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1 - RÁDIO IMPRENSA (SIMON KHOURY)

       Zé Carlos é um violonista, um guitarrista extraordinário, uma pessoa amável.   Muito requisitado para gravações de grandes nomes da Música Popular Brasileira.

         Zé Carlos é imprescindível em qualquer grande gravação de grandes nomes.

         Também faz suas composições e também faz seus discos.

         Do CD Kabbalah destaco uma obra prima, de sua autoria, que é Rio Negro.

         Zé Carlos nos brinda atualmente com um CD magistral que se chama Passo a passo         .

         Zé Carlos faz boleros, faz canções, faz baião, choro, faz valsa.  É um homem que aborda o que existe de melhor em todos os ritmos e o principal é que faz música brasileira, tendendo para o clássico e para o jazz.  A versão que ele deu para “O Trenzinho do Caipira” de Vila Lobos é uma verdadeira obra prima.

         Um exímio violonista, arranjador, tremendo bom caráter, sempre requisitado.  É aquele músico que todo mundo pede para fazer aquele violão básico nas gravações.

 

2 - J. CARLOS - (RÁDIO MEC)

        Talento enorme.  Fera da guitarra.  Está com um CD de música instrumental que gestou durante algum tempo.

  

3 - ANTONIO JORGE - (RÁDIO CATEDRAL)

         Passo a passo é a novidade.  Trata-se do disco que o guitarrista Zé Carlos acaba de lançar. 

Zé Carlos, guitarrista, arranjador, compositor, faz da música brasileira um veículo de aprimoramento nas questões das harmonias concebidas, do virtuosismo natural.  E Passo a passo é justamente esse aperfeiçoamento de idéias.  Idéias que compartilha com companheiros de formação.

“Confins” vocalizada do Ivan Lins, com quem Zé Carlos atuou em diversos países.  Uma “Água de Coco bem viva no sabor do samba funk e um “Trenzinho Caipira” também reativado no modelo samba-funk.

Zé Carlos pinta o Brasil com os tons de riqueza, as acentuações do virtuosismo da liberdade de criação.

Passo a passo é o resultado desta prática que soma a experiência a serviço de cantores e trabalhos com outros músicos como Sivuca, Antonio Adolfo, Ivan Lins e Chico Buarque de Holanda.  E também com Simone, Roberto Carlos e muitos outros.

Passo a passo, Graças a Deus, é um trabalho fluente, improvisado, jazístico e atual.

 

4 - LENY ANDRADE - (CANTORA)

É uma honra muito grande poder dizer estas palavras.

Zé Carlos é um dos mais queridos músicos brasileiros, a parte do talento que todo mundo que o conhece sabe.  Todo mundo que está no meio do som, grande do meu País, sabe quem é Zé Carlos.

Então, eu acho que nesse ato de coragem aonde ele colocou tudo que tinha, todas as possibilidades, o melhor da música instrumental.

E foi passo a passo que ele veio construindo esse caminho e que bom que o CD se chame Passo a passo.  Eu só posso desejar toda a felicidade do mundo e que todas as pessoas que gostam do verdadeiro som instrumental brasileiro tenham acesso a mais essa obra de arte, de bom gosto e gostoso de se ouvir.

Parabéns Zé Carlos.

Que tudo corra muito bem pra você.

5 - DAVID HEPNER - (GUITAR PLAYER)

 

Passo a passo contém música brasileira com bonitas harmonias. Nos improvisos Zé Carlos demonstra criatividade e muita técnica. Para conseguir seu timbre limpo e aveludado, o guitarrista utilizou uma Ibanez GB10 plugada em um amplificador Fender Twin Reverb.  De efeito, só um pouco de reverb.  Ele usou também um violão de cordas de náilon Takamine CP132SC, com sistema de captação RMC.

6 - MÚSICA E TECNOLOGIA - (ALM)

        Antes de um breve comentário, este primeiro disco do guitarrista/violonista carioca Zé Carlos traz bons indicativos: projeto gráfico, músicos (Mauro Senise, Teo Lima, Cristóvão Bastos, Adriano Giffoni, etc.) e estúdio (Cia dos Técnicos).  A boa qualidade de gravação (tão precária em muitos trabalhos instrumentais) contribui para a maior assimilação dos 13 temas, a maioria compostos por Zé Carlos.  Estes giram em torno do próprio berço do músico, São Cristóvão, vizinha da Praça Onze, onde nasceu o samba e até hoje é palco dos desfiles.  Das suas viagens pelo exterior, a influência do jazz; do seu contato com artistas da MPB e os bailes do subúrbio, a versatilidade.  O CD tem o mérito de abrir bom espaço para os instrumentos de sopro.

  

7 - TARIK DE SOUZA - (JORNAL DO BRASIL)

        A despeito das dificuldades crônicas, a música instrumental mantém na ativa sua orquestra de experimentadores.  Ex-integrante da Banda Veneno, de Erlon Chaves e do mítico Grupo Abolição, pilar do funk carioca, o guitarrista Zé Carlos lança-se solo em Passo a passo (Mix House). Com estrelas no elenco de apoio como Mauro Senise, Cristóvão Bastos, Teo Lima e Don Chacal, Passo a passo vai muito longe, amarrado pelo fôlego autoral do solista que assina 10 das 13 faixas do disco.