Poesias
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O Verdadeiro Amor

 

Estou apaixonado, mas não sei por quem,
Será talvez, pela vida que, já viveu demais,
Ou aquele amor que se sonha e nunca tem,
Só insano se apaixona sem ser por alguém,
Tantos amores que já tive; quantas paixões,
Quanto sei ser feliz olhando o meu passado,
Tantos amores lindos quantas doces ilusões,
Na realidade sempre vivi assim apaixonado.
 

O tempo quando aconteceu o primeiro amor,
Foi um tempo lindo e voltar a quem me dera,
Tudo a minha volta era o éden jardim em flor,
Um horizonte de infinito e somente primavera,
Enfim a carruagem passa e, a paixão também,
Eu segui a vida todos temos que, seguir a vida,
Mas nunca esqueci jamais, o verdadeiro amor,
Pois uma saudade de amor, nunca é esquecida,
É lembrança que hiberna rosa e ressuscita flor.

Recordando de ti e, voltando ao meu passado,
Como o filme da minha vida à frente rodando,
Quanto eu sei ser feliz revendo o meu passado,
Pois mais que apaixonado continuo te amando
Como se um vulcão inativo - que virou cratera,
Mas continua lavas internas em plena erupção,
Tento o inútil esquecer o que, é e não o que era,
Sufoco em tantos lábios meu romântico coração
Vivendo pseudo vida: do mais ardente garanhão,
 Tentar esquecer quanto o amor foi santo e, terno,
 Só traz a certeza que, o verdadeiro amor é eterno.
 


 

 

 

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Edvaldo Feitosa
( Direitos autorais reservados)
* Fundação Biblioteca Nacional - nº 180859 *



 

 

 

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