|
|
|
|

|

|
Beatriz corre atrás de Dante |
Ela viaja a Bariloche para se aproximar do taxista
 | | Depois de tantos anos ao lado de Rebeca, Anselmo acabou picado pelo bichinho da vaidade. O personagem de Odilon Wagner troca de perucas como quem muda de roupas. Para se ter uma idéia, ele tem treze modelos diferentes de peruca – todas produzidas pela equipe de cabelo e maquiagem, a partir do texto do autor. “Medimos a cabeça do ator e as encomendamos. Depois, adaptamos o material, porque nem sempre encontramos tal peruca com aquele corte ‘x’”, explica o supervisor de caracterização Sérgio Azevedo. Ele acredita que muitas perucas – de várias formas, tipos e cores – ainda virão durante a trama. Segundo Odilon, essa brincadeira que o autor escreveu para seu personagem foi baseada na história popular de que todo careca que usa peruca sempre acha que os outros não percebem a cabeleira. “Então, o Walcyr Carrasco colocou isso ao exagero. E o engraçado é que o Anselmo é tão desequilibrado na sua vaidade, que é capaz de botar uma peruca ruiva, loira, comprida ou curta e achar que ninguém sabe que ele usa”, diz. Peruca tem seu charme! Apesar de nunca ter usado peruca na vida cotidiana, Odilon afirma que peruca tem seu charme e, portanto, a escolha de usar ou assumir a calvície fica a critério do freguês. “Tem perucas maravilhosas, que beiram a perfeição. Se a pessoa achar que a peruca vai fazer bem para o ego e para o equilíbrio emocional, não vejo problema algum”, opina. Entretanto, o ator não recomenda que os carecas sigam o exemplo de seu personagem. “Eu acho que quem usa tem que ter apenas uma boa peruca e trabalhar em prol daquela, senão dá muito na cara. Na trama é diferente, pois se trata de uma comédia”, fala. Prótese capilar Quase todas as perucas de Anselmo são exageradas, exceto uma fixa. Esta é uma peruca especial que a equipe de cabelo e maquiagem mandou fazer sobre uma micropele, com fios reais, no tom exato da cor do cabelo do ator. Para Sérgio, ela se parece com o couro cabeludo e é de fácil manuseio, ou seja, a caracterização do ator leva apenas cerca de vinte minutos. “Na verdade, é uma prótese capilar, não é uma peruca inteira como as outras doze. Ela é colada na parte de cima da cabeça, uma vez que faz a união com o cabelo de baixo. Fica perfeita, não dá pra ver emenda alguma”, esclarece. Odilon garante que existe muita gente que já usa essas próteses capilares e ninguém percebe, pelo contrário, acham que é cabelo de verdade. “É a minha preferida, já que é imperceptível e as inteiras incomodam um pouco, pois aquecem e coçam. Além disso, pode ficar com ela por quinze dias e, inclusive, entrar debaixo d’água, que a microfibra não desgruda. Se puxar com força, é até capaz de arrancar o cabelo”, brinca.

|
|
Musa do Teatro também comete pecado |
Virgínia Lane arrasa em uma participação muito especial!
O diretor Jorge Fernando dirigiu a atriz Virgínia Lane, que faz uma participação para lá de especial em sete pecados. A ex-vedete é uma amiga de longa data de Corina, que a convida para a inauguração da boate Naraka. Jorginho Fernando, que se divertiu bastante durante as gravações, é só elogios para a musa: “Foi um prazer dirigir a Virginia Lane. É um orgulho ter aqui a história viva do teatro de revista, que é um gênero em que eu acredito e amo. Foi uma honra tê-la comigo!” A cena em que Corina quer parecer deslumbrante diante da amiga deve ir ao ar na próxima terça-feira, dia 3 de julho. Não percam! É diversão na certa!
|
|
Duas faces da moeda |
A vaidade de Rebeca e de Elizabeth Savalla
 | | Mesmo com pouco tempo no ar, Rebeca já está dando muito o que falar. Que o diga a sua intérprete, a simpaticíssima Elizabeth Savalla. A atriz conversa com a gente sobre o universo da sua personagem, que vem para alertar muitas mulheres, mas sem deixar, é claro, de arrancar boas gargalhadas do público. Confira o bate-papo! Como está sendo fazer a Rebeca, que é uma mulher extremamente vaidosa? Em primeiro lugar,esse é um grande presente do Walcyr Carrasco. A idéia da novela é muito boa. O pecado que simboliza a minha personagem é a vaidade, que é, hoje em dia, um dos mais atuais. Ninguém quer envelhecer. Isso é quase que um crime. Há uma busca desenfreada pela juventude eterna. A Rebeca personifica muito bem isso. Só que ela acaba cometendo atrocidades contra ela mesma. Ela troca peito, tira peito... Você fez algum tipo de laboratório para compor a Rebeca? Converso muito com o cirurgião plástico Alcino Braga, que está me dando algumas orientações. Inclusive ele me falou uma coisa interessante: as pessoas estão se esquecendo que cirurgia plástica não é maquiagem. A cirurgia fica para o resto da vida e, às vezes, quando não dá certo, você precisa de três, quatro cirurgias para consertar um erro. Até que ponto a vaidade não descamba para uma coisa meio Rebeca? A natureza é sábia, mas é evidente que as pesquisas nessa área estão aí para ajudar quem realmente precisa e que não está feliz com a própria aparência. A cirurgia deve ser o último recurso. As pessoas devem fazer uma dieta alimentar para emagrecer, fazer uma ginástica ou até mesmo uma análise, caso contrário, se torna algo mesmo incontrolável e inconseqüente. Qual o tratamento estético que a Rebeca mais faz? Ela é viciada em toxina botulínica. Aliás, gente, é preciso dizer que esse recurso, quando mal aplicado, causa danos irreversíveis. Então, é bom conhecer bem o profissional que realizar o procedimento. Sua personagem, então, ao mesmo tempo em que diverte, alerta as pessoas para os riscos destes diversos tratamentos? Esse é o grande barato dessa novela. Através desse personagem cômico, em que tudo que ela faz não dá certo, serão mostradas as loucuras que se faz para atingir um determinado padrão de beleza. É como aquela música do Gonzaguinha ‘Grito de alerta’. A coisa realmente pode ser perigosa. Até onde vai a sua vaidade? A minha vaidade é muito pequenininha. Eu detesto passar cremes. Ainda mais para quem mora no Rio de Janeiro, que é uma cidade quente. A gente fica escorregando (risos). A Rebeca vive experimentando cremes e receitas de todos os tipos no rosto. Dá muito trabalho se preparar para entrar em cena? Antes de mais nada, isso está sendo muito engaçado. É muito trabalhoso sim, mas é muito gratificante porque essa novela informa sem deixar de entreter. Mas você tem algum cuidado especial com a sua pele, depois de um dia intenso de Rebeca? Sabe que até está sendo bom? Eu nunca esfreguei tanto o rosto. Ontem, por exemplo, a gente passou banana com mel e uma lambida de cachorro. Foi ótimo! (risos) Já deu para ter uma resposta do público? Muita. Na rua, os amigos, com os próprios colegas. Têm pessoas que já telefonam para a Globo, querendo saber dela. A Rebeca está fazendo muito sucesso, porque graças a Deus a novela é um sucesso e eu estou muito feliz de poder participar dela.

|
|
As cidades de Sete Pecados! |
Cenógrafos comentam o desafio de recriar São Paulo no Projac
 | | São duas cidades cenográficas ocupando uma área de 14 mil metros quadrados na Central Globo de Produção. Também não é para menos! Os cenógrafos Zé Cláudio, Eliane Heringer e Fábio Gomes receberam a incumbência – e encararam o desafio! – de reproduzir, em solo carioca, a metrópole paulista. “O Rio de Janeiro é muito diferente. Aqui trabalhamos em uma área plana, com morros atrás, o que não existe em São Paulo”, explica Zé Cláudio.
Dos Jardins a Vila Mariana
Em uma das cidades cenográficas, a equipe reproduziu uma típica rua dos Jardins. Para dar profundidade e, conseqüentemente, mais realismo a esse bairro da capital paulista, a rua foi estendida virtualmente. Nesta rua estão localizados a casa noturna de Beatriz – a boate Naraka –, o restaurante de Pedro, o ponto de táxi de Dante, a livraria de Custódia e Gabriel e o antiquário de Rodolfo, além de outras lojas típicas daquela área da cidade.
A segunda cidade cenográfica reproduz a Vila Mariana, um bairro bastante tradicional de São Paulo. Lá foram construídas: uma vila, onde ficam as casas da família de Dante e de Nino, a academia de boxe de Régis e a pizzaria Rei da Gula. Tudo de acordo com a arquitetura e os detalhes pesquisados na cidade como placas, calçamento, largura das ruas... Acreditem: São Paulo é aqui!

|
|
Susana Werner: participação mais que especial! |
Sua personagem faz o tipo “amiga da onça” e arma o maior barraco em cena
 | | Susana Werner gravou esta semana sua participação em Sete Pecados, uma aparição curta, mas significativa. Na cena, ela – que interpreta uma amiga da Elvira – é flagrada na pizzaria Rei da Gula, na maior paquera com Régis. Claro que Elvira não deixa barato e arma o maior barraco!
Conversamos com Susana Werner para saber um pouco mais sobre sua passagem pela trama de Walcyr Carrasco. Leia na entrevista abaixo!
Como surgiu o convite para essa participação? O convite veio do próprio Walcyr Carrasco. A gente se encontrou no avião e ele foi superquerido. Conversamos, falei um pouco da minha vida em Milão e o convidei para me ligar quando fosse pra lá, pra gente dar uma volta. Aí ele pegou meu endereço, meu cartão, meus números e, em vez de ligar pra falar do nosso encontro em Milão, ligou pra perguntar se eu participaria da novela!
Foi bom voltar a gravar? Eu fiquei muito lisonjeada do Walcyr ter me convidado para esta participação sabendo que estou aqui de férias e que estou tendo uma vida completamente diferente lá fora. Então, foi muito bom matar um pouquinho da saudade do pessoal na Globo e estar no meio que eu sempre estive.
A cena foi um grande barraco. Como é gravar cenas assim? O barraco foi bem real, né? A Nívea é minha amiga de muito tempo, a gente se conhece há praticamente 10 anos e é muito divertido fazer cena assim com uma pessoa que você gosta, que é amiga... Fica mais natural. A gente pode brincar mesmo em cena, se divertir. E a gente fica com vontade de rir várias vezes!
O que você está achando de Sete Pecados? As cenas que eu vi estão muito divertidas. Essa novela tem tudo pra ser um sucesso. Aliás, sempre que eu estiver aqui o Walcyr pode contar comigo. Até mesmo quando eu estiver lá, em Milão, se a gente combinar eu venho com o maior prazer!

|
|
Participe da festa de lançamento de Sete Pecados! |
O evento vai acontecer no espaço da TV Globo no Second Life
 | | Uma festa como todas as outras: música, aperitivos, bebidas, pista de dança, badalação, muita gente se divertindo e comemorando o lançamento de Sete Pecados, a nova tentação das sete. Um detalhe, porém, faz toda a diferença: este evento acontece no mundo virtual do Second Life! O Second Life é um ambiente digital em 3D, onde pessoas do mundo inteiro, representadas por avatares, simulam aspectos da vida real numa mescla de realidade virtual, game e comunidade de relacionamento. A festa de lançamento de Sete Pecados vai acontecer no espaço da TV Globo nesse universo neste domingo, dia 17, às 19h. Estarão virtualmente presentes o autor da trama, Walcyr Carrasco, o diretor geral, Jorge Fernando e grande parte dos personagens da novela. Você também pode estar lá! Para participar deste momento histórico – afinal, Sete Pecados é a primeira novela brasileira a ser lançada neste mundo paralelo – você precisa estar cadastrado no Second Life. Clique aqui e descubra, através deste tutorial, como chegar na festa. Você também é nosso convidado. Pegue seu convite e corra para a festa!

|
|
Zélia Duncan em “Carne e Osso”! |
Cantora fala sobre a música tema de Sete Pecados
 | | “Acabei de saber, tive uma notícia maravilhosa, de que a abertura da novela vai ser com a Zélia Duncan, que é a minha melhor amiga! Vou até mandar um torpedo pra ela agora contando, porque ela também não sabe. Fiquei muito feliz de saber disso hoje, o Jorginho acabou de me contar”, revelou a animada Cláudia Jimenez durante a entrevista que concedia em um dos camarins do estúdio C, do Projac. Nossa equipe ficou curiosa e quis saber mais sobre a música que embala a abertura de Sete Pecados. Confira na entrevista com Zélia Duncan! Qual foi sua reação ao receber este torpedo dizendo que sua música estaria na abertura da novela? Comecei a rir, pois tudo comigo é assim, por um fio. Eu mandei uma mensagem pro Jorginho, que me retornou pedindo uma música nova, eu disse “claro, enquanto isso, ouve essa” e mandei “Carne e Osso”. Foi uma delícia receber a notícia por uma amiga tão querida. O que significa para uma cantora como você, que já está na estrada há um bom tempo e já conquistou seu público, ter sua música na abertura de uma novela? Significa ser ouvida, significa uma resposta para um trabalho que tem sido muito intenso e de muita dedicação. É a primeira vez que uma música sua é escolhida para a abertura de uma novela? Sim e a gente nunca esquece, né? Fala um pouquinho sobre “Carne e Osso”. Ela é uma parceria sua com Moska, não é isso? Como foi o processo de criação? Isso. Mandei a letra e depois fui à casa dele e ele fez assim, na minha frente, fluiu muito bem, ele é muito talentoso e não mudou nenhuma vírgula! Qual frase você mais gosta na letra dessa música? Quem se diz muito perfeito Na certa encontrou um jeito insosso Pra não ser de carne e osso! O pecado é um tema que te atrai? Como você lida com esse conceito? Adoro ser humana e é disso que se trata! Aprender com os erros, sem eles nunca poderíamos crescer. Dentre os sete pecados capitais – avareza, vaidade, preguiça, ira, inveja, gula e luxúria – qual está mais presente em sua vida e por quê? Ai, eles são horríveis, né? Mas sempre lidamos com um pouquinho de cada um de vez em quando. É preciso estar atento e lutar contra!
 |
|
Essa novela é o bicho! |
Gato, cachorro e até papagaio fazem a alegria dos atores nas gravações
 | | Basta que ele aponte no fim do corredor para que os atores comecem a assoviar chamando: “Flanelinhaaaa!!!”. O Flanelinha em questão é um cachorro mestiço, de um ano e meio de idade, pra lá de esperto. Com seu jeito moleque, conquista qualquer um que passe ao seu lado e já ganhou a simpatia de toda a equipe e elenco de Sete Pecados. Na trama de Walcyr Carrasco, ele é conhecido como Bibi, o cachorrinho de estimação da família de Dante e Clarice. Marina Ruy Barbosa, assim como sua personagem, Isabel, é apaixonada por esse cãozinho e não desgruda dele nem nos intervalos de gravação. “Ele é muito fofo, né?”, constatou a pequena Marina enquanto acariciava Flanelinha. Outra que não resistiu ao charme de Flanelinha foi Giovanna Antonelli. A atriz ficou encantada com o animal que, comportado e obediente, gravou uma longa cena em cima de uma mesinha e não deu nenhum trabalho à equipe. Que gatos! A enigmática Agatha também vive às voltas com seus animais de estimação: dois gatos siameses. Na trama os gatinhos se chamam Isis e Osíris, mas na vida real eles atendem pelo nome de Serena e Clark, respectivamente. Bruno Kimura, que interpreta Shiro San, ajudante de Agatha, aproveitou para acarinhar o bichano entre uma cena e outra. “Nossa, como eles são quietinhos!”, admirou-se o ator. Nas gravações, os gatos estão sempre acompanhados de sua dona e instrutora de animais Flávia Scheleder, que também é responsável pelo papagaio de Otília, personagem de Rosamaria Murtinho. O mimo é tanto que a ave até ganhou um poleiro novo, presente da equipe de produção de arte. Um luxo só!
 |
|
Do real ao fantástico! |
Saiba como foi pensado o figurino dos personagens
 | | A missão dos figurinistas Lessa de Lacerda e Lúcia Daddario era retratar, de forma bastante real, os moradores de São Paulo – das patricinhas aos moradores da periferia, passando pelos taxistas e socialites. “Lá, as pessoas são mais vestidas, mais compostas. Tem coisas que você não vê em São Paulo e, por isso, eu e Lúcia tentamos tirar ao máximo o que fizesse referência à praia ou ao clima tropical. Temos umas roupas mais coloridas, mas, se você reparar, temos pouquíssimos estampados”, explica Lessa. Mas, como em Sete Pecados existem alguns temas que escapam um pouco da realidade, como anjos e sociedades secretas, os figurinistas resolveram fantasiar um pouco a caracterização dos personagens destes núcleos. A misteriosa Agatha, por exemplo, veste o que há de mais moderno, possível e impossível. “Cada entrada dela em cena será um acontecimento. Ela é uma personagem saída da passarela. É uma fotografia de desfile internacional”, conta Lessa. Um anjo nada formal! Anjo sim, mas careta não! O arcanjo Gabriel, personagem de Erik Marmo, será um anjo fashion e usará calças de elástico, sandálias, jaquetas, bata com bordados... Todos brancos. “Esses seres que vêm para a Terra precisam ser críveis para o olho do outro. Se vestíssemos o Erik, que tem o cabelo enrolado, com um terno e sapatos brancos, as pessoas achariam estranho, já começariam a desconfiar: ‘Lá vem o anjo!’”, justifica Lúcia Daddario. O fantástico, no entanto, está sempre se opondo à realidade, para que o visual da novela esteja equilibrado. “É necessário haver este equilíbrio. Senão, a pessoa cansa, não acredita, não consegue se identificar”, lembra o figurinista Lessa de Lacerda.
 |
|
Pétalas e cremes comestíveis? |
Saiba de que são feitas essas iguarias de que Custódia tanto gosta
 | | Você comeria as pétalas das flores? E que tal um creme hidratante? Parece estranho, mas Custódia, o anjo da guarda interpretado por Cláudia Jimenez, provou e aprovou esses exóticos quitutes. Se é que podem ser chamados assim, não é mesmo? Arte em ação Essa foi uma das missões da produção de arte: tornar comestíveis as flores e os cremes que Custódia não consegue resistir em sua passagem pela Terra. “De quê são feitas, heim?”, perguntou a atriz momentos antes de gravar a primeira cena, achando tudo muito interessante. “As pétalas são feitas de papel de arroz”, respondeu a produtora de arte. Todas as vezes que a personagem grava, as pétalas são confeccionadas e cortadas uma a uma pela equipe. Depois, são inseridas entre as pétalas verdadeiras e “pescadas” pela atriz na hora da cena. Já os cremes são feitos com cream cheese e frutas, uma vez que a atriz é alérgica a qualquer tipo de corante artificial. Um trabalho de dar gosto!
|
|
|
|
|
| |
| | |