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                                           Poesias Etográfias

Como dói fingir, um até logo.
Quando prenuncia um adeus.
Adeus é insensatez do amor.
É ato atroz e, inconsequente,
Esperança fraqueada pela dor
 Paixão que ainda não feneceu.
Esmagar sonhos do indigente
 Ilusão queainda não morreu.


Adeus é anúncio, da partida,
E o clamor pela a esperança!
O adeus é o  maior monstro,
Martírio de qualquer bonança.
 Triste final a massacrar a vida.

Porque Ele é a inesperada e a,
Terrível indesejada despedida.


Adeus já saudade angustiada,
Precipitada na radical decisão.
Procura e só encontra o nada.
Adeus é perder mesmo Ilusão.
Saber perdeu a pessoa amada.
Antes é o amanhecer sorrindo.
E o depois é o vagar chorando.
Como dói... O adeus unilateral.
Para quem continuam amando!


O Amor é puro - sopro Divino...
E no o universo... É o essencial.
Do homem há de ser o Destino.
É o que distingue o bem do Mal.
Nas estrelas e até nos vegetais.
O Amor sublimado. É a Oração.
Desde os remotos Ancestrais...
A única esperança de Salvação.


 Amor sem a certeza da razão de ser.
 Quem ama vive e plenamente a Vida.
Somente estes souberam que, Viver.
É apostar na certeza do seu Coração.
Fizeram da ilusão-verdade, a guarida.

Gozaram tudo que ela tem a oferecer.

Sem Amor a vida é a estúpida aridez.
 Uma praia sem onda areia e sem mar.
É Um finito da existência - esquecida,
O mais triste reverso de verbo Amar.


É o último degrau duma fatal descida.
 Barco perdido em alto mar sem porto.
 Todo Adeus é simplesmente, sepultar.
 Ainda, um louco apaixonado. Coração.
Enterrar o que, ainda não está morto.
 No Adeus não é possível, mais sonhar.
Despedaça-se a mais sonhada ilusão.


Ondas em espumas em quebra - Mar.
 É a morte da Esperança mais dolorida.
Ele é morte muitas, vezes, provocada.
 Adeus unilateral, é o mais cruel aborto.
No que, a ilusão tem de mais sagrada.
No máximo
o sonhado feto natimorto.
É realmente Vida massacrando a Vida.
 E o nosso tudo transformado em Nada.


 

Edvaldo Feitosa
( Direitos  autorais  reservados  sob  o  nº 180859 )
* Fundação Biblioteca Nacional *
 

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