Existência Refugio-me escrevendo alguns versos Voo espiritual à imaginação Na esperança de banir do coração Pensamentos negativos, mais dispersos. Deixo fluir o que é grande e perfeito O Divino imortal que há em nós À iIncomensurável verdade dou a voz Estabeleço meu singular conceito Sou filha do campo, tenho o cheiro em mim Na cidade, um lugar entre a multidão Venturosa eu sou, poder viver assim Metade cimento metade selvagem Aos homens exijo honra e devoção No colo embalo o sonho, miragem Marta Lima Lisboa, 13/2/2004 |
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