| |
 |
 |
|
 |
 |
 |
|
|
 |

A Lenda
Gênesis
A
história que estou ponto para contar à vocês é
sobre aqueles que chamamos de Deuses. A escutem
bem que é a verdadeira história.
A muito tempo atrás, em um tempo antes do
pensamento, existia apenas um globo no qual todas
as criações eram formadas. Como não há nada para
comparar, o globo era grande e pequeno, escuro e
claro, tudo e nada.
Durante 100 milhões de anos, o globo começou
a crescer e eventualmente 2 poderes lentamente
começaram a se formar. Enquanto cresciam, os
poderes desenvolveram consciência e ego e se
separaram em luz branca e escuridão. A Luz se
formou como fêmea e se chamou
Einhasad.
A escuridão se formou como macho e se chamou Gran
Kain. Esses dois seres marcaram o inicio do
universo inteiro, e tudo que conhecemos hoje.
Einhasad
e
Gran Kain
juntaram suas forças e se libertaram do globo.
Nesta ação o globo se partilhou em vários pedaços
de todos os tipos, alguns pedaços viraram céu,
outros caíram e viraram solo. Entre céu e terra
existia água, e algumas do solo viraram terra.
O espírito do globo foi chamado Ether, também se
partilhou com o rompimento do globo. Isto criou
vários animais e plantas. "Criaturas da Gênesis
foram formadas por esse espírito, e gigantes eram
os melhores dessa raça. Eles eram conhecidos como
os sábios, pois sua inteligência era grande como
seus poderosos corpos. Os gigantes prometeram
manter a fé em Einhasad e Gran Kain, já que foi a
ação dos dois que os trouxe para a vida e mundo.
Einhasad e Gran Kain estavam satisfeito com os
gigantes e os apontaram como os mestres de todas
as criaturas vivas. Isto foi antes de morte e
paraíso existir.
Einhasad e Gran Kain deram luz a muitas
crianças deusas entre eles. A primeira de 5
crianças recebeu o poder da autoridade da terra.
A filha mais velha,
Shillen,
estava encarregada da água. O filho mais velho ,
Paagrio,
controlava o fogo e a segunda filha,
Maphry,
controlava a terra. O secundo filho,
Sayha,
se tornou mestre do vento. Para a filha mais
nova,
Eva,
não sobraram elementos, então ela criou poemas e
musica. Enquanto os outros deuses estavam
ocupados com suas responsabilidades, Eva escrevia
poemas e serenatas com sua musica. E foi assim
que a era dos deuses começou e não existia lugar
na terra que não era de seus conhecimentos.
Einhasad foi a deusa da criação e criou formas
usando seu próprio espírito. Seus filhos usaram
seus próprios poderes para criar vida com essas
formas.
Shillen
instalou o espírito da água na primeira forma que
foi criada. Foi assim que a raça dos
elfos
foi criada.
Paagrio
instalou o espírito do fogo na segunda forma. Foi
assim que a raça dos
orcs
foi criada.
Maphr
instalou o espírito da terra na 3 terceira forma.
Foi assim que a raça dos
anões
foi criada,
Sayha
instalou o espírito do vento na quarta forma. Foi
assim que a raça
arteias
foi criada.
Gran Kain era o deus da destruição. Quando ele
viu o trabalho de Einhasad, ele se tornou curioso
e ciumento. Ele imitou Einhasad e criou a forma
com sua própria imagem. Então ele foi visitar
Shillen, sua filha mais velha e a pediu que
instalasse o espirito na forma. Shillen muito
surpresa o contou, "Pai, porque você deseja fazer
tal coisa? Einhasad, minha mãe é responsável pela
criação. Por favor, não tente converter o tipo de
trabalho que não é seu. A criatura que recebe
vida de um deus da destruição só causara
desastres”.
Mas Gran Kain não desistiria. Após muita
persuasão, finalmente ele obteve o consenso de
Shillen.
"Eu o farei então. Mas eu já dei o espírito da
água para a mãe. Então a única coisa que posso
lhe dar são as sobras." Shillen deu o espírito da
água escassa a Gran Kain, que aceitou.
No entanto, Gran Kain sentiu que não era
suficiente dar somente 1 espírito a sua criatura.
Então ele visitou Paagrio, seu filho mais velho.
Como Shillen, Paagrio também alertou seu pai,
contudo ele não pode recusar o pedido. Então ele
deu o espírito do fogo morto a Gran Kain.
Maphr também apelou a seu pai com lagrimas
nos olhos, mas acabou cedendo o espírito da terra
contaminada para seu pai. Sayha, em seu lugar,
deu o espírito do selvagem e violento vento.
Satisfeito Gran Kain pegou tudo que foi lhe
dado e criou, "Olhe para as criaturas que estou
fazendo! Vejam eles que nascem com o espírito da
água, do fogo, da terra e do vento. Eles serão
mais fortes e sábios que os gigantes! Eles
governarão o mundo!"
Gran Kain gritou com grande orgulho para
todo o mundo e instalou o espírito na criatura de
sua própria imagem. No entanto o resultado foi
terrível. Suas criaturas eram fracas, estúpidas e
covardes. Todos os outros deuses desprezaram a
criatura de Gran kain. Consumido pela vergonha de
seus fracassos, Gran Kain abandonou suas
criaturas e se escondeu por um tempo. Essas
criaturas eram chamadas
humanos.
A raça dos
elfos
era sabia e sabiam como executar mágica. Porem
eram menos sábios que os gigantes, portanto os
gigantes os deixaram servir em atividades ligadas
a política e magia.
A raça dos orcs era forte. Eles possuíam força
irresistível e grande força de vontade. No
entanto não eram tão fortes quanto os gigantes.
Portanto os gigantes os deixaram servir nos
assuntos de guerra.
A raça dos
anões
era habilidosa, eram grandes engenheiros,
habilidosos com matemática e excelentes artesões.
Os gigantes permitiram que os servissem no
trabalho de economia e faturamento.
A raça alada de
arteias
era livre e possuía enorme curiosidade. Os
gigantes queriam aprisionar e subjugá-las, mas
assim que um arteia foi preso em uma jaula,
rapidamente perdeu sua força e morreu. Os
gigantes não tiveram escolha a não ser permitir
que arteias voassem livres. As Arteias visitavam
a cidade dos gigantes para lhes dar noticias das
outras partes do mundo.
Os
humanos
não podiam fazer nada e então tornaram-se
escravos dos gigantes, fazendo qualquer tipo de
trabalhos menores. A vida dos humanos era tão boa
quanto a dos animais. |

O fim da
era dos Deuses
Gran Kain
era um poderoso deus. Porem, ele cometeu um grande
erro em seduzir Shillen, sua filha mais velha. Eles
conduziram um caso, evitando os olhos de Einhasad, até
que Shillen ficou grávida. Quando Einhasad ordenou que
Shillen fosse banida do continente. Gran Kain virou
suas costas para a situação, e Shillen foi abandonada
a seu destino.
Enquanto grávida Shillen partiu para o leste. No
meio da floresta negra, ela deu à luz, amaldiçoando
Einhasad e Gran Kain a cada dor que sentia no parto.
As crias geradas do horrível parto de Shillen
trouxeram o desespero e raiva de sua maldição e
tornaram-se demônios. Entre eles, as mais fortes
criaturas eram chamadas
"dragões".
Era um total de seis dragões nascidos com a
maldição contra os seis deuses. Shillen estava furiosa
com Einhasad que a baniu, e com Gran Kain que a
seduziu e logo depois a abandonou. Juntando a força de
suas crias, ela criou um exercito para punir os
deuses.
Os dragões foram ordenados para liderar o exercito
de demônios contra os deuses. Ouvindo isto, Aulakiria,
o dragão da luz, olhou para Shillen com tristes olhos
e falou:
"Mãe, você não sabe o que esta fazendo. Tu
realmente deseja a destruição dos deuses? Tu realmente
deseja que seu pai, mãe e irmãos caiam no chão
ensopado com seus próprios sangues?
Sua apelação não mudou a mente de Shillen. Por fim, os
demônios invadiram o palácio onde os deuses viviam, e
uma grande batalha começou. Os seis dragões destruíram
tudo no palácio dos deuses”.
Até mesmo os deuses foram intimidados pelo
incrível poder dos dragões. A batalha parecia durar
para sempre. Ainda assim, se a guerra não terminasse,
o mundo seria destruído e todas as coisas vivas seriam
aniquiladas.
Numerosos mensageiros dos deuses e demônios foram
destruídos. Todo dia havia relâmpagos e trovões.
Gigantes e outras criaturas vivas da terra tremiam
enquanto observaram a terrível luta no céu.
A grande batalha continuou por muitos anos, e
eventualmente a balança pesou para um lado
gradualmente. Apesar de sofrer muitos ferimentos,
Einhasad e Gran Kain, tinham grande poder e destruíram
muitos demônios.
Os dragões continuaram lutando, apesar de
gravemente feridos e marcados com cicatrizes. Suas
fatigas se tornaram cada vez mais aparentes, após um
tempo, pareciam que a guerra chegaria ao fim com o
extermínio do exercito de Shillen. No fim, os dragões
abriram suas asas e voaram para a terra como
escapatória. Os demônios sobreviventes os seguiram. Os
deuses queriam matar todo o exercito que se retirava.
Porém devido aos seus próprios ferimentos, tudo que
podiam fazer era observar enquanto os dragões fugiam.
Como as crianças de Shillen desapareceram um por
um e perderam a guerra, Shillen não podia suportar sua
tristeza. Ele inventou o submundo e o governou. Após
isso Eva assumiu seu posto como deusa da água.
Os gigantes podiam andar em carroças criadas por
suas próprias mãos e andar livremente pelo palácio dos
deuses. Eles podiam usar mágica e levantar uma ilha e
viver como os deuses.
Eles podiam prolongar suas vidas ate que parecesse
como se fossem viver para sempre. Os Gigantes
começaram a pensar que seus poderes eram iguais aos
dos deuses. Devido a sua sabedoria, eles se tornaram
arrogantes.
Eles começaram a criar experimentos modificando
organismos vivos e construir novas formas de vida. Os
gigantes chamaram a magia de fazer tal milagre
possível de Ciência. Intoxicados pelo poder, eles
organizaram um poderoso exercito para lutar contra os
deuses apesar da falha de Shillen, dos seis dragões e
dos inúmeros demônios na mesma tarefa.
Os deuses viram a preparação e ficaram furiosos.
Einhasad, que clamava o direito único de criar vida,
ficou sem palavras com tal fúria. Ela jurou destruir
todos os gigantes juntos •com o continente e todo o
mundo. Gran Kain implorou para que ela se mantivesse
calma.
"Assim como tú és a mãe da criação", ele
argumentou, "a destruição é minha responsabilidade. Tú
sabes muito bem o que eu tive que passar quando
converti sua tarefa. Eu punirei os gigantes por sua
conduta arrogante. Ainda assim se você desejar
destruir todo o mundo, eu lutarei com tudo que tenho."
Gran Kain não queria permitir a destruição do
continente por nada.
Einhasad foi muito ofendida pela intervenção de
Gran Kain. Contudo, como eles eram de status igual,
ela não podia o impedir.
Einhasad se comprometeu no fim. De acordo para punir
os gigantes, ela decidiu pegar emprestado o martelo de
Gran Kain - conhecido como o Martelo do Desespero.
Devido a seu grande poder de destruição, ate mesmo
Gran Kain nunca tinha usado a arma. Por fim, em sua
fúria, Einhasad levantou o martelo muito acima da
cabeça e o trouxe para o centro da cidade dos
gigantes.
Somente quando chamas vermelhas começaram a
chover dos céus os gigantes perceberam o erro tolo que
cometeram. Eles se juntaram combinando forças para
parar a raiva de Einhasad depositada no martelo do
desespero. Ainda assim com a força dos gigantes, eles
mal puderam alterar a direção do martelo.
Isto foi suficiente para destruir toda a maior
cidade do mundo; inúmeros gigantes e outras raças
foram instantaneamente esmagados. Um largo buraco foi
deixado na terra e ondas imensas cobriram a
superfície. No fim, quase todos os gigantes faleceram.
Os gigantes que conseguiram viver correram para o
leste a fim de evitar a fúria de Einhasad. Sua rota
foi paralela a que shillen fez antes. Einhasad
continuou os caçando um por um com descargas de raios.
Os fugitivos que restaram tremeram em medo e rezaram
para Gran Kain.
"Gran kain, Gran Kain! nós percebemos nosso erro.
Somente você pode parar a fúria e loucura de Einhasad.
Não nos deixe morrer, nós que nascemos no mesmo lugar
que você, nós que somos as mais sabias e fortes
criaturas da terra!"
Gran Kain subitamente sentiu uma sensação de pena
por essas pobres criaturas e pensou que os gigantes ja
tinham sofrido bastante por suas transgressões. Ele
elevou a mais profunda água do oceano ao sul e
bloqueou o caminho de Einhasad. Einhasad gritou em
fúria. "O que é isto?! Quem ousa me interferir? Eva,
minha amada filha, retire a água que bloqueia meu
caminho nesse instante ou esteja pronta para seguir os
passos de sua irmã mais velha!"
Eva temeu Einhasad e imediatamente retornou as
águas ao oceano. Einhasad continuou a perseguir os
gigantes, matando-os um por um. Os gigantes choraram
novamente para Gran Kain.
"Gran Kain! O mais poderoso dos deuses! Einhasad
continua a nos perseguir, determinada a nos
exterminar! Nos rezamos a ti, por favor, tenha
misericórdia e nos salve!"
Gran Kain elevou a terra no caminho dos gigantes.
A grande montanha impediu a caça de Einhasad e ela
gritou. "Maphr, minha amada filha! Quem ousa me
interferir?! Abaixe a terra nesse instante, ou esteja
pronta para seguir o caminho de sua irmã!
Temendo essas palavras, Maphr tentou abaixar a
terra, porem Gran Kain a impediu.
"Einhasad, porque você não desiste? Toda a terra
sabe e treme diante de sua fúria. Os sábios, mas tolos
gigantes sentiram seus erros. Veja por si mesma! A
orgulhosa raça e nobres criaturas que um dia
governaram a terra estão escondidas em um buraco da
terra tremendo de medo enquanto tentam escapar de ti!
Não mais eles podem desafiar os deuses. Este lugar irá
eternamente ser a prisão dos gigantes. Acalme sua
raiva, sua vingança está completa."
Einhasad continuou raivosa, mas ela não podia
agir contra os desejos de Gran Kain, ele possuía poder
igual ao dela. Ela decidiu que, como Gran Kain havia
dito, seria melhor deixar os gigantes naquele infeliz,
barrento buraco para sempre arrependidos de seus
pecados do que os matar. Ela terminou sua caça e
retornou para casa.
Após isso, Einhasad raramente interferiu com os
acontecimentos da terra, como ela estava profundamente
decepcionada com os seres da terra. Gran Kain também
concordou não aparecer na terra. A era dos deuses
tinha chegado a um fim.
|

O
domínio da Terra
O mundo
estava em um grande tumulto seguido pelo
desaparecimento dos gigantes. Acostumados às regras
dos gigantes, os elfos, orcs, anões e humanos estavam
diante de uma nova realidade. No topo desta
aterrorizante mudança, o mundo no qual viviam sofreu
varias destruições com o ataque do martelo do
desespero. Muitos morreram durante o desastre trazidos
por Einhasad, e muitos outros morreram na confusão e
caos. As raças da terra imploravam fervorosamente os
deuses por salvação, porém os deuses não respondiam.
Os primeiros a tomar controle da situação foram
os elfos, já que eles eram responsáveis pela política
durante o tempo dos gigantes. Os elfos tinham sucesso
em unificar as raças e continuaram com suas vidas. Mas
com o passar do tempo, se tornou aparente que os elfos
não tinham as mesmas capacidades de governar que os
gigantes tinham. Os primeiros entrar em conflito com
os elfos foram os orcs.
"Os elfos são mais fortes que nós? Não! Os elfos
tem o direito de nos governar? Não! Não podemos
suportar que os mais fracos que nós fiquem sobre nós!"
O poder militar dos orcs era grande e, vivem
somente em paz, os elfos não eram páreos para os
orgulhosos e temerosos orcs. A maioria da terra se
tornou território dos orcs em um instante e os elfos
foram levados aos limites do continente. Lá os elfos
pediram ajuda para os anões, que, com grande riquezas
e armas superiores, teriam chance contra os orcs.
"Raça da terra”, os elfos choraram, "Nos ajudem.
A violenta horda dos orcs nos persegue com grande
vontade. Venham, vamos lutar juntos."
Porém os anões recusaram o pedido dos elfos. A
seus olhos, o mundo estava do lado dos orcs. Não havia
razão para os pragmáticos anões se juntar aos fracos.
Os elfos ficaram furiosos, mas não podiam mudar a
decisão dos anões.
Os elfos decidiram procurar ajuda com a raça do
vento, os arteias. Suas reconhecidas habilidade e
ataques de vento seriam ajuda suficiente para o
triunfo dos elfos sobre os orcs. Uma delegação de
elfos viajou para os confins da terra para procurar
ajuda dos arteias.
"Raça do vento, nos ajudem! Os bárbaros orcs
estão nos oprimindo com grande vontade. Lutaremos
juntos e ensinaremos uma lição para suas tolices!"
Mas, como sempre, os arteias não estavam
interessados na política e guerras da terra. Eles
estavam determinados a não tomar nenhum lado e se
esconderam nas profundezas das ilhas. Os elfos se
desesperavam.
"Alias, ninguém vai nos ajudar! Será este o fim
de nossa espécie? Os nojentos orcs tomarão as terras e
clamarão toda a gloria e riqueza para si mesmos?"
Negados pelos pragmáticos anões e neutros
arteias, os elfos foram deixados sem aliados para
enfrentar os orcs. Deixados para seus destinos, os
elfos ficaram surpresos pelo aparecimento de um
estranho entre seus ranks. O estranho se ajoelhou
diante de Arenisen, que olhou bem para descobrir que o
estranho era o representante dos humanos. O estranho
usava uma coroa feita com três galhos. "O que é isto,
líder dos humanos?" O rei elfo perguntou, "Você veio
para rir de nós?"
O humano abaixou sua cabeça e falou, "Não, sabia
rainha. Nós viemos para ver se nossa humilde força
poderá ser de sua assistência."
Os elfos se arrependeram por pensar que os
humanos eram tolos e fracos, seus grandes números
poderiam ser útil na batalha.
"Muito nobre de você, rei humano”, o líder elfo
falou."Seres insignificantes vocês podem ser, mas sua
lealdade devotada e vontade de sacrificar suas vidas
por nós é admirável. Vá para a vitória e você ganhara
lugares ao lado dos elfos."
O rei humano reverenciou a rainha, então levantou
sua cabeça, olhando seus conterrâneos elfos."Muito
nobre de sua parte rainha dos elfos”, ele falou, "Nós
humanos temos porem um pedido a fazer antes de partir
para a batalha e gloriosa vitória dos elfos. Nossos
poderes são fracos. Nossos dentes não podem sequer
arranhar a pele dos orcs e nossas unhas são inúteis
contra seus músculos. Nós o imploramos, nos dê o poder
para enfrenta-los. Nos ensine o conhecimento de sua
mágica."
Essa ousada proposição deixou os elfos chocados e
furiosos. Ensinar mágica aos humanos? Nunca! Eles
articularam invocando o feitiço para tornar o humano
em uma pilha de cinzas, mas o líder elfo intercedeu.
Ela sentiu que o pedido não era uma ameaça e deveria
ser honrado. Os humanos eram muito fracos e seria
duvidoso que pudessem vencer os orcs sem nenhuma
ajuda. E com suas mentes inferiores, os humanos não
seriam ameaça já que mal seriam capazes de aprender
mágica. E assim ela tomou a decisão que mais tarde
teria o custo de sua vida.
Os humanos rapidamente absorveram os caminhos da
mágica, aprendendo muito mais rápido do que os elfos
tinham antecipado. O corpo humano, apesar de não ser
forte como os dos ocs, foi fortificado através do
constante parto em sua espécie. Eles eram adeptos com
suas mãos e podiam habilidosamente usar armas e acima
de tudo, seus números eram gigantes e impressionantes.
Em pouco tempo, o exercito humano se tornou uma força
formidável.
A aliança humano - elfo gradualmente começou a
derrotar os orcs. Como a maré da batalha trocou a
favor da aliança, os anões trocaram de lado e
começaram a criar suprimentos de batalha para os
humanos. Com poderosas armaduras e afiadas armas dos
anões, os humanos poderiam agora derrotar o exercito
orc sem a ajuda dos elfos.
Os elfos ganharam dificilmente, mesmo que a
vitória da aliança crescesse em número. Eles podiam
sentir o crescimento humano mais forte e acima de seu
controle. Ainda assim os elfos não se abalaram, pois
eles não podiam imaginar que os mais fracos deles, o
lixo humano, poderia conceder uma revolução. E com a
vitória final sobre os orcs, os elfos não tinham tempo
para se preocupar com os humanos. Os humanos
continuaram a aprender melhores formas de mágica, e
eventualmente a guerra acabou com a vitória da aliança
humano - elfo. Os orcs foram forçados a assinar um
humilhante pacto de paz e rapidamente retornaram para
a segurança de seus lares no norte de Elmore.
O líder dos orcs riu enquanto partia, "Elfos
tolos. Esta vitória não é sua, mas dos sujos humanos.
Como vocês propõe controlar esses monstros de sua
criação?"
Havia verdade em suas palavras, os elfos agora
enfrentavam uma nova ameaça, os humanos. Mas após a
longa batalha, os elfos ficaram muito fracos para
lutar. Em contraste, os humanos com seus novos poderes
mágicos, eram fortes. E assim, os humanos se
levantaram contra os elfos.
Muito tarde, os elfos visualizaram o que haviam
criado embaixo de suas asas os descendentes dos
dragões. Uma violenta batalha de mágica contra mágica
novamente abalou a terra. Mas os elfos eram muito
fracos para suprir as forças dos humanos. Os elfos
foram lentamente empurrados até que foram forçados a
recuar para a segurança de suas florestas. De sua
posição segura, eles se preparam para o confronto
final com os humanos. A mágica dos elfos era mais
forte nessas florestas e eles planejavam usar essa
vantagem para a vitória.
Os elfos cavaram profundas masmorras que
rapidamente ecoaram com o barulho das espadas e os
gritos da batalha. Porém a vitória final no cerco de
três meses foi dos humanos. Nem o orgulho elfico, nem
o poder mágico das florestas, nem mesmo a mágica
superior dos elfos podem contra a infinita correnteza
do exercito humano. Os elfos sofreram grande dano e
eventualmente escaparam floresta adentro. Em recuo,
eles arremessavam fortes barreiras ao redor das
florestas para prevenir a passagem dos humanos e
outras raças. E assim, os humanos tornaram-se os
conquistadores de todas as terras.
|

O
surgimento dos
Elfos Negros
Uma
grande mudança ocorreu nas florestas elficas durante
esse tempo. Perdendo controle do continente para os
humanos, os elfos gradualmente perderam sua confiança.
Esquecendo sua ambição pelo domínio da terra eles se
tornaram contentes com suas vidas pacíficas nas
florestas.
Havia um grupo conhecido como os Elfos Marrons
que não estavam satisfeitos com a serenidade dos
elfos. Possuídos por uma forte e ambiciosa tendência,
eles insistiram que a batalha com os humanos devia
continuar, mesmo que isso significasse o uso da banida
magia negra. Contudo, essa postura encontrou uma
violenta oposição dos outros elfos.
Durante esse período, um mago humano apareceu
entre os elfos marrons e, aproximando-se do seu líder,
falou. "Rei dos elfos marrons, tu desejas poder. Porém
os fracos elfos da árvore e seus apoiadores temem que
você alcance esse grande poder que deseja. Eles
somente se preocupam se você vai os atacar ou trazer
uma grande praga por provocar os humanos. São esses
fracos pensamentos que criou a atual fraqueza na raça
elfica. O líder dos elfos marrons respondeu, " Quem é
você, mago humano? Que objetivo você tem para nos
enganar?"
“ Eu sou um mero mago. Porém possuo o poder que
você deseja. Eu posso lhe ajudar a adquirir sua
ambição em retorno você deve me dar o que desejo."
"O que você deseja? E o que isso pode ser?"
"Sua juventude. O segredo da vida eterna." Um
pequeno sorriso tocou os arredores da boca do humano.
"Apesar de ser habilidoso em mágica, eu ainda sou
humano e meu tempo de vida não chega a cem anos.
Então, rei dos elfos marrons, qual é sua decisão? Nós
podemos nos ajudar em alcançar o que desejamos."
Seduzido pelo poder da magia negra que o mago
possuía, os elfos marrons aceitaram essa proposição e
aprenderam a arte negra sob sua tutela. O mago por sua
vez obteve o conhecimento da imortalidade e deixou as
florestas satisfeito.
Sabendo desses eventos, os elfos baniram os Elfos
marrons, que haviam abandonado Einhasad e começaram a
seguir Gran Kain. Uma batalha se iniciou entre todos
os elfos. Os elfos marrons, agindo em um plano do mago
humano, usaram um feitiço fatal para aniquilar os
elfos das arvores. Porém os elfos das arvores, com sua
respiração morta , lançaram uma maldição sobre os
elfos marrons. A maldição rondou as matas dos elfos
Marrons e eles se tornaram uma raça da escuridão. Após
isso, os elfos marrons foram conhecidos como Elfos
Negros.
|
|
|
 |
|
|
 |
|
 |
|
|
 |
|
|