O PENSAR E AGIR NO MUNDO MENTAL

(PROVÉRBIO ZEN)

 

 

"O HOMEM NÃO É NEM ANJO NEM FERA, E QUEM QUER FAZER O ANJO FAZ A FERA"

( Pascal)

 

 

POIS O LOGOS, LÁ EM CIMA, DIVERTE-SE, AGITANDO TODO O COSMO PARA CÁ E PARA LÁ, À SUA VONTADE, EM FORMAS DE TODOS OS TIPOS.

(GREGÓRIO NAZIANZENO) 

 

 

EU FIZ VOCÊS COMO eu/IMAGEM E PERFEIÇÃO/E VOCÊS ANARQUIZANDO/A MINHA REPUTAÇÃO.../MAS SE ALGUÉM LIGAR/DIZENDO SER EU/PODE SER UM TROTE DO DIABO/QUE JÁ DESCEU!!! 

(RAUL SEIXAS E KIKA SEIXAS EM DDI)  

ILUSTRAÇÃO TRINTA E OITO-"Existem três portões que conduzem a este inferno -a luxúria, a ira e a cobiça. Todo homem são deve abandonar essas coisas, pois conduzem à degradação da alma." Aos dois homens situados no térreo da escadaria se Ihes oferece o cativeiro e a liberação. Um se rende ao apego, ao orgulho, à cobiça, ao falso prestígio, à ignorância, à luxúria, à ira e à inveja, e desta maneira vai para o inferno, rendendo-se a Mãyã. O outro se aproveita da aceitação do mestre espiritual, do estudo dos Vedas, da austeridade, do controle dos sentidos e do conhecimento espiritual, e volta facilmente para o mundo espiritual, para Rãdhã e Krsna. Assim, cada pessoa decide render-se ou à liberação suprema ou ao cativeiro material. (Veja Capítulo 16, Versos 5)

 

TEXTO 5

 

daivi sampad vimoksãya

nibandhãyãsuri matã

mã sucah sampadam daivim

abhijãto'si pãndava

 

daivi- transcendental;   sampat- natureza;   vimoksãya- destinadas para liberação; nibandhãya- para o cativeiro;   ãsuri- qualidades demoníacas;   matã- considera-se;   mã- não;   sucah- se preocupa; sampadam- natureza;  daivim- transcendental;   abhijãtah- nascido;  asi- você é;   pãndava- ó filho de Pãndu.

 

TRADUÇÃO

 

As qualidades transcendentais conduzem à liberação, enquanto que as qualidades demoníacas levam ao cativeiro. Não se preocupe, ó filho de Pãndu, pois você nasceu com qualidades divinas.

 

SIGNIFICADO

 

O Senhor Krsna animou Arjuna dizendo-lhe que ele não nascera com qualidades demoníacas. Sua participação na luta não era demoníaca porque ele estava considerando os prós e contras. Ele considerava se devia matar ou não pessoas respeitáveis como Bhisma e Drona, de modo que não agia sob a influência da ira, do falso prestígio ou da aspereza. Portanto, ele não era da qualidade dos demônios. Para um ksatriya, um homem militar, considera-se o atirar de flechas no inimigo, transcendental, e abster-se de tal dever é demoníaco.

Portanto, não havia motivo para Arjuna se lamentar .Qualquer pessoa que executa os princípios regulativos das diferentes ordens de vida está situada transcendentalmente.

 

TEXTO 21

 

tri-vidham narakasyedam

dvãram nasanam ãtmanah

 kãmah krodhas tathã lobhas

tasmãd etat trayam tyajet

 

tri-vidham- três tipos de;   narakasya- infernal;   idam- este;   dvãram- portão;  nãsanam- destrutivo; ãtmanah- do eu;   kãmah- luxúria;   krodhah- ira;   tathã- bem como;   lobhah- cobiça;   tasmãd- portanto; etat- estas;   trayam- três;   tyajet- deve abandonar.

 

TRADUÇÃO

 

Existem três portões que conduzem a este inferno -a luxúria, a ira e a cobiça. Todo homem são deve abandonar estas coisas, pois conduzem à degradação da alma.

 

SIGNIFICADO

 

Aqui se descreve o começo da vida demoníaca. A pessoa tenta satisfazer sua luxúria, e quando não pode surgem a ira e a cobiça. Um homem são que não quer deslizar para as espécies de vida demoníacas deve tentar abandonar estes três inimigos que podem matar o eu a um ponto tal que não haverá possibilidade de liberação deste envolvimento material. 

 

 

 

 

 

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