Poesias Etográficas

Sutilíssima diferença

 

O que é a Vida? Sem nenhuma ilusão?
Sem sonhos embalando as esperanças,
E, a alma sem uma sublime - emoção?
Alimentando a saudade e a se revigorar
Vida é balé dor e amor em suas danças,
Viver é viver tudo e a vida inteira amar.
Amor colorindo a alma carinhosamente,
Vida é somatório de todas as lembranças.
Com todos os acúleos protegendo a rosa.
A vida é um coletivo das ilusões somente.
E a vida viver tudo da vida e se eternizar,
Com interação muito Amar e ser Amado,
Permitindo ser o amor em verso ou prosa.
Segurar a alma, nas marés das desilusões.
Nos momentos dolorosamente e cruciais.
São nestes mais sublimes dos momentos, 
Vida quer viver tudo e ainda muito mais.
Talvez até nosso corpo nos pareça morto,
Quando só nos restam apenas desalentos,
O amor prova ser a bússola leme e, porto.

Mas somente mesmo nestas circunstâncias.
Podemos sentir que amor é o poema épico! 
Vivenciando-o nos braços da mulher amada.
Com todo o ardor e sem a calidês do  tépido,
Numa esplendorosa noite de luar a beira mar,
Com o esplendor de toda a alma apaixonada,
Nos doces momentos da mais sublime paixão.
Sonhando o melhor da vida e só viver e amar.
Sonhos de Amor se realizando são nosso tudo.
Antes durante e depois dos intensos orgasmos.
Sempre no depois extasiados, ficarmos mudos,
Ilusórias ilusões reconhecidas como eternidade.
Ao pressentir antes o desespero de um até logo...
Percebemos eternidade ilusória da efemeridade,
Volta o passado a aí, nos lembramos do prólogo,
A saudade oxigena as almas loucas dos amantes.
Na terrível e sinistra angústia do temor do Adeus.
Aí ao relembrarmos dos mais lindos dos instantes,
Fazemos ressuscitar todos os sonhos meus e, teus.


Silêncios equacionam as eternidades dos sonhos...
Bússolas conscientes sublinham retornos aos cais.
Os silêncios do amor evita o tédio, dos tristonhos.
Nas asas leves das benditas douradas esperanças.
Revestidas de plumas, do mais sublime, da Ilusão.
Revivemos uma a uma todas as lindas lembranças.
A vida só aninha os sonhos ilusórios de eternidade.
Sem isto existência é Nada do pó e a ilusão acaba!
Acreditamos para ser feliz e amar não existe idade.
Esta é a sutilíssima diferença entre o tudo e o nada.
A felicidade da alma resume em amar e, ser amada.

 

 








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Edvaldo Feitosa
( Direitos autorais reservados)
* Fundação Biblioteca Nacional - nº180859 *

 

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