seguida, ordenou que me ajeitasse embaixo da mesa, sob Seus pés. Deitado de frente para a cadeira, pernas abertas, me posicionei de forma que minha genitália ficasse bem abaixo daqueles pés divinos. Unhas pintadas com um esmalte sóbrio e uma sandália branca com salto 5 (grosso) de madeira. Aprendi a não subestimar nenhum sapato. Quem é fetichista de sapato, como eu, gosta de saltos altos, sapatos fechados e geralmente pretos. Quem gosta de trample, prefere sapatos de saltos mais grossos, pois evitam danos maiores. O que posso dizer é que, na posição em que me encontrava, o sapato que minha Mestra usava não tinha a menor importância. Ao primeiro contato da sandália sobre meu pênis (guardado dentro da calça fina de saco de farinha), tive uma ereção instantânea. Que Mulher! Digitava calmamente no computador enquanto me proporcionava momentos alternados de dor e prazer. Era como se eu nem estivesse ali, tamanha a naturalidade com que me pisava como se fosse um mero tapete, sem nenhum sentimento. Minha Mestra sabe como ninguém dosar prazer e dor. Às vezes, pisava em minhas bolas de um jeito que parecia querer tirar suco de limões passados. Na seqüência, passava os pés carinhosamente sobre toda a extensão do pênis, em reconhecimento à minha resistência. Durante o tempo que estive ali em meu lugar, Ela se levantou algumas vezes. Da primeira vez, trouxe uma venda e tapou meus olhos. É engraçado como os outros sentidos se aguçam quando estamos de olhos vendados. Eu continuava ali quieto, servindo de tapete para aquela mulher fantástica, sentindo mais prazer e mais me esquecendo da dor proporcionada de vez em quando. Ela se levantou mais uma vez, trazendo outras surpresas. Me colocou presilhas nos punhos e me atou aos pés da mesa. Me colocou uma coleira e tirou a minha venda, dizendo: "Veja como você está bonito!" e deu um sorriso largo, de criança que se satisfaz com suas traquinagens. Nova surpresa: novamente de olhos vendados, Ela levanta minha camisa. Vejo um clarão passar pela venda e sinto um comichão no peito. "Você disse que tinha ojeriza à vela derretida. O que está achando?" E Ela continuou derramando a vela sobre meu corpo: peito, barriga e ... testículos! De fato, a sensação não é ruim. Depois de um tempinho, a gente se acostuma. E com a Mestra passando a mão em meu pênis ereto, como eu poderia reclamar da vela derretida em meu peito? De volta a Seu assento, Ela passou a pisar furiosamente em meus genitais. "Quer mudar?" Entre gemidos, esbocei um "mudar de quê?". "De brincadeira!" Ela disse. Ainda resisti uns dois minutos antes de me dar por vencido. Nova sessão de vela. Desta vez já não senti tanto. Acho que ela percebeu, e soltou minhas amarras, me colocando de bruços. Ainda vendado, sei que Ela estava a meu lado, acariciando minhas costas, primeiro com as mãos e depois com as tiras do chicote. A primeira chicotada foi tão rápida que nem tive tempo de prender a respiração. A essa altura, além da ereção, eu tinha a boca completamente seca de tanto ofegar! Acariciando minhas costas, ela foi descendo cada vez mais as mãos, passando-as sobre minhas nádegas. "De quem é este bumbum?" Demorei a responder e levei duas chicotadas na região dos rins antes de conseguir balbuciar "é seu...". Na sequência, como que em represália (ou seria premiação?), Ela sobe em minhas costas. Tenho pena daqueles que não têm a noção do prazer de ser pisado por uma mulher maravilhosa. Aquele intervalo curto de tempo em que Ela esteve sobre mim, resumiu aquele encontro: Perfeito! Depois disso, ainda fui premiado com chicotadas na sola dos pés e nas costas, com um chicote de couro trançado. Voltei para baixo da mesa, onde continuei exercendo  minha função de tapete. De tanto passar os pés em meu pênis, a calça abaixou, deixando-o ainda mais indefeso. Ela passou a acariciá-lo com os dois pés, de forma que em poucos minutos, pedi arrego, pois estava quase ejaculando! Depois de respirar por alguns minutos, ainda estive prestes a ejacular mais uma vez, antes que a campainha tocasse.
Após um banho, dormi como um bebê. E na manhã (ou seria tarde?) seguinte, tive o prazer de fotografar minha Mestra. Uma sessão de fotos para dar inveja a qualquer submisso. Tive a oportunidade de ver minha Mestra trocar vários sapatos e posar esplendorosa em seus trajes de Rainha. No fim da tarde, voltei pra casa com saudades no coração e uma certeza: voltarei lá quantas vezes Ela quiser!

masoch – 15/12/1999


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