Há muitas moradas na casa de meu pai (S. João 14.1 a 3)
A casa do Pai é o Universo!!!  
           
              As diferentes moradas são os mundos que circulam no espaço infinito e oferecem aos Espíritos que neles encarnam, moradas correspondentes ao adiantamento dos mesmos.
              As condições dos mundos quanto ao grau de adiantamento ou de inferioridade varia de acordo com os seus habitantes. Existem mundos inferiores aos da Terra, física e moralmente, outros da mesma categoria e também há os superiores. Os mundos primitivos são destinados às primeiras encarnações da alma humana. Nos mundos de expiação e provas, no qual a Terra se inclui, o mal predomina. Já os mundos de regeneração, os espíritos ganham novas forças para continuar a jornada, a evolução.Existem também os mundos ditosos onde o bem sobrepuja o mal e finalmente os mundos celestes ou divinos onde habitam Espíritos depurados e nestes reina o bem.
                Ao encarnar em um mundo, os espíritos passam por todas as fases até cumprirem o que vieram realizar e assim progredirem. Isto feito, vão mudando de mundos, até que cheguem ao estado de Espíritos puros. Do mesmo modo que esses espíritos podem ser agraciados pela evolução, seguindo para um mundo melhor, podem também, ser relegados a mundos inferiores, devido ao descumprimento de seus deveres.
Na verdade tudo depende de sua trajetória .
                  Muitos questionam que na Terra existe tanto sofrimento, tantas desgraças de toda natureza. Mas, não se deve concluir que a espécie humana é bem triste, pois, não está na Terra toda a espécie humana, mas, apenas uma parte dela. Não esqueça que “há muitas moradas na casa de meu pai”, portanto existem outros mundos habitados, felizes e evoluídos. Comparativamente, a Terra corresponde a uma aldeia frente a um Império.
                   Sendo a Terra um lugar de expiação, não podemos esperar que aqui não exista dor e sofrimento. Estamos neste planeta para evoluir, aprender com a dor. Quando o homem crescer espiritualmente, ele deixará a Terra, seguindo para um mundo melhor.

Texto adaptado por Ana Maria.
Allan Kardec
O Evangelho Segundo o Espiritismo.
Dêjà Vu é uma expressão francesa cujo significado é coisa  já vista. É uma sensação que o sensitivo tem de já ter visto  alguma coisa que, em realidade, está vendo pela primeira     É um fenômeno anímico muito comum, mas só pode ser    compreendido bem pelos espiritualistas. Tudo o que     vemos e nos  emociona, agradável ou desagradavelmente,    nesta e nas encarnações pretéritas, fica permanentemente,   gravado em alguma parte da região talâmica do cérebro       prerispiritual, e,em algumas ocasiões, emerge na                consciência desperta. Pode,  também,ser uma
manifestação  mediúnica se o médium entra, em dado momento, em um transe ligeiro, sutil, e capta a projeção de uma forma- pensamento emitida por um espírito desencarnado.  Nesta  hipótese, quem realmente já viu a coisa foi a entidade,  mas  o médium a percebe e sente como se fora coisa sua,  isto é,  uma lembrança de algo ocorrido em seu passado
O que é DÉJÀ VU?
As forças da mente exteriorizadas, de encarnados ou de desencarnados, quando encontram qualquer quantidade de ectoplasma, produzem formas- pensamento policromas que caracterizam a personalidade e o instante vivido por seu emissor, e que podem ser vistas por qualquer pessoa. Não havendo ectoplasma só os médiuns videntes percebem essas formas. “Cada pensamento bem definido produz um duplo efeito: uma vibrante radiação e uma forma suscetível de flutuar pelo espaço.” (Leadbeater) Se esta é projetada sobre uma pessoa poderá harmonizar ou desarmonizar seu psiquismo e metabolismo.
FORMAS – PENSAMENTO
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