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Projetos de Pesquisa Meus Trabalhos Eu e minha Disciplina

 

Disciplina Optativa:
ECONOMIA E MEIO AMBIENTE
( ECONOMIA DE RECURSOS NATURAIS E MEIO AMBIENTE)

 


UNIVERSIDADE ESTADUAL DE SANTA CRUZ - UESC
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS-DCEC
CURSO DE GRADUAÇÀO EM CIÊNCIAS ECONÔMICAS
DISCIPLINA OPTATIVA: "ECONOMIA E MEIO AMBIENTE"
("ECONOMIA DE RECURSOS NATURAIS E DO MEIO
AMBIENTE (OU AMBIENTAL )" )
7O. SEMESTRE - TURNO MATUTINO - 2002/ 1
CARGA HORÁRIA: 60 H.A. - CRÉDITOS: 4
PRÉ REQUISITO: CAE-053 - INTRODUÇÃO À ECONOMIA
PROF.HILMAR I.S.FERREIRA -

 

Prezado Aluno,

Seja bem-vindo a Economia e Meio Ambiente ( Economia de Recursos Naturais e do Meio Ambiente (Ambiental)). Este documento pretende ser um orientador do nosso curso. Em sendo um guia, um modelo, deve-se ressaltar a sua flexibilidade em ajustamento ao mundo real. Mas flexibilidade não é ausência de regra nem o "ismo" do "laissez faire". Como se vê, foi dado mais tempo ao trabalho do estudante na sala de aula. Aulas extras, visitas e outras atividades, não planejadas embora, poderão ocorrer. Em havendo novas edições, em futuros semestres, que seja perseguido seu aprimoramento. Quem sabe, este documento poderá lhe ser útil em situações futuras .

EMENTA: A maior conscientização a partir da segunda metade do século XX da importância da base natural da economia humana, expressa ( a conscientização) na evolução do pensamento econômico nas diversas linhas, mormente no enfoque marginalista ( "mainstream"ou "corrente principal") da "Economia de Recursos" ou no paradigma da "Economia Ecológica" com base "eco-físico-fisiológica". Ênfase na economia das várias funções do Meio Ambiente: "Sustentáculo da Vida", "Fonte de Recursos", "Fonte de Lazer e Amenidades", "Agente Absorvedor de Resíduos". A importância dos Recursos ( de todas as formas) na Economia, despertando a necessidade de uma possível nova disciplina, a "Recúrsica".

OBJETIVOS : Levar os estudantes a se aproximar do estado das artes da disciplina, iniciando-lhes em estudos específicos, de modo a criar condições para crescerem na área e poderem iniciar diálogo com os elaboradores do conhecimento neste campo.

METODOLOGIA: Para cada Unidade do Programa, 3/8 ou 6/16 do tempo será dedicado a aulas expositivas do Professor. Aí serão usados transparências e quadro negro (branco) como material de apoio. A metade do curso, 8/16, será dedicada a aulas expositivas do Alunado, que também terão (as aulas) papel na avaliação. A preparação das aulas dos Alunos poderá ser feita em equipe ou individualmente. O outro 1/16 do tempo será dedicado a prova escrita. Serão intercaladas aulas de Visitantes da UESC ou não, sobre temas correlatos, substituindo aulas do Professor ou dos Alunos. Visitas a trabalhos de outras Instituições poderão ser programados ao correr da atividade didática.

AVALIAÇÃO: Cada Estudante será avaliado com 4 notas, uma para cada Unidade, segundo as normas da UESC. A nota consta de duas partes. A primeira, variando de 0 a 5, será obtida na aula expositiva do aluno. Cada aluno será aí avaliado individualmente, seja a apresentação feita em grupo ou não. A outra metade da nota será obtida em prova escrita, valendo ainda entre 0 e 5. A nota para a Unidade será a soma das duas notas acima.

CARGA HORÁRIA: 60 horas – aulas.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIA:
( Desdobrados por Unidade Didática)
( Na Literatura, destacam-se em negrito as obras a serem mais utilizadas)

 

UNIDADE I – INTRODUÇÃO

1.1 A necessidade de uma nova disciplina, a Recúrsica, que abrangeria, entre outros, o atual campo conhecido como Economia dos Recursos Naturais e Ambiental; a baixa expansão horizontal da agricultura: concentração em poucas espécies e famílias : paradoxo trigo x mandioca; paradoxo de Alvin: trópicos (úmidos?) x zonas temperadas ou produtividade primária x produtividade agrícola; paradoxo de Bautista Vidal: matriz energética: fósseis x biomassa; recursos humanos: deslocamento do emprego; "banditificação" da pessoas: jovens e favelados; recursos de psicologia social.
KLETZER (1998); BAUTISTA VIDAL (Diversos)

1.2. O ambiente como suporte da economia; eficiência, otimalidade, sustentabilidade; emergência da Economia de Recursos e Ambiental; Economia Ecológica; o problema da sustentabilidade; pobreza e sustentabilidade; histórico: , Estocolmo/Conferência das Nações Unidas sobre o Ambiente Humano(1972), Programa da ONU para o Meio Ambiente (1972), Clube de Roma(1972), o Ecodesenvolvimento(1973), Declaração de Cocoyok(1974), Relatório Dag-Hammarskjöld (1975), A Comissão Norte - Sul, de Willy Brandt (1980); Relatório Brundtland(1987)/UNCED, UNCED/CNUMAD-Rio-1992; Johanesburgo-Rio+10(2002); interdependência Economia – Meio- Ambiente ( os quatro papéis do Meio ambiente); Princípio do Balanço de Materiais; Segunda Lei da Termodinâmica; Curva Ambiental de Kuznets; 1998: debate Ehrlich x Simon; os Extropianos; página de Jay Hanson.
(Veja BRÜSEK ( 1995); ISENSE (2001); PERMAN; MA; McGILVARY; COMMON ( 1999 ); EHRLICH & ERHLICH(1998); SIMON(1998); LIU & LU(1992)).

1.3. Riqueza genuína; desenvolvimento autêntico; Economia e Humanismo;
(Veja GOULET (1997); Veja LEBRET (1955,1962, 1966, 1967 ), CENTRE L. J. LEBRET(2001) ) ;

 

LITERATURA:

  1. PERMAN; MA; McGILVARY; COMMON ( 1999 ); 2)BRÜSEK( 1995); 3) CAVALCANTI (1995) ; 4)CAVALCANTI (1997); 5) BEGOSSI ( 1997 ); 6)FISHER (1981); 7) SACHS (2000); 8) GOULET (1997); 9) BRANDT(1980); 10), 11), 12), 13) LEBRET (1955,1962, 1966, 1967); 14) CENTRE L. J. LEBRET(2001) ; 15)CASTRO (1965); 16) SALMON & HANSON ( 1964); 17) LEFTWICH (1974), especificamente por citação à página 4; 18) FLORES, QUIRINO, NASCIMENTO, RODRIGUES, BUSCHINELLI (1991); 19)RELATÓRIO BRUNDTLAND (1987); 20)BAUTISTA VIDAL (Diversos); 21)ISENSE (2001). 22)EHRLICH & ERHLICH(1998); 23)SIMON(1998)). 24) LIU & LU(1992).

( Veja artigo da revista TIME, DE 28.05.1990, que mostra grande mudança na agricultura estadunidense em busca da agricultura sustentável: www.oocities.com/hilmar_ilton/environment.htm )

( Veja a home-page de Jay Hanson, com muitos artigos (alguns clássicos do tema) e idéias sobre uso de recursos: http://dieoff.com/page1.htm )

( Veja a home-page do Instituto Extropiano: www.extropy.org )

(Veja a home-page do Extropianismo: www.mit.edu.8001/people/jpbonsen/extropianism.html )

( Veja as home – pages da UESC com projetos ligados ao tema:
Projeto Biocombustível: www.uesc.br/projetos/bio/index.htm
Projeto CEBIOMA-Centro de Biotecnologia da Mata Atlântica: www.uesc.br/cebioma/principal.htm
Projeto CONOCE-Modelagem Biogeoquímica das Interações Continente Oceano. : www.uesc.br/projetos/conoce.htm
Projeto GENOMA: http://bioinfo01.ibi.unicamp.br/vassoura
Projeto RESTAUNA: www.restauna.org.br )

( Veja o site do Ministério do Meio Ambiente: www.mma.gov.br , há um Sumário do Manual de Valoração Ambiental)

( Veja o site do Fundação Joaquim Nabuco - FUNDAJ: www.fundaj.gov.br )

( Veja o site da ONU: www.un.org )

(Veja o site do Programa da ONU para o meio ambiente(UNEP) : www.unep.org )

( Veja o site da ONU para o Desenvolvimento sustentável: www.un.org./sustdev )

(Veja o site OECD , assuntos ambientais: www.oecd.org/env/ )

( Veja o site da EPA-Agência Americana de Proteção Ambiental: www.epa.gov )

(Veja o site da UMA, Brasil, representante do WWI : www.worldwatch.org.br )

(Veja do site da AERE-Association of Environmental and Resource Economists: www.aere.org/ )

( Veja o site da ISEE – International Society for Ecological Economics: www.ecologicaleconomics.org/ )

(Veja o site da ECO-ECO- Sociedade Brasileira de Economia Ecológica: www.eco.unicamp.br/ecoeco )

( veja o site de Green Cross International, presidida por Gorbachov : www.gci.ch/ )

( Veja a página de The Beijer International Institute for Ecological Economics, da Suécia : www.beijer.kva.se )

( Veja o site de Sandra Lerda, pesquisadora do IPEA, grapiúna, itabunense, amiga da UESC, doutoranda no Beijer Institue : www.beijer.kva.se/Staff/Sandra/Sandra.htm )

 

UNIDADE II – RECURSOS NÃO RENOVÁVEIS E RECURSOS RENOVÁVEIS

2.1. Escassez; medidas físicas de escassez; diagrama de McKelvey; abundância na crosta terrestre; limiar mineralógico; medidas econômicas de escassez;

2.2. Recursos "exauríveis"; teoria da depleção/exaustão/esgotamento ótimo; teoria da extração ótima de recursos: recursos não renováveis; notícia sobre o problema do controle ótimo e a solução usando o princípio do máximo; condições estáticas e dinâmicas da solução da extração ótima ( sem custos de extração), regra de Hotelling; aplicação numérica hipotética; idem, com custos.

.2.3..Classificação dos Recursos Renováveis; funções assintótico - sigmoides para expressar crescimento; teoria da extração ótima: recursos renováveis: acesso livre; acesso fechado (sob direito de propriedade);

LITERATURA:

1)PERMAN; MA; McGILVARY; COMMON ( 1999); 2) FISHER (1981); 3) TIETENBERG (1992);

 

UNIDADE III - POLUIÇÃO :

3.1.Conceito; externalidades (Pigou); trajetória do impacto; classificação da poluição; poluição ótima: com danos de fluxo e com danos de estoque. Instrumentos de controle de poluição; critérios para escolhas de instrumentos de controle. EIA/RIMA.

LITERATURA:

1)PERMAN; MA; McGILVARY; COMMON ( 1999); 2) FISHER (1981); 3) PEARCE & TURNER (1990); 4)TIETENBERG (1992); 5)RANDAL (1987); 6) GILPIN (1997); 7) LIVINGSTON, M.L. & WITZKE, H..v. (1992), discutem poluição internacional, usando o enfoque de Escolha Pública("Public Choice").

 

UNIDADE IV - VALORAÇÃO AMBIENTAL :

4.1.Controvérsia da valoração ambiental; fontes de demanda; o estoque natural; firmas e famílias: estratégias; bens públicos; custo benefício; técnicas de valoração ambiental: método do custo de viagem; valoração contingente; formação de preço hedonístico; modelação de escolha; técnicas baseadas em função produção.

LITERATURA:

1)PERMAN; MA; McGILVARY; COMMON ( 1999); 2) FISHER (1981); 3) GILPIN (1997); 4) www.mma.gov.br : Sumário do Manual de Valoração Ambiental).

 

LITERATURA PARA TODO O CURSO:

BAUTISTA VIDA, J.W. ( DIVERSOS) -

BEGOSSI, A. ( 1997 ) – "Escalas, Economia Ecológica e a conservação da biodiversidade"- Cap.3.:pg.56-71. In: CAVALCANTI, C. (1997) – "Meio ambiente, desenvolvimento sustentável e políticas públicas"- São Paulo/Recife. Cortez/ Fundação Joaquim Nabuco. 436 p.

BRANDT, W (The Report of the Independent Comission on International Development Issues under the Chairmanship of Willy Brandt). (1980) – "North-South: a programme for survival". London/Sidney. Pan Books.304 p.

BOHN, H. ; DEACON, R.T. ( 2000 ) . "Ownership risk, investiment, and use of natural resources". American Economic Review. 90 (3): 526-549. JUN.2000.

BRÜSEK, F. J. ( 1995) – " O Problema do desenvolvimento sustentável"—Cap.2: pg. 29-40. in : CAVALCANTI, C., Org. (1995) – "Desenvolvimento e natureza: estudos para uma sociedade sustentável". São Paulo/Recife. Cortez / Fundação Joaquim Nabuco.. 429 p.

CAVALCANTI, C., Org. (1995) – "Desenvolvimento e natureza: estudos para uma sociedade sustentável". São Paulo/Recife. Cortez / Fundação Joaquim Nabuco.. 429 p.

CAVALCANTI, C. (1997) – "Meio ambiente, desenvolvimento sustentável e políticas públicas"- São Paulo/Recife. Cortez/ Fundação Joaquim Nabuco. 436 p.

CASTRO, J. (1965) – "Geografia da Fome"- S. Paulo. Brasiliense. 9a. Ed. (1a. Ed. 1946). 332 p.

CENTRE L. J. LEBRET (2001) - "Rapport mondial sur le devleoppment (2000/1) de la Banque Mondiale" - : "Reduire la Pauvrete". Captado da Internet, sem URL. s.n.p.

CHIANG, A. (1992).Elements of Dynamic Optimisation. N. York. McGraw-Hill.

COMISSÃO MUNDIAL SOBRE O MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO (RELTÓRIO BRUNDTLAND) – "Nosso futuro comum" . 2a. Ed. Rio. FGV xvii+430 p.

COUTRE, Jean et alii (1979) . Energia: Perspectivas globais 1985-2000".Workshop on Alternatives Energy Strategies. São Paulo.CESP.74 P.

EHRLICH, P.R. & EHRLICH, A.H. (1998) . "Betrayl of science and reason: how anti-environment rethoric threatens our future". Island Press. 335 p. (Ver nas página da Livraria Amazon ( se ainda está lá) debate entre estes autores e SIMON(1998)).

FEARNSIDE, P. M. (1997)."Serviços ambientais como estratégia para o desenvolvimento sustentável na Amazônia rural"Cap.19.pg.314 – 344. In: CAVALCANTI, C. (1997) – "Meio ambiente, desenvolvimento sustentável e políticas públicas"- São Paulo/Recife. Cortez/ Fundação Joaquim Nabuco. 436 p.

FISHER, A. C. ( 1981 ) – "Resource and environmental economics". Cambridge Survey of Economic Literature – Cambridge. Cambridge Univesity Press. 284 p.

FLORES, M.X.; QUIRINO, T.R.; NASCIMENTO, J. C.; RODRIGUES, G. S.; BUSCHINELLI, C. (1991) – "Pesquisa para agricultura auto-sustentável" – Revista de Economia e Sociologia Rural – SOBER – Brasília –29 (1) : 1-21 –JAN/MAR-1991.

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GOLDENBERG, M., Coord (1992)-"Ecologia, ciência e política".Rio. Revan. 142 p.

GOLDENBERG, J.; JOHANSSON, T.B.; REDDY,A.K.N.; WILLIAMS, R.H.(1988)."Energia para o Desenvolvimento". Biblioteca Universitária -Engenharia e Tecnologia – vol. 16) .Copyright © 1987 World Resource Institute. Tradução: José R. Moreira.S. Paulo. T.A. Queiroz 95 p

GOULET, D. ( 1997 ) – "Desenvolvimento autêntico: fazendo-o sustentável"

Cap.4. pg.: 72- 82. In: CAVALCANTI, C. (1997) – "Meio ambiente, desenvolvimento sustentável e políticas públicas"- São Paulo/Recife. Cortez/ Fundação Joaquim Nabuco. 436 p.

GOVERNO DA BAHIA.SEPLANTEC.CAR(1997)."Programa de Desenvolvimento Regional Sustentável. PDRS Oeste da Bahia. Salvador. 265 p.

_____________________ ( ? ) Programa de Desenvolvimento Regional Sustentável. PDRS Sudeste (?) da Bahia. Salvador. ? p.

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ISENSE, Hermann C.F. (2001) – "Políticas públicas e desenvolvimento rural sustentável: o caso do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste

( FNE ) no município de Ilhéus, Sul da Bahia". UESC. Tese de Mestrado. Mestrado em Desenvolvimento Regional e Meio Ambiente. da UESC, ? p.

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KNERR, B. (1992). "Agricultural policies and tropical forests." Pg. 313-321. In: BELLAMY, M. & GREENSHIELDS , Eds.(1992)."Issue in agricultural development- sustainability and Cooperation". IAAE Occasional Paper no. 6. IAAE. International Association of Agricultural Economists. 402. P

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____________ ( 1962) – "Manifesto por uma civilização solidária". Tradução: Frei Benevenuto da Santa Cruz., São Paulo/Belo Horizonte. Livraria Duas Cidades. 95 p.

____________ (1966) – "O drama do século XX –Miséria-Subdesenvolvimento-Inconsciência-esperança".3a. Ed. Tradução: Frei Benevenuto da Santa Cruz. e Fátima de Souza. São Paulo. Livraria Duas Cidades. 205 p.

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LEFTWICH, R. H. ( 1974 ) – "O sistema de preço e a alocação de recursos". 4a. Ed. Tradução: Evonir Batista de Oliveira. São Paulo. Pioneira. 399 p.

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LIVINGSTON, M.L. & WITZKE, H..v. (1992) . "Political Economy of International Pollution". Pg.128-134. In: BELLAMY, M. & GREENSHIELDS , Eds.(1992)."Issue in agricultural development- sustainability and Cooperation". IAAE Occasional Paper no. 6. IAAE. International Association of Agricultural Economists. 402. P

MAGALHÃES, J.P. (1982)."Recursos Naturais, meio ambiente e sua defesa no Direito Brasileiro". Rio. FGV. 76 p.

MARFGULIS, S. Ed. (1990)."Meio Ambiente; Aspectos técnicos e econômicos"’. Rio/Brasília – IPEA/PNUD. 238 P.

MAY, P. Org.(19950."Economia Ecológica- Aplicações no Brasil". Rio. Campus.179 p.

MEADOWS, D.L.; MEADOWS, D.H.; RANDERS,J. & BEHRENS.W.W. (1972)."Limites ao crescimento – um relatório para o Projeto do Clube de Roma sobre o dilema da humanidade". S. Paulo. Perspectiva. ? p.

MENDELSOHN, R & DINAR, A. (1999)."Climate Change, Agriculture, and developing countries: does adaptation matter?". The World Bank Research Observer, 14(2): 277-93. Aug.1999.

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PERMAN, R.; MA, Y.; McGILVARY, J.; COMMON, M. ( 1999)- "Natural Resource & Environmental Economics" – 2nd Ed. Longman – 564 p. 2).

PIGOU, AC. (1920)."The economics of welfare". Macmillan. London. (4th Ed.1932).

RANDAL, A. (1987) – "Resource Economics – an economic approach to natural resource and environmental policy". N. York. John Wiley & Son. 434 p.

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SIMON, J. L. ( 1998),."The ultimate resource 2". 2nd. Ed. Princenton University Press. 656 p. (Veja debate em 1998 deste autor com Ehrlich & Ehrlich,1998, na página da Livraria Amazon).

SNAPE III, W.J., Ed.( 1996) . "Biodiversity and the Law". Washington.

SWANSON, T. (1999)."The management of genetic resources for agriculture: Ewcology and Information, externalities and Policies" pg.212-231. In: PETERS, G.H. & BRAUN, J.V. ( 1999 )."Food security, diversification and resource management: refocusing the role of agriculture? " . Proceedings of the 23rd International Conference of Agricultural Economists. Sacramnento, California –10-16.Aug.1997. IAAE- International Association of Agricultural Economnists. 711 p.

TIETENBERG, T. (1992) – "Environmental and Natural Resource Economics" – 3rd Ed. – New York _ Harpor Collins. 678 p.

TAUK-TORNISIELO, S.M.; GOBBI, M.; FOWLER, H.G., Orgs. (1995)."Análise ambiental: uma visão multidisciplinar". S. Paulo.UNESP.206 P.

VIEIRA, P.F. & WEBER, J. Eds.( 1997)."Gestão de recursos naturais renováveis e desenvolvimento- novos desafios para a pesquisa ambiental" São Paulo. Cortez Editores. 500 p.

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WWI-WORLDWATCH INSTITUTE / UMA –UNIVERSIDADE LIVRE DA MATA ATLÂNTICA, Salvador (BA)-( Vários anos ) – "Estado do Mundo ( ano) "-

______________________________ ( Vários anos ) – "Sinais Vitais ( ano) " .

WORLD . WATCH - Periódico do Worldwatch Institute, dos UEA, traduzida no Brasil por UMA – Universidade Livre da Mata Atlântica, Salvador(BA).

www.oocities.com/hilmar_ilton/environment.htm : Artigo publicado pelo TIME Magazine em 28.05.1990, relatando mudanças na agricultura estadunidense em procura da agricultura sustentável. – Capturado em 02.03.2002.

http://dieoff.com/page1.htm - Página de Jay Hanson - Capturado em 01.03.2002.

www.extropy.org - Extropy Institute - Capturado em 01.03.2002.

www.mit.edu.8001/people/jpbonsen/extropianism.html - Extropianismo – Capturado em 01.03.2002..

www.uesc.br/projetos/bio/index.htm : Projeto Biocombustível – UESC – Capturado em 02.03.2002.

www.uesc.br/cebioma/principal.htm : Projeto CEBIOMA-UESC-Capturado em 02.03.2002.

www.uesc.br/projetos/conoce.htm : Projeto CONOCE – UESC – Capturado em 02.03.2002.

http://bioinfo01.ibi.unicamp.br/vassoura : Projeto GENOMA – UESC – Capturado em 02.03.2002.

www.restauna.org.br : projeto RESTAUNA – UESC – Capturado em 02.03.2002.

www.mma.gov.br : Ministério do Meio Ambiente, Brasil – Capturado em 02.03.2002.

www.fundaj.gov.br : Fundação Joaquim Nabuco-FUNDAJ- Capturado em 04.03.2002.

www.un.org : ONU – Capturado em 02.03.2002.

www.unep.org : UNEP – Programa da ONU para o Meio Ambiente- Capturado em 02.03.2002.

www.un.org./sustdev : ONU – Desenvolvimento Sustentável.

www.oecd.org/env/ : OECD Ambiente - Capturado em 02.03.2002.

www.epa.gov : EPA – Agência Estadunidense para o Ambiente – Capturado em 02.03.2002.

www.worldwatch.org.br : UMA – Universidade Livre da Mata Atlântica, Salvador (BA), representante do WWI – Worldwatch Institute – Capturado em 02.03.2002. ( ver nesta página uma lista com informes periódicos).

www.aere.org/ : AERE – Association of Environmental and Resource Economists - Capturado em 02.03.2002.

www.ecologicaleconomics.org/ : ISEE – International Society for Ecological Economics - Captuado em 02.03.2002.

www.eco.unicamp.br/ecoeco : ECO-ECO- Sociedade Brasileira de Economia Ecológica - Capturada em 02.02.2002.

www.gci.ch/ : Green Cross International, Gorbachov - Capturado em 02.03.2002.

www.beijer.kva.se : The Beijer International Institute for Ecological Economics - Capturado em 02.03.2002.

www.beijer.kva.se/Staff/Sandra/Sandra.htm : Sandra Lerda, grapiúna, itabunense, amiga da UESC, pesquisadora do IPEA, doutoranda no Beijer Insitute - Captudado em 02.03.2002.

 

 

CRONOGRAMA:

MAR 2002 - PRIMEIRO MÊS - PRIMEIRO SEMESTRE

DOM

SEG

TER

QUA

QUI

SEX

SAB

3

4

5

UNID I

AULAS EXPOSITIVAS

( 1 e 2 )

6

7

UNID I

AULAS EXPOSITIVAS

( 3 e 4)

8

9

10

11

12

UNID I

AULAS EXPOSITIVAS

( 5 e 6)

13

 

14

UNID I

APRESENTAÇÃO

ESTUDANTES

( 1 e 2)

15

16

17

18

19

UNID I

APRESENTAÇÃO

ESTUDANTES

( 3 e 4 )

20

21

UNID I APRESENTAÇÃO ESTUDANTES

( 5 e 6 )

22

23

24 / 31

25

26

UNID I APRESENTAÇÃO ESTUDANTES

( 7 e 8 )

27

feriado

Lei 5.010/66

28

feriado

Lei 5.010/66

29

30

 

ABR 2002 =- SEGUNDO MÊS - PRIMEIRO SEMESTRE

DOM

SEG

TER

QUA

QUI

SEX

SAB

---

1

2

PROVA

UNID I

3

4

UNID II

AULAS EXPOSITIVAS

( 1 e 2 )

5

6

7

8

9

UNID II

AULAS EXPOSITIVAS

( 3 e 4 )

10

11

UNID II

AULAS EXPOSITIVAS

( 5 e 6 )

12

13

14

15

16

UNID II APRESENTAÇÃO ESTUDANTES

( 1 e 2 )

17

18

UNID II

APRESENTAÇÃO ESTUDANTES

( 3 e 4 )

19

20

21

Tiradentes

22

23

UNID II

APRESENTAÇÃO ESTUDANTES

( 5 e 6 )

24

25

UNID II

APRESENTAÇÃO ESTUDANTES

( 7 e 8 )

26

27

28

29

30

PROVA

UNID II

==

==

==

==

 

MAI 2002 - TERCEIRO MÊS - PRIMEIRO SEMESTRE

DOM

SEG

TER

QUA

QUI

SEX

SAB

--

--

--

1

Feriado

Dia do Trabalho

2

UNID III

AULAS EXPOSITIVAS

( 1 e 2 )

3

4

5

6

7

UNID III

AULAS EXPOSITIVAS

( 3 e 4 )

8

9

UNID III

AULAS EXPOSITIVAS

( 5 e 6)

 

 

10

11

12

13

14

UNID III

APRESENTAÇÃO ESTUDANTES

( 1 e 2 )

15

16

UNID III

APRESENTAÇÃO ESTUDANTES

( 3 e 4 )

17

18

19

20

21

UNID III

APRESENTAÇÃO ESTUDANTES

( 5 e 6)

22

23

UNID III

APRESENTAÇÃO ESTUDANTES

( 7 e 8 )

24

25

26

27

28

PROVA

UNID III

29

30

Corpus

Christi

31

==

 

JUN 2002 - QUARTO MÊS - PRIMEIRO SEMESTRE

DOM

SEG

TER

QUA

QUI

SEX

SAB

--

--

--

----

--

--

1

2

3

 

4

UNID IV

AULAS EXPOSITIVAS

( 1 e 2 )

5

6

UNID IV

AULAS EXPOSITIVAS

( 3 e 4 )

7

8

9

10

11

UNID IV

AULAS EXPOSITIVA S

( 5 e 6 )

12

13

UNID IV

APRESENTAÇÃO ESTUDANTES

( 1 e 2 )

14

15

16

17

18

UNID IV

APRESENTAÇÃO ESTUDANTES

( 3 e 4 )

19

20

UNID IV

APRESENTAÇÃO ESTUDANTES

( 5 e 6 )

21

22

23 / 30

24

São João

25

UNID IV

APRESENTAÇÃO ESTUDANTES

( 7 e 8 )

26

27

PROVA

UNID IV

28

29

 

JUL 2002 - QUINTO MÊS - PRIMEIRO SEMESTRE

DOM

SEG

TER

QUA

QUI

SEX

SAB

--

1

2

Independência da Bahia

3

4

PÓS

CURSO 1 e 2

5

6

7

8

9

PÓS

CURSO

3 e 4

10

 

OBS.: É imprescindível destacar os trabalhos do IESB- Instituto de Estudos Sócio - Ambientais do Sul da Bahia.
No momento, por carência de informação, pede-se acrescentar às Literatura do curso o trabalho que se segue. Com mais informações serão acrescentados outros relevantes:

IESB; CI do Brasil; UFMG; DDF; NEPAM/UNICAMP. ( S/D ) "Abordagens ecológicas e instrumentos econômicos para o estabelecimento do corredor do descobrimento: uma estratégia para reverter a fragmentação florestal na Mata Atlântica do Sul da Bahia.

OBS2.: Deve-se citar também o trabalho do Prof, Salvador Trevisan, da UESC, sobre Sociologia do Meio Ambiente. Tão logo de posse da informação, será o mesmo aqui incorporado.

 

ERNMA – ECONOMIA DOS RECURSOS NATURAIS E DO MEIO AMBIENTE

  TEXTOS SOBRE O CONTEÚDO DA DISCIPLINA

= APRESENTAÇÃO=

  

No espaço que se segue estão disponíveis textos provisórios sobre as quatro unidades da disciplina.

Eles deverão ser atualizados e melhorados ao longo do tempo.

 UESC, 21.FEV.2004

UN I

UN II

UN III

UN IV

 

1