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Eis que chegam os anos setenta, com o novo chefe de Agrupamento, Chefe Henriques Calado e logo de seguida o Chefe Lopes da Silva ajudado pelo Pereirinha, a Nelinha, a Bibi e a Manuela Caldeira fazem todos os possíveis pela continuação do 158, mas a desmotivação dos jovens, a politica do país e a falta de uma sede provocam uma espécie de hibernação do Agrupamento. |
| Os oitenta. Já num passado recente,
começa uma formação de chefes que quase se manteve até aos nossos dias, com o Padre
António Nabais como assistente e com Francisco Rodrigues, Tomé, Helder, Céu, a Nelinha,
a Carlota e o João Nuno, conseguem tornar os escuteiros uma segunda família para os
jovens. Só que nem tudo pode ser perfeito e o único problema que se depara é a falta de
sede, a Rua da Pedra, a Rua da Cadeia, a Rua Eusébio Nunes, a Casa de São Paulo, A
Igreja da Nazaré, o antigo Edifício dos Correios são os exemplos dos locais por onde
passou o Agrupamento 158, e finalmente o Parque da Piedade em conjunto com a Base dos
caminheiros localizada ao pé da Igreja da Sé, mas com o sonho de uma nova sede no
coração, sonho que talvez se esteja prestes a realizar. |
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Anos noventa, hoje o 158, com o João
Nuno e o Tomé à frente do Agrupamento, conseguem manter uns poucos escuteiros que devido
ao seu amor pelos ensinamentos de B.P. mantêm o Agrupamento e trazem novos elementos.
Estes tornam-se o motor da expansão do 158, apenas com uma vintena de elementos o 158
começa a destacar-se na sociedade elvense, com a sua presença nas procissões e em
alguns acontecimentos da cidade, mostrando que existe alguém capaz de dar sem pedir nada
em troca, coisa muito rara nos nossos tempos. A entrada de Silvia Pereira, pouco depois do
Chefe Jorge, o Quim e a Fátima, o Minga e por fim o Chefe Caetano, com esta equipa de
chefes o 158 tem o seu Boom, chegando quase a duzentos escuteiros, o Agrupamento é um dos
melhores da região, não só pelo numero de escuteiros mas como pela qualidade. |
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A saída da Silvia, do Chefe Minga e do Chefe Jorge provocaram algumas baixas na direcção do Agrupamento, mas nada que o Agrupamento 158 não aguente. Agora, chegou outro tempo de mudança para o 158, com a saída do João Nuno de Chefe de Agrupamento e com a promessa da Luisa, da Paula, do Bruno, do Zeca, do Luis, da Clara, das Margaridas, do Henrique, do Charreu e da Rosário, injecta-se sangue novo na chefia e um grande impulso em direcção ao futuro. Em conjunto com o Tomé, o Quim, a Fátima, o Chefe Caetano e como assistente o Padre Bento preparam-se os escuteiros para um constante desafio, o de viver a vida como escutas e cristãos. |
Esperamos que consigam, pelo menos, igualar o grande trabalho feito pelos anteriores.
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Os Princípios, a Lei, e a Promessa do Escuta
Princípios
1º O Escuta orgulha-se da sua fé e por ela orienta a sua vida.
2º O Escuta é filho de Portugal e bom cidadão
3º O dever do Escuta começa em casa
Promessa |
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O nosso Agrupamento pretence ao |
| Secção | Idades | Chefes | Elementos |
Alcateia de |
6 aos 10 anos |
Fátima, Margarida M., Margarida V., Clara, Henrique, Zeca |
50 |
Grupo |
10 aos 14 anos |
Tomé, Rosário, Bruno, Charréu | 30 |
Grupo |
14 aos 18 anos |
Quim, Caetano, Paula e os Caminheiros Meira e Dario |
10 |
Clã de |
18 aos 22 anos |
Luisa, Luis | 15 |
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O conteúdo desta página é o contributo de
José Carlos Rodrigues.
Reproduzido em 27Abr97.
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© 1997 LP - Última actualização em 07-03-1999