Poesias Etográficas - Poema 25


 

 

 

O limite da opção...

 
Pode não querer olhar nem ver estrelas.
Elas estarão sempre no finito no infinito.
Você talvez não goste nem de lua cheia.

E, seja apenas um pobre Homem aflito
.
Ou mesmo lua minguante ou crescente.
Porém o ciclo se repetirá eternamente.
Você quem sabe - não admira as rosas,
Mas elas encantarão a tantos e sempre,
Cumprido fielmente todo o seu mistério.
Presentes na paquera amor e na morte,
Ornamento da igreja e até do cemitério.
Em pêsames. Em augúrios de boa sorte.


Não seja feliz a ouvir canto dos pássaros.
Mas gorjearão enquanto existir a espécie.
Talvez possa achar a vida, uma coisa fútil.
Mas a vida está no ar no mar nos charcos.
Em todos os lugares é sempre bela e, útil.
E, poderia estar principalmente, em você.
Pode imaginar o amor, uma coisa ridícula.
Não lhe encantar barco, a voltar ao porto.
Uma ilusão ingênua e até já ultrapassada.
Sofrer achando tudo sem graça e emoção,
Acreditar ser o tudo, equivalente ao nada,
Nem ver diferença entre o mar e, o horto,
Aí você já não terá, mais nenhuma opção,
Não pode ter opção - quem já está morto.


 
Porque já está morto

 

 

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Edvaldo Feitosa
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