Poesias Etográficas - Poema 24


 

 
 

À deriva



Não sou Pastor...
E nem rebanho...
Nem líder nunca.
Liderado. Jamais.
Não cultivo a dor!
Sou o meu senhor!
Pois simplesmente.
Sou  apenas Gente.
Mas ingenuamente.
Sou um Sonhador...
Com o Lindo Amor.

Não tenho ídolos...
Nem a menos sou.
Seguro os Prantos,
 E, a sorrir do azar.
Sou quase santo...
E meio anjo Mau.
Mas rezo contrito.
Com meu espírito.
Sinto até preguiça
Mas vou à Missa.
Nem sempre vou.
E, No Carnaval...
Só as Mulheres...
Encantam a alma.
Vê-las dançado...
E, até rebolando.
Para ser preciso.
Rouba a calma...
E perco o Juízo.

Tentando Amar,
Mas tantas quis.
Até posso dizer.
 Sou quase Feliz.
"Ser ou não ser”
Quase um ator.
Vivo do Amor!
Muitos os sim.
E, alguns não!
Jogo da vida...
Minha querida.
“Eis a questão.”

Sou meio tímido.
E muito atrevido.
Ás vezes, odiado,
Mas tão Querido!
Como uma Pipa...
Quando - esquiva.
Sou meus Sonhos,
Sempre - à Deriva.

 

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Edvaldo Feitosa
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