Quando
nascemos somos inseridos em uma família, nela é
praticada uma determinada religião, na qual passamos a
pertencer.
Todo
nosso processo de desenvolvimento é baseado nos
fundamentos religiosos, desde pequenos começamos a
aprender os cultos, a acatar as coisas sagradas, a Ter fé,
piedade e crença religiosa.
Mas
em cada família há um tipo de religião, uns acatam ao
cristianismo, outros no evangelhismo, mulçumanismo,
enfim, são diversas formas de mostrarmos confiança e
convicção de que existe um ser superior, ao qual nos
inspiram a bondade, e nos faz crermos em uma força
divina presente em nosso dia-a-dia, o poder de Deus.
Então,
quando chega a fase de nossa vida em que começamos a
discutir os nossos princípios, fazemos nossas escolhas e
criamos nossas próprias leis, mudamos o conceito do
certo e errado e assim passamos a escolher a religião
que mais nos agrada.
É
óbvio que não precisamos mudar de religião, se
estivermos felizes na que pertencemos.
A
religião é um dos principais fatos de haver guerra no
mundo. É estranho como algo em que procuramos a paz, a
bondade, a convicção de que somos todos irmãos, pode
fazer com que uma nação religiosa entre em conflito com
outra.
Guerras,
conflitos, desavenças causadas pelo modo ao qual
demostramos nossa fé.
Quando
será que o mundo irá perceber que há apenas um Deus,
visto de maneiras diferentes, mas que no entanto é o
mesmo na maioria das religiões, é o mesmo que nos dá
forças quando estamos debilitados, que nos dá o que
comer quando não nos sobra mais nada.
Na
próxima vez que for falar com Deus, peça tudo que
precisa, queira tudo que puder, faça tudo que necessita
e não se esqueça do próximo, peça paz a ele também,
deseje a ele tudo o que você acha que é bom para você
e lembre-se que Deus escreve certo por linhas tortas.
Bryan
Moretão Saavedra
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