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Fique por dentro dos principais lançamentos de jogos.

Crimson Skies (clique aqui para fazer o download)

Em 1937 os meios de transporte terrestre encontram-se em estado caótico, e imensos dirigíveis percorrem os ares. A bordo dessas naves-mãe alojam-se tripulações que voam para variadas missões. No papel de Nathan Zachary, um destemido pirata dos ares, você vai travar uma verdadeira guerra em busca de tesouros. Ou simplesmente lutar para salvar a sua vida, ou resgatar alguém. A variedade de missões é servida com diálogos que encaminham o jogador pela história adentro, e complementada com imagens no diário de Zachary, que vai se enchendo com memórias de cada evento. É uma história sedutora, recheada de diálogos divertidos, com atores que dão voz a figuras que parecem verdadeiras, e nos acompanham ao longo de toda a aventura.



Os gráficos estão perfeitos. As nuvens, a reprodução do terreno e as incríveis condições atmosféricas deixam qualquer um de boca aberta. A produção, entregue à Zipper Interactive, é de um profissionalismo sem igual. Resumindo, Crimson Skies não é um simulador de vôo, mas tem do gênero os condimentos essenciais para fazer de cada jogador um ás da aviação virtual. E em poucos simuladores a sensação de vôo é tão intensa como aqui.Crimson Skies é diferente de tudo o que já foi visto. É um simulador de vôo para as massas, um título cheio de vida. A Microsoft teve a ousadia de fugir do convencional e criar um dos melhores jogos do momento. Parece um novo modelo de Quake, que por acaso tem asas, capaz de prender qualquer um ao monitor por muitas horas, em impressionantes combates em rede, ou numa excitante aventura solitária que nos faz lembrar os filmes de piratas e corsários de Errol Flynn, mas com as caravelas trocadas por pássaros metálicos. O termo pássaros metálicos é bem aplicado às aeronaves de Crimson Skies, pois os aviões são bem parecidos com pássaros, ou pelo menos com os desenhos que, de Leonardo Da Vinci à escrita de Jules Verne, nos dão uma imensa variedade visual, uma sensação de aventura, de epopéia, que falta, várias vezes, nos aviões modernos.

 

Rainbow Six Rogue Spear (clique aqui para fazer o download)

Novamente você faz parte de um esquadrão de forças especiais contra o terrorismo. A principal diferença do jogo em relação ao seu antecessor é a jogabilidade, que ficou muito mais simples. Está mais fácil acertar os inimigos, com um novo sistema de mira, agora quase automática. Outra facilidade, é que antes de partir para a ação, é possível traçar todo um plano de ataque sobre uma planta do local. Na hora do conflito, basta seguir essas ações pré-estabelecidas que tudo fica muito mais fácil. Os gráficos estão muito bons, e melhoraram bastante em relação ao jogo anterior. Os cenários são gigantescos e cheios de detalhes. Há fases debaixo de chuva, nas areias do deserto e até enfrentando uma forte nevasca. Até as telas de briefing estão caprichadas. Você pode escolher sua equipe, as armas de cada um e até as roupas que usarão na missão. No mapa em que é estabelecido o plano de ataque, cada movimento da missão é detalhadamente representado, e é possível editar cada passo.
As equipes ficam se comunicando entre si durante as missões, dando informações e relatórios de desempenho. Isso tudo, além de bem útil, coloca o jogador no clima da aventura. Todos esses elementos deixam o jogo com um desafio elevado, até para quem já está acostumado com este gênero. Assim como no primeiro Rainbow Six, os terroristas atiram muito bem, e mesmo protegido por coletes, seu personagem não agüenta muitos tiros. Uma bobeada e acabou a farra. A solução é ficar sempre muito atento aos menores movimentos e nunca entrar atirando como um louco em uma sala. O negócio é andar com calma e ter muita paciência quando for subir uma escada ou abrir uma porta. Nunca se sabe o que pode estar do outro lado.

 

Evolva (clique aqui para fazer o download)

Trata-se de um game de ação em terceira pessoa como tantos outros já conhecidos. O enredo é interessante, e há algumas boas novidades, mas nada que possa ser chamado de 'revolucionário'. Em Evolva, o novo lançamento da Byte & Brothers no Brasil, você comanda um pequeno exército de quatro guerreiros alienígenas, chamados Genohunters. Sua missão é livrar um planeta devastado de uma espécie de planta que suga a vida do planeta como um parasita. Como em tantos outros jogos, seus personagens iniciam o game com bem pouca força e sem armas. Mas é aí que realmente começa a ação. Matando outros animais (a fauna do planeta é rica em monstros dos mais diversos tipos), você absorve energia de seus restos mortais e pode evoluir de forma. Dependendo do animal abatido, seu Genohunter ganha uma habilidade especial: pode saltar mais, ficar mais rápido, mais resistente, cuspir fogo, disparar tiros etc. É possível escolher como evoluir o guerreiro, e a cada transformação novas possibilidades se abrem. Certas habilidades são necessárias para prosseguir no jogo, pois passagens estão bloqueadas por plantas inflamáveis e grandes rochedos (que quebram na base da pancada, mas não com tiros explosivos). Essa enorme lista de evolução é que acaba sendo o ponto mais interessante do jogo. São tantos os caminhos que podem ser seguidos, que dificilmente serão criados dois personagens iguais em qualquer jogo, em qualquer lugar. Mas é só. Os cenários foram bem caprichados, mas se tornam repetitivos depois de algum tempo. A única coisa que motiva o jogador a prosseguir é encontrar algum animal diferente e poder evoluir para alguma outra coisa. Cada fase tem um objetivo a ser cumprido, todos relativamente fáceis e pouco desafiadores. É um jogo interessante, e que pode agradar as pessoas interessadas em criar o 'Genohunter perfeito', mas, no geral, cansa muito rápido.

 

Delta Force: Land Warrior (clique aqui para fazer o download)

A demo da primeira missão do jogo não engana ninguém: Land Warrior é uma aventura mais rápida do que as anteriores e aproveita o poder das novas placas gráficas para recriar terroristas, edifícios e toda uma variedade de armas (27 ao todo) e objetos com um detalhe impecável.
Outra novidade são os cinco personagens colocados à nossa disposição para a campanha. Especialistas em explosivos, armamento pesado ou espingardas de longo alcance, estes combatentes são exímios na manipulação de instrumentos tecnologicamente avançados, uma verdadeira associação do jogo a um dos programas de treino militar mais importantes nos Estados Unidos: exatamente o Land Warrior.
Land Warrior está longe de poder ser considerado um jogo de ação. Aliás, o realismo das missões é tão elevado que basta um erro para nos colocarmos à mercê de um inimigo e sermos alvejados. A utilização de árvores, muros e montes para nos protegermos dos inimigos é fundamental, mas os terroristas são suficientemente astutos para tentarem atacar-nos silenciosamente pela retaguarda: não há nada mais arrepiante do que jogar com um fone de ouvido e sentir o ricochete de uma bala junto aos nossos pés! Elaborar estratégias para surpreender os adversários é ainda mais importante nas competições entre múltiplos jogadores (Land Warrior promete suportar um máximo de 64 pessoas por partida nos servidores Nova World), onde cada elemento pode aproveitar as características especiais do seu personagem para emboscar os opositores. O novo motor gráfico da série permitiu à Nova Logic criar uma série de novos cenários repletos de armadilhas e túneis secretos. A campanha promete levar-nos do tórrido deserto egípcio até à selva sul-americana com outros pontos de passagem obrigatória, como savanas africanas, Japão e Leste Europeu. Se a viagem vai ou não valer a pena, só saberemos em Novembro.

 

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