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Uma cartola de poesia

 

            Angenor de Oliveira são (é) um dos grandes mestre (mestres) da música popular brasileira. Você deve estar se perguntando de quem se trata, não é? Pois é do mestre Cartola, considerado por músicos como Nélson Cavaquinho e Paulinho da Viola como o maior sambista de todos os tempos.

 

            Cartola nasceu no Rio de Janeiro, em 11 de outubro de 1908, e ganhou esse apelido pôr (por) usar um chapéu-côco (coco) quando trabalhava em obras.

 

            Cartola não só fundou a Estação Primeira de Mangueira, juntamente com Carlos Cachaça e outros bambas, em 1928, mais (mas) também a (lhe) deu as cores verde e rosa. Para quem dizia que a combinação era extranha, (estranha), ele respondia que o verde representava a esperança e o rosa, o amor.

 

            Na década de 30, suas obras foram bastantes (bastante) gravadas pelos grandes cantores de então, como Francisco Alves, Sílvio Caldas e Carmem Miranda.

 

            Na década de 40, saiu de sena, (cena), para só ressurgir nos anos 50 - quando o cronista Sérgio Porto, também conhecido como Stanislaw Ponte Preta, encontrou-lhe (encontrou-o) trabalhando como lavador de carros! Embora tardiamente, Cartola teve os méritos reconhecidos pelos que apreciam uma excelente versificação. Só em 1974, aos 66 anos de idade, ele gravou seu primeiro disco.

 

            Autor de obras imortais como "As rosas não falam" e "O mundo é um Moinho", Cartola deixou-nos, desencarnando, em novembro de 1980.

Wilson M. Pereira

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