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Para
derreter a cera (de preferência de ferro, pois mantém o calor por mais tempo). |
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Ou
difusor de calor, para colocar sob a panela (faz as vezes de "Banho Maria")
quando a cera é aquecida em fogão a gás. |

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Mistura-se
a parafina com a cera de abelha para baratear o custo de produção, pois a parafina é
bem mais barata que a cera de abelha. A proporção ideal desta mistura é de 2/3 (dois
terços) de parafina para 1/3 (um terço) de cera de abelha. |
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Há
diversos tipos de anilinas e corantes no mercado, mas após testá-los, optei pela anilina
da Hoescht Comercial, chamada Remasol.
É imprescindível que se tenha ao menos as cores básicas; amarelo, magenta, cian e
preto. A partir destas quatro cores conseguem-se praticamente todas as outras. |
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Cada
tipo de corante ou anilina trabalha com um tipo específico de fixador. No meu caso
recomendo Silicato de Sódio alcalino. |
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Também
existem várias maneiras de estender o tecido para ser encerado. Uma maneira prática são
as pranchas dentadas que se encaixam umas nas outras, podendo adaptar-se a diversos
tamanhos de tecidos. Qualquer pessoa com uma pequena noção de marcenaria, um serrote e
um formão, pode executá-las. As medidas são de acordo com a conveniência de cada um
(tamanho do tecido, da área onde se executará o trabalho, etc.). |
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Com
essas anilinas é possível tingir qualquer tecido de fibra natural. Ou seja: algodão,
seda, linho puro e viscose. |

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É sempre bom ter à mão diversas vasilhas, tigelas ou bacias para que se
possa lavar bem os pincéis e para misturar as cores. |
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A
escolha é livre. Recomendo pincéis de cerda longa para usar com a cera. O ideal é
tê-los sempre de diversos tamanhos.
Para os casos em que pintamos o tecido com pincel, ao invés de tingi-lo, indico pincéis
macios, principalmente se o tecido em questão for a seda. |
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