[[ Poesias Etográficas - Soneto 34 ]]

Poesias Etográficas
Voltarás

 

Soneto - 34

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Voltarás

  

 

Voltarás assim como às manhãs - após, a sonolenta madrugada.
Não esquecerás os momentos... Das nossas loucuras - cruciais.
Instantes eternos, em que além de nós, não existia - quase nada.
Mas um imenso e insatisfeito - nada. O Tudo... Desejando mais.

   Nunca passarás assim! Como às águas cristalinas... Da nascente.
A renovar o ciclo da vida... Nesse mistério de vida: interrogação.
Voltarás porque somente nós dois... Eu e tu é que forma a gente.
Dois órgãos propulsores de sangue conectados: num só coração.

   E voltarás consciente, ainda, de que, a felicidade: é o tudo - nada.
Após haver compreendido - o quanto dói à dor e não vale a pena.
Atirar aos porcos – às pérolas e, simplesmente se queixar da vida.

  Já deves haver compreendido o quanto era belo: ser assim amada.
Que um grande e eterno amor, é tão difícil, quanto ganhar na Sena.
   Essa é a minha certeza... Hás de voltar. Tu voltarás, minha querida.  

   Soneto      35

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Edvaldo Feitosa
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