1- Sendo dos constituintes do Sistema Solar mais primitivos, ou seja, os que menos transformações sofreram, permitem contar a respectiva história evolutiva. 2-Os meteoritos, tal como os asteróides, são constituintes primitivos do Sistema Solar e, como tal, trazem gravada a história da evolução do Sistema Solar, além das informações relativas ao local de onde provêm. 3- Provavelmente os planetas sofreram evoluções distintas. 4- Muitas das características da Lua fazem desse astro um verdadeiro laboratório espacial. De entre várias, salientam-se as seguintes: ausência de atmosfera (que permite melhor visibilidade e uma situação de vácuo quase total), escuridão absoluta (nas zonas não iluminadas), grande tranquilidade sísmica. 5- Sim, em certa medida. Uma vez que o processo de decaimento radioactivo é finito, a diminuição da energia interna da Terra levará à diminuição da actividade tectónica, que acabará por cessar. Como consequência, todo o ciclo geológico é alterado ( toda a actividade geológica, externa e interna é, assim, afectada). 6- As reduzidas dimensões da Lua tiveram como consequência que a respectiva actividade interna atingisse, no presente, níveis muito baixos. Assim, a Lua é considerada um astro praticamente morto. Pelo contrário, mercê da respectiva relação massa-volume, a Terra é ainda hoje um planeta activo. De recordar que grande parte da energia interna da Terra provém do descaimento dos elementos radioactivos. Se a massa de um planeta é reduzida, esgota-se mais rapidamente esta fonte de energia, o que contribui para fazer abrandar a respectiva actividade interna. Por outro lado, a ausência de atmosfera lunar (que também é consequência da reduzida massa, por implicar fraca atracção gravítica) acarreta também como consequência uma reduzida actividade externa. |
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