A Igreja Adventista no
combate ao fumo
Vias para a morte mais rápida
Câncer na faringe, laringe, esôfago ou nos pulmões são algumas das doenças a que os fumantes se expõem. Nos pulmões, o fumo causa ainda a diminuição da função pulmonar, tosse e rouquidão crônicas. No sistema cardiovascular, provoca agravamento da angina de esforço, doenças das artérias coronárias, arritmias cardíacas, derrame, aneurisma de aorta e arteriosclerose.
No aparelho digestivo, um número enorme de gastrites e úlceras é atribuído ao tabagismo. Nos ossos, o fumo contribui para a ocorrência de osteoporose, e, nos órgãos sexuais, para a impotência masculina e baixa fertilidade.
Apesar de tantos riscos, o fumante não dá importância às advertências sobre os graves problemas que o fumo representa para sua saúde. A posição de indiferença ocorre principalmente entre os que não vivenciaram as piores conseqüências do tabagismo, em si próprios ou em parentes e amigos.
Outras informações podem também indicar mais perigos a que está exposto o fumante: em prazo muito curto, diminui 15% a resistência do fumante na prática de exercícios. Segundo a Organização Mundial de Saúde, o fumo mata mais do que o consumo de heroína, cocaína e álcool. Além disso, mata mais do que a Aids, homicídio, suicídio e acidentes de carro.
Pesquisa feita por médicos no Reino Unido revela que outros médicos, fumantes, que morreram entre 35 e 69 anos, perderam em média 22 anos de vida, por causa do vício do fumo. Os que conseguiram passar dos 70 anos viveriam em média mais oito anos, se não fumassem.
O tabagismo, além de matar células, altera as características das que sobrevivem. As que se tornam cancerosas passam a se reproduzir rapidamente. Ao encostarem em vizinhas sadias, elas continuam a se reproduzir e a invadir espaços, o que causa uma desordem generalizada no organismo da pessoa cancerosa. Após o consumo de apenas um cigarro, o batimento cardíaco do fumante sobe de 80 para 120 por minuto.