Êxtase
(Fase – VIII)
Determinada, decidiu que se daria o sagrado direito de ser gente. Seria possuída
como nos tresloucados
sonhos. Dar-se-ia como uma venal e venturosa mundana.
Gozaria as delícias do sexo sem limite algum, desde que ninguém soubesse dessa
loucura que a tornaria feliz e realizada como mulher.
Sugaria o néctar que simboliza a continuidade da existência e após fazer o
homem
e sol de sua vida liquefazer-se em sua garganta, engoliria seu gozo em
sorvos lentos.
Estimularia a prática do
sexo anal, prometendo a si mesma suportar a sodomia e tirar
o máximo proveito e
prazer nessa conjunção há muito desejada, mesmo se ele lhe
pespegasse cruel
sofrimento em seu corpo delicado.
O homem bendizente esperava na expectativa
do caçador
perspicaz e pacificidade de sua índole. Dava a entender a mulher,
que se sentia todo-poderosa pelas iniciativas ousadas, ser apenas
um fantoche nas
mãos de quem buscava interação dando-lhe
oportunidade para um ataque
frontal.
Tamara
R. Almeida
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