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Nair: A Confidente |
Lupe Gigliotte entra em Sete Pecados para viver a amiga de Juju no asilo
 | | Fortemente abalada por ter sido internada às forças por Teobaldo, Juju, no entanto, vai descobrir uma grande amiga no asilo. Interpretada por Lupe Gigliotte, Nair será a confidente de Juju e ficará mobilizada com a situação da nova interna. “A Nair será a companheira de quarto da personagem da Nicette Bruno. E as duas criam uma afinidade muito grande. Ela vai dar um suporte, um apoio muito grande à Juju, porque ela percebe a maldade que estão fazendo com a Juju”, explica Lupe.
Durante todo o tempo em que passará no asilo, Juju viverá uma grande angústia, o que dá o tom melancólico e dramático às cenas gravadas por Lupe e Nicette. Acostumada com personagens cômicos, Lupe conta como foi gravar cenas tão fortes e emocionantes. “Foi completamente diferente fazer a Nair, porque é um personagem muito diferente do que eu já fiz. Ela é séria, delicada, foi outro tipo de linguagem. Nas primeiras cenas gravadas, todas tinham muita emoção. Nós choramos muito... Foi muito emocionante”, conta ela.
Na trama, Juju precisou ser internada para conhecer Nair. Mas na vida real, a amizades das duas atrizes já é de longa data. “Nós já fizemos alguns filmes juntas, além do “Sítio do Pica-pau Amarelo”, e somos grandes amigas. A Nicette é uma pessoa a quem eu tenho uma enorme gratidão”, revela Lupe, que também não esconde o carinho ao diretor Jorge Fernando: “O Jorginho uma pessoa extraordinária. Foi um grande prazer poder trabalhar com ele mais uma vez”.
Foram apenas dois dias de gravação, mas com certeza a personagem de Lupe vai deixar sua marca na vida de Juju por toda a trama.

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O sabor dos constrastes |
Sidney Sampaio conta que interpretar Pedro o deixou mais crítico
 | | Assim como na culinária temos o contraste do quente com o frio e do doce com o salgado, o personagem Pedro, interpretado por Sidney Sampaio, também experimenta sentimentos opostos, cujo resultado em cena tem sido delicioso. Segundo o própro ator, Pedro é um personagem "bipolar". Dono de um bom coração, mas de temperamento forte, ele é um grande chef e dono do recém-inaugurado Culinária’s, um badalado restaurante da São Paulo de Sete Pecados. Em uma entrevista exclusiva, o ator Sidney Sampaio conta o que este personagem mudou na sua vida. Confira! Você sabia cozinhar antes de interpretar o Pedro? Sidney Sampaio: Eu já sabia muito pouco, tinha umas noções mínimas de algumas coisas. Mas a partir do momento que eu soube do perfil do personagem, que ele era um chef e abriria um restaurante, eu procurei uma aula e me amarrei. Como ator, você tem a oportunidade de viver diversas carreiras. Alguma vez já pensou em ser chef? SS: Nunca tinha pensado nisso, não. Na verdade, há um tempo atrás eu tive uma namorada que o pai dela cozinhava muito. De de vez em quando ele fazia algumas coisas, eu de curioso ia chegando perto e, fui me encantando por essa arte da cozinha: combinação dos ingredientes, harmonização dos pratos... Mas eu nunca tinha pensando em levar isso como profissão. Hoje é uma profissão que admiro e quase invejo, porque é muito divertido, apesar de cansativo. Tenho acompanhado o trabalho de alguns chefs, e vejo que deve ser bem legal. Eles são verdadeiros maestros na cozinha, é muito interessante. Depois de se preparar para o personagem e se aprofundar no assunto, o que isso mudou na sua vida? SS: Viver o Pedro me deixou mais crítico. Mas na verdade, isso é muito construtivo. Porque se eu for a um restaurante hoje, eu tenho outra visão das coisas, e o paladar mais apurado. Consigo ter uma noção melhor de como está o molho... Se tá fino, se tá grosso ou se empapou, se a carne está no ponto certo, se ele não deixou ela perder todo o suco e ficou seca demais, se ele errou no tempero, essas coisas. Isso é bom ou ruim? SS: É bom. Porque antigamente eu ia a um restaurante e não gostava de alguma coisa, ou algo me incomodava e não sabia exatamente o que era. Hoje eu já sei, já consigo distinguir. Mas eu não sou fresco, não, se uma hora eu tiver que comer um bom cachorro-quente, estamos aí. Se você fosse montar um restaurante, que tipo de restaurante seria? SS: Um restaurante sem muito rótulo. Ou então um restaurante de comida brasileira, que é bem eclética. Você está gostando de interpretar o Pedro? SS: O Pedro é um grande presente do Walcyr Carrasco (autor da trama) e do Jorge Fernando (diretor). É um personagem muito rico. Ele tem essa complexidade, essa bipolaridade, mas ao mesmo tempo tem essa sensibilidade do chef de cozinha.

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Na hora do intervalo |
Elenco mirim de Sete Pecados revela qual é o passatempo favorito de cada um
 | | Em dia de gravação no estúdio, trabalho é o que não falta! Mas, sempre sobra um tempinho para relaxar até ser chamado para gravar a cena de seu personagem. Nós fomos saber com Rafael Ciani, Gabriel Moura e Cecília Dassi qual é o passatempo preferido de cada um nesses momentos. Quem pensa que eles ficam neuróticos decorando o texto está muito enganado. Todos garantiram que isso é tarefa para casa. “A gente já vem com tudo na cabeça, de casa. Aqui a gente aproveita para conversar e se divertir um pouco. Mas, na hora de entrar no estúdio, aí é coisa séria”, afirmou Rafael. Amigos de cena e de brincadeiras Na sala de estar do elenco, flagramos os dois atores mirins se revezando em frente à tela de um computador portátil, ambos compenetrados e preocupados em não perder nenhum lance do jogo que disputavam. Já o pequeno Gabriel Moura, apesar de também adorar jogos eletrônicos, confessa que seu passatempo preferido é implicar com sua companheira de cena, Cecília Dassi. “Eu fico cutucando e brincando com ela... É muito engraçado quando ela fica brava!”, contou Gabriel, aos risos. Cecília disse que não se incomoda, ao contrário, até gosta das brincadeiras. “Eu acho divertido. Os dois (Rafael e Gabriel) são uns fofos. Mas, às vezes eu gosto de me sentar um pouco sozinha para ler, coisa que eu adoro e é ótimo para passar o tempo”, contou a jovem atriz.

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Tarefa para vários anjos |
Elenco de Sete Pecados dá sugestões para ajudar Custódia a dar um jeito em Beatriz
 | | Custódia bem que tenta, mas não consegue dar conta de vigiar Beatriz sozinha. E quanto mais ela reza, mais confusão aparece! Para dar uma mãozinha para esse anjo da guarda atrapalhado, pedimos algumas sugestões do elenco de Sete Pecados. Confira!
Reynaldo Gianecchini É uma tarefa difícil ser anjo da guarda da Beatriz! Eu acho que não tem jeito de salvar ela não. Se eu fosse a Custódia, pedia demissão do cargo de anjo da guarda dela!
Elizabeth Savala O problema maior não é a Beatriz, o problema é a Custódia que é muito atrapalhada. A Beatriz no fundo é uma boa menina, mas ela não teve uma boa educação, então desde pequena esse anjo da guarda não funcionou muito bem!
Duda Nagle A Beatriz tem que sofrer um pouco para aprender. Então, eu acho que a Custódia devia tentar protegê-la menos e deixar a vida ensinar, porque assim ela vai quebrar a cara algumas vezes, mas vai acabar tomando jeito. Acho que essa é a única saída pra ela!
Rosane Mulholland A Custódia devia tentar dizer para Beatriz fazer o contrário do que ela quer que aconteça, porque assim a Beatriz vai fazer o contrário do que ela falar e a Custódia vai conseguir que ela faça a coisa direita. Ela sempre acaba fazendo o inverso do que a Custódia diz.
Mel Lisboa A Beatriz é muito teimosa, né?! Mas eu acho que muita conversa talvez adiantasse. A Custódia devia ficar mais amiga, ganhar a confiança dela e tentar conversar mais, dar uns bons conselhos e ver se ela escuta e entende do jeito certo!
Anjo X Protegida É, realmente a tarefa de Custódia não é fácil. A própria atriz Priscila Fantin, que interpreta Beatriz, concorda que cuidar da sua personagem não é mole. “A Beatriz é uma pessoa difícil, e a Custódia é muito enrolada, então as duas não conseguem se entender. A Beatriz interpreta tudo errado do que ela fala, isso complica o trabalho dela, coitada!”, fala Priscila. Já Cláudia Jimenez tem uma boa explicação para as confusões de Custódia. “É a primeira vez que ela vem a Terra em forma humana, então ela ainda não se adaptou e por conta disso, ela fica muito confusa. Ela não tem a malandragem e a esperteza do Gabriel, que já é mais experiente”, afirma Cláudia que, apesar disso, também concorda que a sua protegida dá muito trabalho. “A Beatriz é terrível, essa anjinha tem que fazer muita hora extra! Mas ela vai conseguir cumprir sua missão, sim!”, afirma Cláudia.

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Vilã ou boazinha? |
Mel Lisboa fala sobre a personalidade de Carla
 | | Carla, personagem de Mel Lisboa em Sete Pecados, de angelical só tem o jeito. Na verdade o que passa na cabeça dessa moça é muita ambição. No início da trama, ninguém dava nada pela irmã mais nova de Clarice, mas,de uma hora para outra, Carla resolveu botar as manguinhas de fora. Para a atriz, a grande característica da personagem é a sua dúbia personalidade. “Ela se faz de princesinha boazinha... Mas é uma sonsa e ardilosa, se mostra uma pessoa, quando na verdade é outra. Tudo que ela quer é poder, grana, jóias... Mas ela tem um jeito muito sutil. O que ela usa para conseguir isso tudo, e para mostrar esse outro lado dela são, olhares, um jeito de falar diferente ou uma observação a mais”, conta Mel.
Da água para o vinho Dentro de casa, ela é a filha querida de Agripina. Mas desde que tem passado mais tempo longe dos domínios da mãe, Carla vem se mostrado uma pessoa completamente diferente. Para Mel, era isso o que faltava para sua personagem se revelar. “Quando ela começa a trabalhar na boate, ela se vê num lugar onde ela não conhece ninguém, então ela pode ser outra pessoa. Ali dentro não tem ninguém da família ou outras pessoas conhecidas que acham que ela é um anjo’, diz ela. Mas apesar de já ter se mostrado uma pessoa de caráter um pouco duvidoso, Mel afirma que sua personagem, no entanto, ainda não é má. “Até agora, ela não agiu de má fé contra ninguém, ainda não tem nenhuma maldade nela. Mas pode ser que ela vire uma grande vilã. Ou pode ser que ela tome uma na cabeça e resolva se redimir”, diz a atriz.
Os homens da vida de Carla É verdade que até agora Carla não fez mal a ninguém, ou pelo menos não tanto mal quanto o esperado de grandes vilões, mas a atriz lembra que sua personagem faz um jogo de conquista com o Barão. “No fundo, no fundo, ela está só se aproveitando que o Barão se encantou por ela e tá dobrando ele direitinho, e de uma forma que nem eu imaginei. Eu até brinco com o Ailton (Graça) que ela só vai parar quando conseguir uma pensão vitalícia”, conta Mel, que afirma que Aquiles é a pessoa mais prejudicada por ela. “Ela arma essas histórias todas pelas costas do namorado. Apesar de não estar traindo o Aquiles nem nada, o que ela está fazendo não é leal”, lembra.
Amor verdadeiro ou pura inveja? Além de maltratar o namorado e se aproveitar do Barão, Carla já deu pistas de que sente um amor proibido pelo cunhado, Dante, o que para a atriz trata-se, na verdade, de inveja. “Eu acho que ela não ama o Dante. Eu acho que ela tem uma grande inveja da irmã, da felicidade dela, que mesmo sem grana é feliz e tem um marido que é bacana, bonito, e ela inveja tudo isso. Então eu acho que ela confunde um pouco esse sentimento com amor”, conta Mel. É melhor mesmo que seja isso, ou é melhor Carla se apressar... Afinal, Beatriz já está de olho no marido de Clarisse.
Bom, se Carla ainda vai se tornar uma vilã, se vai fazer mal a alguém ou se vai roubar o marido da irmã, ainda não dá pra saber, mas aconteça o que acontecer, Mel Lisboa está preparada pra tudo: “Eu estou adorando fazer a Carla, tem sido muito bacana, e estou pronta para o que vier com ela!”.

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Ele é campeão! |
Popó sobe no ringue e agita as gravações na Academia Luva de Ouro
 | | A participação do tetracampão mundial de boxe, Acelino de Freitas, o Popó, agitou os bastidores de Sete Pecados. O pugilista, que na trama vai enfrentar Régis, personagem de Malvino Salvador, virou a estrela principal no meio do elenco presente. A tietagem foi grande, e entre fotos e autógrafos Popó lembrou que já fez uma participação em uma novela antes: “Eu já tinha aparecido em ‘O Clone’, mas hoje tá sendo diferente porque eu vou fazer papel do Popó mesmo, no ringue. Então, eu vou fazer o que eu sei fazer de verdade”, conta ele, que jura que não é tímido e não tem medo de encarar as câmeras.
A última luta Enquanto esperava a hora de subir no ringue, ou melhor, de entrar em cena, Malvino aproveitou para perguntar se o campeão havia mesmo parado de lutar. Sem titubear, Popó respondeu: “Não, não parei não, rapaz! Ainda tenho mais uma luta!”, o que deixou Malvino um pouco confuso. O pugilista logo explicou: “Vou lutar com você, hoje!”, disse, descontraindo o ambiente.
Brincadeiras à parte, Popó explica que, melhor que participar da novela, é poder divulgar o esporte. “Mesmo que de uma forma engraçada e descontraída, é ótimo poder divulgar o boxe, que é um esporte tão bem organizado e pouco acompanhado. Agora mesmo, no Pan, já trouxe várias medalhas para o Brasil”, afirmou o pugilista.
Sonho de criança Entre equipe técnica e elenco, não tinha quem não parasse para tirar uma foto ou cumprimentar o lutador. Um dos mais animados era Aílton Graça, o Barão, que declarou ser grande fã de Popó. “Muito legal encontrar com ele aqui! Eu adoro boxe. Lá em casa a gente, em vez de ganhar bola de futebol quando criança, ganhava luva de boxe”, disse Aílton. Outro que confessou seu amor pelo esporte foi Malvino. “Eu estou me realizando fazendo esse papel. Quando eu era pequeno, o meu sonho era ser lutador e eu perturbava o meu pai pra ele me dar umas luvas de boxe. Ele fez minha vontade e eu acabei deslocando o pulso”, lembra o ator.
Na torcida Quem estava circulando toda cheia de pompa pela academia Luva de Ouro era Nívea Stelmann, que vive Elvira, noiva de Régis na trama. “A Elvira tá dando uma de primeira dama aqui, recebendo as pessoas, achando que o Régis vai ganhar. Estou adorando gravar essa cena hoje porque eu estou encontrando todo o elenco, gente que eu não encontro nunca, então eu aproveito para matar a saudade. E tem o Popó, que eu já conheço. Achei que a participação dele foi uma ótima idéia do Walcyr Carrasco (autor da trama)!”.
O que a personagem de Nívea, nem ninguém mais espera, é que Popó vença a luta com tanta facilidade. Ah, pobre Régis... Vai levar tempo para ele se recuperar.

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Música, malabarismo e muitos drinques! |
Veja como Rosane Mulholland se preparou para viver a bartender Daniela
 | | Quietinha e tranqüila, Daniela, personagem de Rosane Mulholland, dá um show quando assume seu posto de bartender na boate Naraka, e impressiona jogando garrafas e coqueteleiras de um lado para o outro. Fica até difícil de acreditar que Rosane não tinha nenhum conhecimento sobre o assunto antes de começar a se preparar para interpretar a irmã rebelde de Beatriz, mas é verdade. “Eu nem sou muito de ir a boate, sou muito caseira. Até já tinha visto uma vez ou outra um bartender fazendo esses, mas não tinha a menor noção sobre o trabalho que era!”, conta ela.
Treinar, treinar... E treinar mais! Para viver a bartender Daniela, Rosane passou dois meses aprendendo os movimentos. “Eu fiz, no total, umas oito horas de aula. Eu fazia duas horas num dia, aí ficava treinando em casa, depois mais duas horas de aula e muito treino... Sempre! Se eu ficasse uns três dias sem praticar, já não era a mesma coisa quando eu pegava de novo. Então, é bem trabalhoso, viu?!”, afirma ela. A atriz aproveita para contar que sua maior dificuldade foi aprender a fazer tudo com naturalidade. “O mais difícil é conseguir tornar o movimento uma coisa natural, sem ficar com aquela cara de pânico com medo da garrafa”, revela.
Segredos profissionais Os movimentos precisos de Rosane impressionam. Durante as gravações, equipe e técnicos ficam atentos às garrafas jogadas para o alto pela bartender. Mas, apesar de já parecer uma profissional, Rosane revela um segredo: “Eu quebrei algumas garrafas aprendendo e ainda me atrapalho um pouco, mas faz parte, né?! O negócio é arriscar mesmo! Eu prefiro fazer, jogar a garrafa e deixar cair do que ficar com medo e não terminar o movimento por insegurança”.
Dando duro! Em cena, a coisa é mais difícil do que parece. Além de ter que prestar atenção nos seus movimentos, Rosane tem ainda que ficar ligada nas suas falas. “É muita coisa que eu tenho que fazer e pensar ao mesmo tempo. Os garçons vêm toda hora no bar e eu tenho que reabastecê-los, pegar os copos sujos... Tenho que estar sempre trabalhando!”. Mas, apesar do trabalho duro, Rosane garante que está adorando interpretar Daniela. “Eu estou me divertindo bastante. Além do que, eu aprendi uma coisa nova que eu nunca imaginei que fosse aprender, tô curtindo muito tudo isso!”, diz a atriz.

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Mais um talento mirim! |
Conversamos com Amanda de Azevedo, que entra na trama como a pequena Benta
 | | Ela é criança, tem alma de criança, é espontânea e divertida. Mas, apesar do jeitinho moleca, não marca bobeira no trabalho e sempre entra em cena com o texto na ponta da língua... Parece até gente grande na hora do “gravando!”. A pequena Amanda de Azevedo é estreante na televisão, mas, ela está tirando de letra essa primeira experiência diante das câmeras. “Não é difícil chorar”, revelou a atriz enquanto contava sobre a gravação da sua primeira cena. Vamos explicar... É que Benta, sua personagem, é abandonada pelo pai nas ruas de São Paulo e passa por maus bocados até ser encontrada por Isabel e Laerte, filhos de Dante, que a ajudam. Motivos para chorar, a personagem tem de sobra. Quando eu crescer... Amanda, que está adorando trabalhar em televisão, contou ainda que é fã de Giovanna Antonelli, Priscila Fantin e Elizabeth Savala – “Ela está muito engraçada!”, comentou a atriz sobre a atuação de Savala. Quando perguntamos se ela pretende seguir carreira nesta profissão, ela revelou, ao pé do ouvido: “A vida que vai dizer, né? Mas, eu queria ser jornalista. Jornalista de televisão!”. As primeiras cenas dessa jovem atriz estão previstas para serem exibidas na semana que vem. Fique ligado!

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Badalação é na Naraka |
Conheça os detalhes da agitada boate de Sete Pecados
 | | A boate Naraka, desde que foiinaugurada, tornou-se a melhor opção para badalar na São Paulo de Sete Pecados, e vive bombando. Seu sucesso não é por menos. A casa noturna de Beatriz foi feita com todo o capricho pelas equipes de cenografia e produção de arte da novela. Tudo segue à risca os modelos de uma casa noturna paulistana da moda.
Inferninho A palavra Naraka é usada por hindus para denominar um lugar de tormenta, bem próximo do conceito de inferno. “O nome da boate ia ser Hell’s, mas a gente achou muito batido. Naraka é bem diferente e passa a idéia”, conta a produtora de arte Isabela Sá, que explica o tom avermelhado da boate. “Não há outra cor melhor para caracterizar inferno do que o vermelho. Então produzimos tudo nessa gama. Os saleiros, os misturadores de drinques baldes de gelo... Tudo é puxando para o vermelho”.
As bebidas Uma das partes mais importantes da boate, além da pista de dança, claro, é o bar. E o de Naraka não deixa nada a desejar. Para produzi-lo, Isabela conta que, além de consultar a filha adolescente para conhecer melhor o universo das baladas, ela esteve em duas casas noturnas em São Paulo. “A primeira coisa que eu reparei é que a maioria das boates não usa copos de vidro, então fizemos tudo em acrílico e colocamos em todos os objetos a logo da boate”, afirma Isabela, que aproveita para contar outros detalhes. “Para enriquecer ainda mais, procurei bebidas importadas com embalagens bem diferentes”. Mas, apesar de tudo parecer bem real, nenhuma das bebidas leva álcool!
A cenografia O cenário de Naraka ocupa praticamente todo o estúdio de Sete Pecados e sua montagem leva quase um dia inteiro. “É um cenário muito cheio de detalhes, muito grandioso”, explica o cenógrafo Marcos Franco. Naraka pode ser considerada uma boate super-high-tech, devido a todos os aparatos técnicos de luz e imagem que tem. “São diversas TVs de plasma espalhadas pela boate. Tem o telão que fica atrás do DJ, os laseres coloridos... É muita coisa”, diz Marcos.

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Mamma mia! |
Atores falam sobre as deliciosas gravações na pizzaria Rei da Gula
 | | A pizzaria Rei da Gula já leva o nome do pecado que ela simboliza na trama. É lá que a família de Perseu vive em pé de guerra com Néia, sócia da pizzaria, que está controlando a comilança na cozinha. Nós não estamos na Itália, nem a trama se passa por lá, mas, por aqui no Brasil, pizza também é paixão nacional e é difícil encontrar alguém que não goste dessa delícia da cozinha italiana. E para comprovar isso, fomos até as gravações de Sete Pecados saber mais sobre a gula dos atores.
Luz, câmera e... Muita pizza! Elvira, personagem de Nívea Stelmann na trama, é uma das freqüentadoras assíduas do Rei da Gula, junto com seu noivo, Régis, vivido por Malvino Salvador. A atriz confessa que adora uma boa pizza. “Amo quando tenho que gravar na pizzaria, aproveito e como mesmo.”, garante ela, e aproveita para contar seu sabor preferido: “A que eu mais gosto é calabresa, mas o que vier eu ponho pra dentro”. Malvino também não faz questão de esconder que adora gravar na pizzaria. “Eu deixo até de almoçar quando vou gravar lá, e almoço pizza”, conta ele.
Com a mão na massa A família de Perseu é unânime, todos amam o prato! “Não tem como não gostar de pizza, todo mundo gosta de pizza”, diz Wagner Santisteban, intérprete de Ulisses. A família só não concorda quanto ao sabor preferido de cada um, que varia entre portuguesa, mussarela, marguerita e atum com queijo cremoso. Para compor os personagens não bastou apenas gostar de pizza, eles tiveram que aprender a colocar a mão na massa. “Eu fiz umas aulinhas de culinária para fazer o Perseu. Hoje eu já sei fazer uma pizza!”, conta Zé Victor Castiel.
A estrela da cena Para servir essa turma, a equipe de produção de arte encomenda pizzas de diversos sabores, que são aquecidas na hora. Mas a produtora de arte Isabela Sá conta que para as gravações, é necessário a pizza em três fases: “A gente usa a massa fria, uma pizza cenográfica e pizzas reais, para serem servidas”.

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Coisas de sogra |
Suely Franco e as divertidas rabugices de Agripina
 | | Quem nunca conheceu uma sogra rabugenta? Agripina, personagem de Suely Franco em Sete Pecados, é a personificação do tipo em seu pior sentido. Mas, suas implicâncias e intromissões na vida de Dante e Clarice têm arrancado muitas risadas dos telespectadores. Conversamos com a atriz para entender um pouco mais sobre a Agripina e o seu jeito muito peculiar de ser. Confira na entrevista abaixo!
Por que a Agripina é tão rabugenta? Suely Franco: Acho que ela deve ter tido uma infância horrorosa, deve ter apanhado muito, deve ter passado por muita coisa ruim. Depois que casou passou muita miséria, e fez de tudo para ajudar as filhas. Então ela se tornou uma criatura muito amarga.
O que você acha dessa rabugice dela? SF: Eu acho engraçada. Como atriz eu estou adorando fazer a Agripina, está sendo maravilhoso. As pessoas estão adorando, porque todo mundo reconhece alguém através dela, principalmente os genros e noras de todo o Brasil!
Mesmo rabugenta, ela não chega a ser má, não é? SF: É, se você perceber, sempre tem um fundo de verdade nas coisas que ela fala. Ela exagera um pouco, mas no fundo, no fundo, ela está certa. Ela só quer o bem das filhas, não quer que elas passem pelas mesmas coisas que ela já viveu.
Você se inspirou em alguém em especial para compor a Agripina? SF: Me inspirei em várias pessoas que eu conheço. E todo mundo já deve ter conhecido alguém parecido com ela. Todo mundo tem seus momentos de amargura, de rabugice, ninguém é assim constantemente. Então eu peguei um pouco de lá e de cá e construí ela.
Você acha que ela pode mudar? SF: Pode! Muita coisa pode acontecer. Vamos ver...
Como é o dia-a-dia das gravações? SF: O meu núcleo é muito engraçado, tudo é muito divertido, eu me divirto muito fazendo a Agripina. Eu estou adorando. As novelas do Walcyr Carrasco (autor da trama) são sempre maravilhosas. E trabalhar de novo com o Jorge Fernando (diretor da novela) também é ótimo. Ele é muito alegre, está sempre pra cima e todo mundo da produção está no mesmo clima. Está sendo muito bom, muito gostoso mesmo!

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Próxima parada: São Paulo |
Maria Zilda Bethlem e Rodrigo Moura entram com o pé direito em Sete Pecados
 | | Cíntia e seu filho Moa, personagens vividos por Maria Zilda Bethlem e Gabriel Moura, acabam de desembarcar na São Paulo de Sete Pecados. Cíntia, irmã de Amélia, vem do interior à procura de trabalho e vai se "hospedar" na dela. Quem não vai ficar nem um pouco satisfeito com a chegada dos dois é Teobaldo, seu cunhado grosseiro. Mas nem tudo é o que parece ser. Apesar de seus personagens estarem entrando na trama só agora, Maria Zilda e Gustavo já estão super enturmados com a equipe de Sete Pecados.
Só felicidade Maria Zilda, que já entrou no ritmo acelerado das gravações, conta que está adorando o novo trabalho. “Eu estou muito feliz e animada. Afinal eu recebi um convite superespecial do Walcyr Carrasco (autor da trama), que disse que era fã do meu trabalho já há um tempo. E trabalhar com essa equipe é maravilhoso. Tenho grandes amigos aqui”, diz ela.
Parceria que promete Para o pequeno Gabriel Moura, não tem sido diferente. “Está sendo muito legal. O Jorge Fernando (diretor) é muito engraçado, ele é mais criança que eu, e vive brincando comigo”, conta Gabriel. Mãe e filho parecem já estar em sintonia. “A Maria Zilda conversa muito comigo, ela me coloca no colo dela, a gente passa o texto juntos... Acho que vai ser bem legal ser filho dela!”, fala Gabriel.
Apesar de tudo, bons amigos! Mas tem alguém que não vai deixar Cíntia em paz. Teobaldo, personagem de Roberto Battaglin, vai viver pegando no pé da cunhada. Essa antipatia dos dois é apenas na frente das câmeras, em cena. “A Maria Zilda é ótima atriz e pessoa. Apesar de já termos feito algumas novelas juntos, nós nunca contracenamos e está sendo ótimo poder trabalhar diretamente com ela agora”, fala Roberto.
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