Estes são os componentes que formam e emolduram a figura de um dos maiores
artistas do nosso país.
Elymar Santos canta o que o povo quer ouvir. Sua experiência musical
baseia-se nas buscas às conquistas pelos palcos da vida.
Elymar Santos é especial. E o que é ser "ESPECIAL"?
Especial é algo único, uma pessoa que espalha amor com um sorriso ou com um
gesto amável. É a pessoa que age pelo coração e mantém na mente os corações
de outros. É algo que é admirado e precioso e que nunca poderá ser
substituído. Então "ESPECIAL"é a palavra que melhor define ELYMAR SANTOS.
Em seus discos Elymar Santos dá um show de interpretação. Ele na verdade
"tem a doçura do mel na garganta". Através de suas canções ele mostra toda
competência, talento e experiência.
Na partida de Ayrton Senna, com toda sua sensibilidade Elymar Santos
escreveu e musicou : "GUERREIROS NÃO MORREM JAMAIS" uma homenagem ao grande Senna.
Texto: "Sinopse da Império da Tijuca", destinada aos compositores.
Carnavalesco Eduardo Silva
A C#m Eu quero a canção mais bonita onde o grande poeta me diga
D Dm Que você não morreu, você não morreu
A Você que alegrou nossas vidas
C#m Nas manhãs de domingo e as corridas
D Dm Que você venceu, você venceu
E7 A Nunca vi meu povo sofrer tanto assim
E7 A Você, meu herói, era o orgulho deste meu país
D Dm A E agora o que é que a gente vai fazer
D Dm A Sem Ter você nas pistas pra torcer
D Dm A Se tudo sempre vai lembrar você
F#m E7 Porque guerreiros são guerreiros, não dá pra te esquecer
A A Eu quero a canção mais bonita... ...era o orgulho deste meu país
D Dm A D Dm A Eu sei que agora a gente vai torcer por outros brasileiros pode crer
D Dm A Mas eles sempre vão lembrar você
F#m E7 Porque guerreiros são guerreiros não dá pra te esquecer
A C#m D Dm Amigo é coisa pra se guardar... e você não morreu
A C#m D Dm Guerreiros não morrem jamais... e você não morreu
Escancarando de Vez
( Mauro Motta / Paulo Sérgio Valle )
D Tem certas coisas que são muito perigosas
D7+ Situações um tanto quanto escandalosas
B7 Em Mas sempre vale a pena até correr o risco a vida é pra viver
Se de repente a gente encontra alguém na rua
Pode acabara até envergonhando a lua
A7 D Num destes lances muito loucos que acabam num quarto de motel
D Às vezes basta a porta aberta do banheiro
D7+ Uma tremenda brincadeira no chuveiro
Am7 D7 G E às vezes basta uma pergunta embaraçosa pra gente confessar
Gm Quem é que nunca recebeu uma cantada
F#m B7 Quem é que nunca respondeu no mesmo tom
Em A7 D Quem é que nunca recebeu um bilhetinho das mãos de um garçon
Em A7 Eu e você assim ao som de um bolero
D B7 Pra lá pra cá do jeito que eu quero
Em A7 D Vem cá me faz que eu sei aonde vai chegar
B7 Em A7 Se o corpo quer assim assim coladinho
D B7 Pra lá pra cá do nosso jeitinho
Em A7 Am D7 Vem cá me faz me enrosca e deixa acontecer
G Gm C7 E o que me importa o que eles vão pensar de mim
F#m B7 Eu quero mais comer o fruto até o fim
Em A7 D Eu e você a dois a três escancarando de vez.
Cidadão
( Lúcio Barbosa )
D
Tá vendo aquele edifício moço
A7 D Ajudei a levantar
Am D7 Foi um tempo de aflição eram quatro condução
G Duas pra ir duas pra voltar
Gm C7 Hoje depois dele pronto olho pra cima e fico tonto
D E7 Mas me chega um cidadão e me diz desconfiado
A7 Tu taí admirado ou tá querendo roubar
G D A7 D Meu domingo está perdido vou pra casa entristecido me dá vontade de beber
G D A E pra aumentar o meu tédio eu nem posso olhar pro prédio
D Que eu ajudei a fazer
D A7 D Tá vendo aquele colégio moço eu também trabaiei lá
Am D7 Lá eu quase me arrebento pus a massa pus cimento
G Ajudei a rebocar
Gm C7 Minha filha inocente , chega pra mim toda contente
D Pai vou me matricular
E7 A7 Mas me diz um cidadão criança de pé no chão aqui não pode estudar
G D A7 Esta dor doeu mais forte por que é que eu deixei o norte
D Eu me pus a me dizer
G D A7 D Lá a seca castigava mas o pouco que eu plantava tinha direito a colher
D A7 D Tá vendo aquela igreja moço onde o padre diz amém
Am D7 G Pus o sino e o badalo enchi minha mão de calo lá eu trabaiei também
Gm C7 D Lá sim valeu a pena tem quermesse tem novena e o padre me deixa entrar
E7 Foi lá que Cristo me disse rapaz deixe de tolice
A7 Não se deixe amedrontar
G D A7 Fui eu quem criou a terra, enchi os rios e fiz a serra
D Não deixei nada faltar
G D A7 Hoje o homem criou asas e na maioria das casas
D Eu também não posso entrar
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João Lúcio do Espírito Santo