Poesias Etográficas



 

A todas as MÃES


Creio... As meninas nascem. MÃES!
As essências e suas almas são MÃES.
Dia Mágico  nele eu me sinto menino.
Queria ser o mais piegas dos Homens.
Sou frente a sua Grandeza pequenino.
Para escrever um lindo Poema Épico.
Cantar milésimos, do amor das Mães.
Porém além de me faltar criatividade.
Falta-me mais indispensável. Talento.
Ao homenagear tamanha generosidade.


Todavia sei que as Mães me perdoarão.
Entre os seus muitos Atributos Divinos.
Um  exercitam de maneira emocionante
Perdoam passado o presente e o futuro.
As Mães perdoam até, antecipadamente.
Sabiamente perdoam no claro no escuro.
Desde as brincadeiras infantis as juvenis.
Ao filho ingrato o perdão mais veemente,
Amor de mãe ver todos os filhos infantis.
Mais puro amor e também o mais crente.


Ilumina-as a ternura de um fatal destino!
Luze nos genes antologicamente sempre.
Continuidade da perpetuação da espécie.
Enquanto o mundo desaba, em desamor.
Inexplicavelmente se preservam íntegras.
Toda a pureza: do seu eterno santo amor.
Preservando eternamente carinhos doces,
Bálsamo, mesmo nos calvários dos filhos.
Estrela iluminada... Fé e mãos estendidas.
É a vida milagrosa semeando tantas Vidas.

Ombros que parecem frágeis, mas de aço,
E ser fêmea transfigura-se em altar santo.
 No pedestal humano altar mais purificado,
Que é o amor incondicional ao ser amado,
Muito antes - mesmo, de suas existências.
As MÃES já amavam... Os seus os filhos,
A mulher mãe é uma santa por excelência,
Antes até, do fenômeno... Da Fecundação!
A mãe é o carro chefe que baliza os trilhos,
Mãe já vive a maternidade no seu coração.

Tendo os colos e, os corações disponíveis,
Independentes dos números, cor e, credo.
Seja seu filho um vencedor ou fracassado.
Aliás, Mães nunca têm filhos transviados.
No máximo... Meninos incompreendidos.
Lenços jamais, saturados, pelas lágrimas!
Transformam suas angústias - em seresta.
Doando o amor preciso - para cada Filho.
E todo filho é seu o Poema mais Conciso.
 Como já disse o Poeta é sofrer no paraíso.


Ela carrega o maior troféu de suas Vidas.
Mesmo com os corações - despedaçados.
Nunca vencidas... Pelos embates da vida.
Com sorrisos esperanças sem explicações,
No Amor extrapolam sentimento humano.
Amam com cérebro, útero e, os Corações.
Os sonhos das MÃES são essencialmente,
Sonho atávico genérico e santamente seus,
Santos inexplicáveis misteriosos e Eternos.
 Clone do amor de Mãe só o amor de Deus.


MÃES esqueçam nossas palavras Ásperas,
Também, carinhos tão mal correspondidos.
Quais esperanças, encontram alentos e Fé?
Elas salvam os barcos, prestes a naufragar,
Segurando lemes com mãos frágeis firmes.
Vencem ondas imaginadas intransponíveis,
Negando as consagradas lógicas da beleza.
A Feminilidade ser realmente - a fortaleza.
Conceito do belo não é curva, é convexo.
Beleza da mãe está na alma, não no sexo.
 


Todas as nossas homenagens no seu dia.
Enviamos o presente, de todos os filhos!
Todos mais ou menos, sempre, Ingratos,
Porque é impossível, retribuir, os beijos,
Toda uma vida e as palavras carinhosas.
Todos os segundos, normais de aflições,
E a gente tem um grito uníssono e solo.
No momento abismo no topo do morro
Mãe, mãezinha me socorre quero colo,
Quando todos necessitam dum socorro.
 


Ao vê-las frágeis o relembrá-las tão fortes,
Nos emocionamos e as palavras não saem,
Inspirações em prantos não acertam teclar.
Temos certeza: todas as MÃES decifrarão,
Ninguém como mães sabem o que é Amar.
Os porquês de não continuarmos teclando.
É nosso coração chorando de pura emoção
Nesta dia bendito do ser que nos deu a vida
Já disse o Poeta repito de modo tão preciso,
Mãe é a única - Mulher a sofrer  no Paraíso

 

 

 

 

Edvaldo Feitosa
( Direitos autorais reservados)
* Fundação Biblioteca Nacional - nº180859 *

 



 


 
 
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