SONHOS DESIGUAIS Luiz Poeta Luiz Gilberto de Barros Às 11 h e 2 min do dia 29 de março de 2008 do Rio de Janeiro Tu me cobras tanta coisa... eu te dou tanto... Dou meu pranto, quando não tenho mais nada, Meu sorriso transformou-se em desencanto, Meu silêncio jaz na beira de uma estrada. Tu me pedes que eu me ajeite no teu sonho, Mas meus sonhos onde estão ? Tu tu te esqueceste ? Eles dormem nos versos que eu te componho Em cadernos solitários... que nem leste. Tu desejas meu amor... e o que me dás ? Tuas ânsias de roubar cada utopia Que eu guardo no meu peito onde jaz Muito mais que cada gota de poesia. Nossos sonhos são desejos desiguais, Meu amor é paz, o teu... é ousadia. |
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