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Fábula da Boa Fé |
Para Refletir |
Deus é Bom |
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Quando era pequeno, ouvi uma estória sobre uma piedosa senhora que passava o tempo rezando. Certo dia, na pequena cidade onde vivia, houve um estouro em uma barragem, colocando em perigo todos os moradores da pequena localidade. Logo surgiu um homem, alertando-a para o perigo, solicitando-lhe que saísse daquele local, pois logo estaria completamente inundado. Mas ela se limitou a dizer: - Não se preocupe, Jesus Cristo me salvaa. Mais duas vezes, quando a água já se avolumara a ponto de obrigá-la a subir em seus móveis, outras pessoas passaram em barcos, convidando-a a fugir do local e de novo a mesma resposta: - Não se preocupe, Jesus me salva. Na última vez, em cima do telhado, passou um outro barqueiro, dizendo: - Logo não haverá mais ninguém aqui. Vennha comigo, minha senhora. De novo, convicta, ela respondeu: - Não se preocupe Jesus Cristo me salva.. A outra cena ocorre no céu, onde a senhora foi cobrar de Jesus Cristo. Não havia Ele dito que se ela fos- se piedosa e boa. Ele a salvaria sempre dos perigos? Por que Ele havia deixado que ela perecesse traindo sua fé? Ao que Jesus respondeu: - Minha senhora, por quatro vezes Eu passsei pela senhora, chamando-a para a salvação, mas a senhora não atendeu o meu chamado. Colaboração: Marcia Mathias
Um Mestre da Sabedoria passeava por uma floresta com seu fiel discípulo quando avistou ao longe um
sítio de aparência pobre e resolveu fazer uma breve visita...
Durante o percurso ele falou ao aprendiz sobre a importância das visitas e as oportunidades de aprendi-
zado que temos, também com as pessoas que mal conhecemos.
Chegando ao sítio constatou a pobreza do lugar, sem calçamento, casa de madeira, os moradores, um
casal e três filhos, vestidos com roupas rasgadas e sujas... então se aproximou do senhor aparentemente
o pai daquela família e perguntou:
Neste lugar não há sinais de pontos de comércio e de trabalho; como o senhor e a sua família sobrevivem
aqui?
E o senhor calmamente respondeu:
- Meu amigo, nós temos uma vaquinha quee nos dá vários litros de leite todos os dias. Uma parte desse
produto nós vendemos ou trocamos na cidade vizinha por outros gêneros de alimentos e a outra parte
nós produzimos queijo, coalho, etc...; para o nosso consumo e assim vamos sobrevivendo.
O sábio agradeceu a informação, contemplou o lugar por uns momentos, depois se despediu e foi embora.
No meio do caminho, voltou ao seu fiel discípulo e ordenou:
- Aprendiz, pegue a vaquinha, leve-a ao precipício ali na frente e empurre-a, jogue-a lá em baixo.
O jovem arregalou os olhos espantado e questionou o mestre sobre o fato da vaquinha ser o único meio
de sobrevivência daquela família, mas, como percebeu o silêncio absoluto do seu mestre, foi cumprir a
ordem. Assim empurrou a vaquinha morro abaixo e a viu morrer.Aquela cena ficou marcada na memória
daquele jovem durante alguns anos e um belo dia ele resolveu largar tudo o que havia aprendido e voltar
naquele mesmo lugar e contar tudo aquela família, pedir perdão e ajudá-los.
Assim fez, e quando se aproximava do local avistou um sítio muito bonito, com árvores floridas, todo
murado, com carro na garagem e algumas crianças brincando no jardim. Ficou triste e desesperado
imaginando que aquela humilde família tivera que vender o sítio para sobreviver, "apertou" o passo e
chegando lá, logo foi recebido por um caseiro muito simpático e perguntou sobre a família que ali mora-
va há uns quatro anos e o caseiro respondeu:
- Continuam morando aqui.
Espantado ele entrou correndo na casa; e viu que era mesmo a família que visitara antes com o mestre.
Elogiou o local e perguntou ao senhor (o dono da vaquinha):
Como o senhor melhorou este sítio e está muito bem de vida???
E o senhor entusiasmado, respondeu:
- Nós tínhamos uma vaquinha que caiu no precipício e morreu, daí em diante tivemos que fazer outras
coisas e desenvolver habilidades que nem sabíamos que tínhamos, assim alcançamos o sucesso que seus
olhos vislumbram agora...
Colaboração: Marcia Mathias
"DEUS É BOM" Há muito tempo, num Reino distante, havia um Rei que não acreditava na bondade de Deus.Tinha, porém, um súdito que sempre lhe lembrava dessa verdade, em todas situações dizia: "Meu Rei, não desanime, porque Deus é bom!" Um dia, o Rei saiu para caçar juntamente com seu súdito, e uma fera da floresta atacou o Rei. O súdito conseguiu matar o animal, porém não evitou que sua Majestade perdesse o dedo mínimo da mão direita. O Rei, furioso pelo que havia acontecido, e sem mostrar agradecimento por ter sua vida a salvo pelos esforços de seu servo, perguntou a este: "E agora, o que você me diz? Deus é bom? Se Deus fosse bom eu não teria sido atacado, e não teria perdido o meu dedo." O servo respondeu: "Meu Rei,apesar de todas essas coisas, somente posso dizer-lhe que Deus é bom, e que mesmo isso, perder um dedo, é para seu bem!" O Rei, indignado com a resposta do súdito, mandou que fosse preso, e na cela mais escura e mais fétida do calabouço. Após algum tempo, o Rei saiu novamente para caçar e aconteceu dele ser atacado, desta vez por uma tribo de índios que vivia na selva. Estes índios eram temidos por todos, pois sabia-se que faziam sacrifícios humanos para seus deuses. Mal prenderam o Rei, passaram a preparar, cheios de júbilo, o ritual do sacrifício. Quando já estava tudo pronto, e o Rei já estava diante do altar, o sacerdote indígena, ao examinar a vítima, observou furioso: "Este homem não pode ser sacrificado, pois é defeituoso! Falta-lhe um dedo! " E o Rei foi libertado. Ao voltar para o palácio, muito alegre e aliviado, libertou seu súdito e pediu que viesse em sua presença. Ao ver o servo, abraçou-o afetuosamente dizendo-lhe:"Meu Caro, Deus foi realmente bom comigo! Você já deve estar sabendo que escapei da morte justamente porque não tinha um dos dedos. Mas ainda tenho em meu coração uma grande dúvida: "Se Deus é tão bom, porque permitiu que você fosse preso da maneira como foi ... logo você que tanto o defendeu? "O servo sorriu e disse: "Meu Rei, se eu estivesse junto contigo nessa caçada, certamente seria sacrificado em teu lugar, pois não me falta dedo algum! Colaboração: José Carlos
"PENSE NISSO" Um velho carpinteiro estava para se aposentar. Ele contou a seu chefe os seus planos de largar o serviço de carpintaria e de construçao de casas e viver uma vida mais calma com sua familia. Claro que ele sentiria falta do pagamento mensal, mas ele necessitava da aposentadoria. O dono da empresa sentiu em saber que perderia um de seus melhores empregados e pediu a ele que construísse uma última casa como um favor especial. O carpinteiro consentiu, mas com o tempo era fácil ver que seus pensamentos e seu coração não estavam no trabalho. Ele não se empenhou no serviço e se utilizou de mão de obra e materiais primas de qualidade inferior. Foi uma maneira lamentável de encerrar sua carreira. Quando o carpinteiro terminou seu trabalho, o construtor veio inspecionar a casa e entregou a chave da porta ao carpinteiro. "Esta é a sua casa", ele disse, "meu presente a você." Que choque! Que vergonha! Se ele soubesse que estava construindo sua própria casa, teria feito completamente diferente, não teria sido tão relaxado. Agora ele teria de morar numa casa feita de qualquer maneira. Assim acontece conosco. Nos construímos nossas vidas de maneira distraída, reagindo mais que agindo, desejando colocar menos do que o melhor. Nos assuntos importantes nos não empenhamos nosso mellhor esforço. Então, em choque, nos olhamos para a situação que criamos e vemos que estamos morando na casa que construímos. Se soubéssemos disso, teríamos feito diferente. Pense em você como o carpinteiro. Pense sobre sua casa. Cada dia você martela um prego novo, coloca uma armação ou levanta uma parede. Construa sabiamente. É a única vida que você construirá. Mesmo que você tenha somente mais um dia de vida, este dia merece ser vivido graciosamente e com dignidade. A placa na parede está escrito: "A vida é um projeto de faça você mesmo." Quem poderia dizer isso mais claramente? Sua vida de hoje é o resultado de suas atitudes e escolhas feitas no passado. Sua vida de amanha será o resultado de suas atitudes e escolhas que fizer hoje. Existe um texto de Ellen G. White que diz o seguinte: Nós somos arquitetos de nosso próprio destino" Pense nisso! Colaboração:Henderson Júnior Topo
Hoje temos
edifícios mais altos, mas pavios mais curtos.
Auto-estradas mais largas, mas pontos de vista mais estreitos.
Gastamos mais, mas temos menos.
Nós compramos mais, mas desfrutamos menos.
Temos casas maiores e famílias menores.
Mais conhecimento e menos poder de julgamento.
Mais medicina, mas menos saúde.
Bebemos demais, fumamos demais, gastamos de forma perdulária, rimos de menos, dirigimos
rápido demais, nos irritamos facilmente.
Ficamos acordados até tarde, acordamos cansados demais...
Multiplicamos nossas posses, mas reduzimos nossos valores.
Falamos demais, amamos raramente e odiamos com muita freqüência.
Aprendemos como ganhar a vida, mas não vivemos essa vida.
Fizemos coisas maiores, mas não coisas melhores.
Limpamos o ar, mas poluímos a alma.
Escrevemos mais, mas aprendemos menos.
Planejamos mais, mas realizamos menos.
Aprendemos a correr contra o tempo, mas não a esperar com paciência.
Temos maiores rendimentos, mas menor padrão moral.
Tivemos avanços na quantidade, mas não em qualidade.
Esses são tempos de refeições rápidas e digestão lenta, de homens altos e caráter
baixo, lucros expressivos, mas relacionamentos rasos.
Mais lazer, mas menos diversão.
Maior variedade de tipos de comida, mas menos nutrição.
São dias de viagens rápidas, fraldas descartáveis e moralidade também descartável e
pílulas que fazem de tudo: alegrar, aquietar, matar...
Colaboração:
Ana Cristina
Topo
A Importância de ser você mesmo !
Certo dia, um
Samurai, que era um guerreiro muito orgulhoso, veio ver um Mestre Zen. Embora fossemuito
famoso, ao olhar o Mestre, sua beleza e o encanto daquele momento, o samurai sentiu-se
repentinamente inferior. Ele então disse ao Mestre:
- "Pôr que estou me sentindo inferiior? Apenas um momento atrás, tudo estava bem.
Quando aqui entrei, subitamente me senti inferior e jamais me sentira assim antes. Encarei
a morte muitas vezes, mas nunca experimentei medo algum. Pôr que estou me sentindo
assustado agora?" O Mestre falou:
- "Espere. Quando todos tiverem parrtido, responderei."
Durante todo o dia, pessoas chegavam para ver o Mestre, e o samurai estava ficando mais e
mais cansado de esperar. Ao anoitecer, quando o quarto estava vazio, o samurai perguntou
novamente:
- "Agora você pode me responder pôrr que me sinto inferior?" O Mestre o levou
para fora. Era um noite de lua cheia e a lua estava justamente surgindo no horizonte. Ele
disse:
- "Olhe para estas duas árvores: a árvore alta e a árvore pequena ao seu lado.
Ambas estiveram juntas ao lado de minha janela durante anos e nunca. houve problema algum.
A árvore menor jamais disse à maior: " Pôr que me sinto inferior diante de você?
" Esta árvore é pequena e aquela é grande - este é o fato, e nunca ouvi sussurro
algum sobre isso." O samurai então argumentou:
- "Isto se dá porque elas não podemm se comparar."
E o Mestre replicou: Então não precisa me perguntar. Você sabe a resposta. Quando você
não compara, toda a inferioridade e superioridade desaparecem. Você é o que é e
simplesmente existe. Um pequeno arbusto ou uma grande e alta árvore, não importa, você
é você mesmo. Uma folhinha da relva é tão necessária quanto a maior das estrelas. O
canto de um pássaro é tão necessário quanto qualquer Buda, pois o mundo será menos
rico se este canto desaparecer. Simplesmente olhe à sua volta. Tudo é necessário e tudo
se encaixa. É uma unidade orgânica: ninguém é mais alto ou mais baixo, ninguém é
superior ou inferior. Cada um é incomparavelmente único. Você é necessário e basta.
Na Natureza, tamanho não é diferença. Tudo é expressão igual de vida! ... agora eu
sei que você descobriu o quanto você é importante neste mundo. Agora você pode
entender que você também é importante para mim!!!
Colaboração: Elisabete
Gentil
Um grupo de cientistas colocou cinco
macacos numa jaula. No meio, uma escada e sobre ela um cacho de bananas.
Quando um macaco subia na escada para pegar as bananas, os cientistas jogavam
um jato de água fria nos que estavam no chão.
Depois de certo tempo, quando um macaco ia subir a escada, os outros o pegavam e enchiam
de pancada. Com mais algum tempo, nenhum macaco subia mais a escada, apesar da tentação
das bananas. Então, os cientistas substituíram um dos macacos por um novo.
A primeira coisa que ele fez foi subir a escada, dela sendo retirado pelos outros, que o
surraram. Depois de algumas surras, o novo integrante do grupo não subia mais a escada.
Um segundo foi substituído e o mesmo ocorreu, tendo o primeiro substituto participado com
entusiasmo na surra ao novato. Um terceiro foi trocado e o mesmo ocorreu. Um quarto, e
afinal, o último dos veteranos foi substituído.
Os cientistas então ficaram com um grupo de cinco macacos que mesmo nunca tendo tomado um
banho frio, continuavam batendo naquele que tentasse pegar as bananas. Se possível fosse
perguntar a algum deles porque eles batiam em quem tentasse subir a escada, com certeza a
resposta seria: "Não sei, mas as coisas sempre foram assim por aqui."
Você não deve perder a oportunidade de passar essa história para todos para que, vez
por
outra, se perguntem porque estão batendo?.
Colaboração: Nelson Attila Topo