Reminiscência
Oh! Ainda recordo a conturbada adolescência, louca e inconseqüente.
A vida a procurar sempre uma inédita aventura extrema –
desvairada.
À bússola... Os sonhos puros cheios de esperanças, a orientar
- a gente.
Crendo docemente... Além dos nossos sonhos, tudo se resume em nada.
Insistirá alguém, isso é egoísmo de jovens imaturos - numa certa idade.
Mas o tempo que é verbo maior se encarregará de mostrar o caminho.
Pode ser... Mas com certeza, não deixa de ser – uma intensa felicidade.
Sorrir sangrando indiferente, ao mundo inteiro, mesmo sobre
espinho.
E
o depois? Terrível é o depois, o mundo todo nos parece um hospício.
Quantas
inúteis pesquisas para chegar a simples conclusão nada saber.
Ainda
precisar,
mentir ao mundo...
Adulto
é sábio, tudo
pode elucidar.
Necessidade
da existência? Apenas tolas trilhas a levar ao precipício?
Sonhos exigem ilusões para
cada tempo,
bem difícil,
de compreender!
Afinal! O passado é o ontem! O presente é o hoje! O futuro ainda será.
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Soneto
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Edvaldo Feitosa
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