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Um catalisador modifica a velocidade da reação sem ser nela consumido. Para que as moléculas possam reagir, é necessário que haja uma certa quantidade de energia capaz de provocar essa reação. Essa energia é a chamada energia de ativação, e pode ser proveniente do choque molecular ou de uma fonte externa como o calor. As enzimas aceleram as reações porque diminuem a energia de ativação. De acordo com Arrhenius (1888) as reações enzimáticas são formadas por 2 fases, que se alternam de forma cíclica.
E + S -> ES
E + S O catalisador não é consumido durante a reação e, portanto, poderá promover essa reação diversas vezes. Além disso, a ligação entre a enzima e o substrato é tão precisa, que o encaixe entre um e outro é comparado ao encaixe entre uma chave e uma fechadura. Daí o modelo de Arrhenius ser conhecido como modelo da “chave-fechadura”. As figuras abaixo ilustram melhor as duas fases da reação de uma enzima com seu substrato.
Existem substâncias que funcionam como precursores de enzimas, ou seja, são pré-enzimas e recebem o nome de zimogênios. Para que os zimogênios possam ser transformados em enzimas é necessária uma ativação e a substância que atua como um ativador do zimogênio é denominada quinase. Exemplo:
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