| Página Inicial | Cursos | Metáforas | Glossário |

METÁFORAS

ida1.gif (995 bytes)

Fábula da Boa Fé

Para Refletir

Deus é Bom

Pense Nisso

O Paradoxo de Nosso Tempo A Importância de ser você mesmo Os Macacos Circulo do amor
"FÁBULA DA BOA FÉ".
Quando era pequeno, ouvi uma estória sobre uma piedosa senhora que passava o tempo  rezando. Certo
dia, na pequena cidade onde vivia, houve um estouro em uma barragem, colocando  em perigo  todos os
moradores  da pequena  localidade. Logo  surgiu um  homem, alertando-a  para  o perigo, solicitando-lhe
que saísse daquele local, pois logo estaria completamente  inundado. Mas ela se limitou a dizer:
- Não se preocupe, Jesus Cristo me salvaa.
Mais  duas vezes, quando a água  já se avolumara  a  ponto de obrigá-la a  subir  em seus móveis, outras
pessoas  passaram em barcos, convidando-a a fugir do local e de novo a mesma resposta:
- Não se preocupe, Jesus me salva.
Na última vez, em cima do telhado, passou um outro barqueiro, dizendo: 
- Logo não haverá mais ninguém aqui. Vennha comigo, minha senhora. De novo, convicta, ela respondeu: 
- Não se preocupe Jesus Cristo me salva..
A outra cena ocorre no céu, onde a senhora foi cobrar de Jesus Cristo. Não havia Ele dito que se ela fos-
se piedosa e boa. Ele a salvaria sempre dos perigos? Por que Ele havia deixado  que ela perecesse traindo
sua fé? Ao que Jesus respondeu: 
- Minha senhora, por quatro vezes Eu passsei  pela senhora, chamando-a para a  salvação, mas  a senhora
não atendeu o meu chamado.
						        Colaboração: Marcia Mathias
Topo 

"PARA REFLETIR"
Um Mestre da Sabedoria passeava por uma floresta  com seu fiel  discípulo quando avistou ao longe um 
sítio de aparência pobre e resolveu fazer uma breve visita...
Durante o percurso ele falou ao aprendiz sobre  a importância das visitas e as oportunidades de aprendi-
zado que temos, também com as pessoas que mal conhecemos.
Chegando ao sítio  constatou  a pobreza  do lugar, sem calçamento, casa de madeira, os moradores, um 
casal e três filhos, vestidos com roupas rasgadas e sujas... então se aproximou do senhor aparentemente 
o pai daquela família e perguntou:
Neste lugar não há sinais de pontos de comércio e de trabalho; como o senhor e a sua família sobrevivem 
aqui?
E o senhor calmamente respondeu:
- Meu amigo, nós temos uma  vaquinha quee  nos dá  vários litros de leite todos os dias. Uma  parte desse 
produto nós vendemos ou trocamos  na cidade  vizinha por  outros  gêneros  de alimentos  e a outra parte 
nós produzimos queijo, coalho, etc...; para o nosso consumo e assim vamos sobrevivendo.
O sábio agradeceu a informação, contemplou o lugar por uns  momentos, depois se despediu e foi embora.
No meio do caminho, voltou ao seu fiel discípulo e ordenou:
- Aprendiz, pegue a vaquinha, leve-a ao  precipício ali na frente e empurre-a, jogue-a lá em baixo.
O jovem arregalou os olhos  espantado e questionou o mestre sobre o fato da vaquinha ser o único meio
de sobrevivência  daquela família, mas, como  percebeu o silêncio absoluto  do seu mestre, foi cumprir a
ordem. Assim empurrou a vaquinha morro abaixo e a viu morrer.Aquela cena ficou marcada na memória
daquele jovem durante alguns anos e um belo dia ele  resolveu largar tudo o que havia aprendido e voltar
naquele mesmo lugar e contar tudo aquela família, pedir perdão e ajudá-los.
Assim  fez, e  quando se aproximava do local  avistou um  sítio  muito  bonito, com árvores  floridas, todo
murado, com  carro na  garagem e  algumas  crianças   brincando  no jardim.  Ficou  triste e desesperado
imaginando  que  aquela  humilde  família  tivera que  vender o sítio para  sobreviver, "apertou" o passo e
chegando lá, logo foi recebido por um caseiro muito simpático e perguntou  sobre a  família que ali mora-
va há uns quatro anos e o caseiro respondeu:
- Continuam morando aqui.
Espantado ele entrou correndo na casa; e viu que era mesmo a família que visitara antes com o mestre. 
Elogiou o local e perguntou ao senhor (o dono da vaquinha):
Como o senhor melhorou este sítio e está muito bem de vida???
E o senhor entusiasmado, respondeu:
- Nós  tínhamos uma  vaquinha que caiu   no precipício e  morreu, daí em diante tivemos que fazer outras
coisas e desenvolver  habilidades que nem sabíamos que tínhamos, assim alcançamos o sucesso que seus
olhos vislumbram agora...
                                                       Colaboração: Marcia Mathias
Topo

                                                                 "DEUS É BOM"

Há muito tempo, num  Reino  distante, havia um Rei que não acreditava na bondade de Deus.Tinha,
porém, um súdito que sempre lhe lembrava dessa verdade, em todas situações dizia:
"Meu Rei, não desanime, porque Deus é bom!"
Um dia, o Rei saiu para caçar juntamente com seu súdito, e uma fera da floresta atacou o Rei. O súdito
conseguiu matar o animal, porém não evitou  que sua Majestade  perdesse o dedo mínimo da mão direita.
O Rei, furioso pelo que havia acontecido, e sem mostrar agradecimento por ter sua vida a salvo pelos
esforços de seu servo, perguntou a  este: "E agora, o que você me diz? Deus é bom? Se Deus fosse bom
eu não teria sido atacado, e não teria perdido o meu dedo." O servo respondeu:
"Meu Rei,apesar de todas  essas  coisas, somente  posso dizer-lhe que Deus é bom, e que mesmo isso,
perder um dedo, é para seu bem!"
O Rei, indignado com a resposta  do súdito, mandou que fosse preso, e na  cela mais  escura e mais
fétida do calabouço. Após algum tempo, o Rei saiu novamente para caçar e aconteceu dele ser atacado,
desta vez por uma tribo de índios que vivia na selva. Estes índios eram temidos por todos, pois sabia-se
que faziam sacrifícios humanos para seus deuses. Mal prenderam o Rei, passaram a preparar, cheios de
júbilo, o ritual do sacrifício. Quando já estava  tudo  pronto, e o Rei já estava diante do altar, o
sacerdote indígena, ao examinar a vítima, observou furioso: "Este homem não pode ser sacrificado, pois
é defeituoso! Falta-lhe um dedo!
" E o Rei foi libertado. 
Ao voltar para o palácio, muito  alegre e aliviado, libertou  seu súdito e  pediu que viesse em sua
presença. Ao ver o servo, abraçou-o afetuosamente  dizendo-lhe:"Meu Caro, Deus foi realmente bom
comigo! Você já deve estar sabendo que escapei da morte justamente porque não tinha um dos dedos. Mas
ainda tenho em meu coração uma grande dúvida:
"Se Deus é tão bom, porque  permitiu que  você fosse preso  da maneira como foi ... logo  você que
tanto o defendeu?
"O servo sorriu e disse: "Meu Rei, se eu estivesse junto contigo nessa caçada, certamente seria sacrificado
em teu lugar, pois não me falta dedo algum!
                                                       Colaboração: José Carlos
Topo

                                     "PENSE NISSO"

Um velho carpinteiro estava para se aposentar. Ele contou a seu chefe os seus planos de largar o serviço 
de carpintaria e de construçao de casas e  viver uma vida mais calma com sua familia. Claro que ele 
sentiria falta do pagamento mensal, mas ele necessitava da aposentadoria.
O dono da empresa sentiu em saber que perderia um de seus melhores empregados e pediu a ele que
construísse uma última casa como um favor especial. O carpinteiro consentiu, mas com o tempo era fácil
ver que seus pensamentos e seu coração não estavam no trabalho.
Ele não se empenhou no serviço e se utilizou de mão de obra e materiais primas de qualidade inferior. 
Foi uma maneira lamentável de encerrar sua carreira.
Quando o carpinteiro terminou seu trabalho, o construtor veio inspecionar a casa e entregou a chave da 
porta ao carpinteiro. "Esta é a sua casa", ele disse, "meu presente a você." Que choque! Que vergonha!
 Se ele soubesse que estava construindo sua própria casa, teria feito completamente diferente, não teria 
sido tão relaxado. Agora ele teria de morar numa casa feita de qualquer maneira. 
Assim acontece conosco. Nos construímos nossas vidas de maneira distraída, reagindo mais que 
agindo,  desejando colocar menos do que o melhor. Nos assuntos importantes nos não empenhamos 
nosso mellhor esforço. Então, em choque, nos olhamos para a situação que criamos e vemos que estamos 
morando na casa que construímos. Se soubéssemos disso, teríamos feito diferente.
Pense em você como o carpinteiro. Pense sobre sua casa. Cada dia você martela um prego novo, coloca 
uma armação ou levanta uma parede. Construa sabiamente. É a única vida que você construirá. Mesmo 
que você tenha somente mais um dia de vida, este dia merece ser vivido graciosamente e com dignidade.
A placa na parede está escrito: "A vida é um projeto de faça você mesmo." Quem poderia dizer isso mais 
claramente? Sua vida de hoje é o resultado de suas atitudes e escolhas feitas no passado. Sua vida de 
amanha será o resultado de suas atitudes e escolhas que fizer hoje. Existe um texto de Ellen G. White 
que diz o seguinte: Nós somos arquitetos de nosso próprio destino" Pense nisso!

                                                       Colaboração:Henderson Júnior
                                                                        Topo 

O Paradoxo de Nosso Tempo

Hoje temos edifícios mais altos, mas pavios mais curtos.
Auto-estradas mais largas, mas pontos de vista mais estreitos.
Gastamos mais, mas temos menos.
Nós compramos mais, mas desfrutamos menos.
Temos casas maiores e famílias menores.
Mais conhecimento e menos poder de julgamento.
Mais medicina, mas menos saúde.
Bebemos demais, fumamos demais, gastamos de forma perdulária, rimos de menos, dirigimos rápido demais, nos irritamos facilmente.
Ficamos acordados até tarde, acordamos cansados demais...
Multiplicamos nossas posses, mas reduzimos nossos valores.

Falamos demais, amamos raramente e odiamos com muita freqüência.
Aprendemos como ganhar a vida, mas não vivemos essa vida.
Fizemos coisas maiores, mas não coisas melhores.
Limpamos o ar, mas poluímos a alma.
Escrevemos mais, mas aprendemos menos.
Planejamos mais, mas realizamos menos.
Aprendemos a correr contra o tempo, mas não a esperar com paciência.
Temos maiores rendimentos, mas menor padrão moral.
Tivemos avanços na quantidade, mas não em qualidade.
Esses são tempos de refeições rápidas e digestão lenta, de homens altos e caráter baixo, lucros expressivos, mas relacionamentos rasos.
Mais lazer, mas menos diversão.
Maior variedade de tipos de comida, mas menos nutrição.
São dias de viagens rápidas, fraldas descartáveis e moralidade também descartável e pílulas que fazem de tudo: alegrar, aquietar, matar...

Colaboração: Ana Cristina
Topo


A Importância de ser você mesmo !

Certo dia, um Samurai, que era um guerreiro muito orgulhoso, veio ver um Mestre Zen. Embora fossemuito famoso, ao olhar o Mestre, sua beleza e o encanto daquele momento, o samurai sentiu-se repentinamente inferior. Ele então disse ao Mestre:
- "Pôr que estou me sentindo inferiior? Apenas um momento atrás, tudo estava bem. Quando aqui entrei, subitamente me senti inferior e jamais me sentira assim antes. Encarei a morte muitas vezes, mas nunca experimentei medo algum. Pôr que estou me sentindo assustado agora?" O Mestre falou:
- "Espere. Quando todos tiverem parrtido, responderei."
Durante todo o dia, pessoas chegavam para ver o Mestre, e o samurai estava ficando mais e mais cansado de esperar. Ao anoitecer, quando o quarto estava vazio, o samurai perguntou novamente:
- "Agora você pode me responder pôrr que me sinto inferior?" O Mestre o levou para fora. Era um noite de lua cheia e a lua estava justamente surgindo no horizonte. Ele disse:
- "Olhe para estas duas árvores: a árvore alta e a árvore pequena ao seu lado. Ambas estiveram juntas ao lado de minha janela durante anos e nunca. houve problema algum. A árvore menor jamais disse à maior: " Pôr que me sinto inferior diante de você? " Esta árvore é pequena e aquela é grande - este é o fato, e nunca ouvi sussurro algum sobre isso." O samurai então argumentou:
- "Isto se dá porque elas não podemm se comparar."
E o Mestre replicou: Então não precisa me perguntar. Você sabe a resposta. Quando você não compara, toda a inferioridade e superioridade desaparecem. Você é o que é e simplesmente existe. Um pequeno arbusto ou uma grande e alta árvore, não importa, você é você mesmo. Uma folhinha da relva é tão necessária quanto a maior das estrelas. O canto de um pássaro é tão necessário quanto qualquer Buda, pois o mundo será menos rico se este canto desaparecer. Simplesmente olhe à sua volta. Tudo é necessário e tudo se encaixa. É uma unidade orgânica: ninguém é mais alto ou mais baixo, ninguém é superior ou inferior. Cada um é incomparavelmente único. Você é necessário e basta. Na Natureza, tamanho não é diferença. Tudo é expressão igual de vida! ... agora eu sei que você descobriu o quanto você é importante neste mundo. Agora você pode entender que você também é importante para mim!!!

                                                               Colaboração: Elisabete Gentil

Topo

Os Macacos 

Um grupo de cientistas colocou cinco macacos numa jaula.  No meio, uma escada e sobre ela um cacho de bananas.  Quando um macaco subia na escada para pegar as bananas,  os cientistas jogavam um jato de água fria nos que  estavam no chão.
Depois de certo tempo, quando um macaco ia subir a escada, os outros o pegavam e enchiam de pancada. Com mais algum tempo, nenhum macaco subia mais a escada, apesar da tentação das bananas. Então, os cientistas substituíram um dos macacos por um novo.
A primeira coisa que ele fez foi subir a escada, dela sendo retirado pelos outros, que o surraram. Depois de algumas surras, o novo integrante do grupo não subia mais a escada.
Um segundo foi substituído e o mesmo ocorreu, tendo o primeiro substituto participado com entusiasmo na surra ao novato. Um terceiro foi trocado e o mesmo ocorreu. Um quarto, e afinal, o último dos veteranos foi substituído.
Os cientistas então ficaram com um grupo de cinco macacos que mesmo nunca tendo tomado um banho frio, continuavam batendo naquele que tentasse pegar as bananas. Se possível fosse perguntar a algum deles porque eles batiam em quem tentasse subir a escada, com certeza a resposta seria: "Não sei, mas as coisas sempre foram assim por aqui."

Você não deve perder a oportunidade de passar essa história para todos para que, vez por
outra, se perguntem porque estão batendo?.

Colaboração: Nelson Attila
Topo

Círculo de amor

Ele quase não viu a senhora, com o carro parado no acostamento. Mas percebeu que ela precisava de ajuda.
Assim parou seu carro e se aproximou. O carro dela cheirava a tinta, de tão novinho. Mesmo com o sorriso que ele estampava na face, ela ficou preocupada. Ninguém tinha parado para ajudar durante a última hora. Ele iria aprontar alguma? Ele não parecia seguro, parecia pobre e faminto. Ele pôde ver que ela estava com muito medo e disse:
- "Eu estou aqui para ajudar madamee. Por que não espera no carro onde está quentinho? A propósito, meu nome é Bryan".
Bem, tudo que ela tinha era um pneu furado, mas para uma senhora era ruim o bastante. Bryan abaixou-se, colocou o macaco e levantou o carro. Logo ele já estava trocando o pneu. Mas ele ficou um tanto sujo e ainda feriu uma das mãos.
Enquanto ele apertava as porcas da roda ela abriu a janela e começou a conversar com ele. Contou que era de St.Louis e só estava de passagem por ali e que não sabia como agradecer pela preciosa ajuda.
Bryan apenas sorriu enquanto se levantava. Ela perguntou quanto devia. Qualquer quantia teria sido muito pouco para ela. Já tinha imaginado todos as terríveis coisas que poderiam ter acontecido se Bryan não tivesse parado.
Bryan não pensava em dinheiro. Aquilo não era um trabalho para ele. Gostava de ajudar quando alguém tinha necessidade e Deus já lhe ajudara bastante.
Este era seu modo de viver e nunca lhe ocorreu agir de outro modo. Ele respondeu:
- "Se realmente quiser me reembolsaar, da próxima vez que encontrar alguém que precise de ajuda, dê para aquela pessoa a ajuda que precisar".. E acrescentou: "... e pense em mim".
Ele esperou até que ela saísse com o carro e também se foi. Tinha sido um dia frio e deprimido, mas ele se sentia bem, indo pra casa, desaparecendo no crepúsculo.
Algumas milhas abaixo a senhora encontrou um pequeno restaurante. Ela entrou para comer alguma coisa. Era um restaurante sujo. A cena inteira era estranha para ela.
A garçonete veio até ela e trouxe-lhe uma toalha limpa para que pudesse esfregar e secar o cabelo molhado e lhe dirigiu um doce sorriso, um sorriso que mesmo os pés doendo por um dia inteiro de trabalho não pôde apagar. A senhora notou que a garçonete estava com quase oito meses de gravidez, mas ela não deixou a tensão e as dores mudarem sua atitude.
A senhora ficou curiosa em saber como alguém que tinha tão pouco, podia tratar tão bem a um estranho. Então se lembrou de Bryan.
Depois que terminou a refeição, enquanto a garçonete buscava troco para a nota de cem dólares, a senhora se retirou. Já tinha partido quando a garçonete voltou.
A garçonete ainda queria saber onde a senhora poderia ter ido quando notou algo escrito no guardanapo, sob o qual tinha mais 4 notas de $100 dólares. Havia lágrimas em seus olhos quando leu o que a senhora escreveu. Dizia: "Você não me deve nada, eu já tenho o bastante. Alguém me ajudou uma vez e da mesma forma estou lhe ajudando. Se você realmente quiser me reembolsar não deixe este círculo de amor terminar com você". Bem, havia mesas para limpar, açucareiros para encher, e pessoas para servir.
Aquela noite, quando foi para casa e deitou-se na cama, ficou pensando no dinheiro e no que a senhora deixou escrito. Como pôde aquela senhora saber o quanto ela e o marido precisavam disto? Com o bebê para o próximo mês, como estava difícil!
Ela virou-se para o preocupado marido que dormia ao lado, deu-lhe um beijo macio e sussurrou: "Tudo ficará bem; eu te amo, Bryan".

Pense nisso e ... não feche esse círculo!
Colaboração: Marcia Mathias

Topo