Tractatus ethico-politicus

 

Genealogia do ethos moderno

 

Nythamar Fernandes de Oliveira

 

Porto Alegre: Edipucrs, 1999

 

 

...the safest way for a state is to lay down the rule that religion is comprised solely in the exercise of charity and justice, and that the rights of rulers in sacred, no less than in secular matters, should merely have to do with actions, but that every man should think what he likes and say what he thinks.

Benedictus de Spinoza, Tractatus theologico-politicus (1670), ch. XX.

 

...when of a sudden I am surpriz’d to find, that instead of the usual copulations of propositions, is, and is not, I meet with no proposition that is not connected with an ought, or an ought not.

David Hume, Treatise of Human Nature (1739-40), Book III, Part I, Section I.

 

Es ist klar, daß sich die Ethik nicht aussprechen läßt. Die Ethik ist transzendental. (Ethik und Ästhetik sind Eins.)

Ludwig Wittgenstein, Tractatus logico-philosophicus (1921), 6.421.


S U M Á R I O *

 

Introdução

 

1. Ethos, Kosmos, Oikos: Heráclito, Heidegger e a mundanidade da ética

1.1           - O ethos primordial

1.2           - A concepção heraclítica de kosmos

1.3           - A mundanidade do mundo

1.4           - O ethos ecológico do ser mundano

 

2. Psyche, Polis, Dikaiosyne: A dimensão utópica do político em Platão

2.1 - Justiça, ética e filosofia política

2.2 - A imortalidade da alma e a polis dos mortais

2.3 - Justiça e utopia social

2.4 - O problema do naturalismo ético

 

3. A liberdade dos modernos: Hobbes e o contratualismo

3.1 – Hobbes e o antinaturalismo ético-político

2.2 - Kant como árbitro entre Hobbes, Locke e Rousseau

3.3 - O contrato social: dois modelos de fundamentação

3.4 - Liberalismo e contrato em Kant

 

4. Kant, Hegel e a fundamentação normativa da modernidade

4.1 - A justificação de proposições práticas

4.2 - A fundamentação moral do político em Kant

4.3 - A eticidade em  Hegel

4.4 - A fundamentação ético-normativa da filosofia política moderna

 

5. Genealogia da razão política: Nietzsche e o perspectivismo

5.1 - Subjetividade, vontade de saber e vontade de poder

5.2 - Genealogia: verdade e método

5.3 - Crítica genealógica da religião

5.4 - Crítica genealógica da moral

5.5 - Crítica genealógica da filosofia política

5.6 - Crítica genealógica da modernidade

 

6. Verdade, poder, ética: Foucault e a genealogia da modernidade

6.1 - A modernidade em questão

6.2 - Genealogia, arqueologia e verdade

6.3 - Genealogia, história e poder

6.4 - Modernidade, hermenêutica e subjetivação

7.  Rawls, procedimentalismo e neocontratualismo

7.1 - A fundamentação de uma teoria da justiça

7.2 - Justiça como eqüidade

7.3 - A crítica rawlsiana à teoria kantiana da justiça

7.4 - O construtivismo político de John Rawls

8. Habermas, o mundo da vida e a terceira via do modernismo

8.1 - A guinada lingüístico-pragmática em filosofia política

8.2 - Mundo da vida, fenomenologia e filosofia analítica

8.3 - Problemas analítico-hermenêuticos

8.4 - A presentação do mundo

 

Conclusão

 

 

(*) Não é permitida a reprodução parcial ou integral dos textos disponibilizados sem a devida citação das respectivas passagens tais como foram publicadas no Tractatus ethico-politicus, Porto Alegre: Edipucrs, 1999.

 

 

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