Poesias Etográficas



 Quem paga a conta

 


Vida e tantos prismas!
Apresenta mil facetas.
Mistério dos abismos,
Aqui está tudo sereno.
Acolá em cataclismos...
E, noutro lugar ameno,
Quando estou sorrindo.
Você está... Chorando.
Posso estar na solidão.
E, você talvez amando.


Sonho, com a Maria.
Maria deseja o João.
Denise diz me Adora.
Marta é meu. Tesão.
Nem sequer imaginei.
Porque Denise chora.
Jura séria ser por mim.
E sei quem amo agora.
E - amanhã eu não sei.
Cabeça a mil por hora...
Quem paga é o coração.


A Vida parece um jogo.
Com as cartas viciadas.
Uns poucos - Têm tudo.
Uns ficaram na largada.
Uns - com cem Amores.
Outros, abandonados...
Uns com cem – (Tudo).
Outros com sem (nada).
Tudo mesmo contramão,
Quem paga é o coração.



Por que não amo a Denise.
Amo Maria que não me quer
E Maria a sonhar com João.
João pensa em outra mulher
Denise por mim apaixonada.
E o meu Tesão pela Marta?
Ela só me diz apenas - Não.
Ciclo - tudo acaba em Nada.
No final quem paga a conta?
É
sempre o louco - Coração.

 

 

 



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Edvaldo Feitosa
( Direitos autorais reservados)
* Fundação Biblioteca Nacional - nº 180859 *

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