Menu: [ VOLTAR ] — Os 13 poemas do primeiro caderno:
Ca
Caramla
início: é vernissage: coquetel: vinho, obras, arte: os caramla passeiam: — tem merda no teu cabelo: — prá tu vê: Ramcala
amanhã de manhã é sábado ô locutor não parar não é esquecer vai cotando amigos, supramigos conterrâneos quase todos... amanhã de manhã é sábado ô locutor amanhã de manhã é badalo é sim e porque amanhã é SÁBADO a BLU é uma parada! Meirinho, Martinho, Elke, Bell, mais cem que morram todos ô locutor estes mais sem tem se ausentas dia-a-dia, dia-pós-dia, dia-menos-dia, mais... amanhã de manhã vais ramca-la é sôfrego, pois sei ssssss - há morte "menos que esse pesadelo não podes crer... " por enquanto dorme... ssssss... chove... depois... depois-de-amanhã foi-ce cabado Calaram
Cala
falando sério mistério sonoro ecoa voa cai cai no cais e du cais deporta a fala aquecida espremida infame
Bolaramca
Ecce Homo: Ecce Homo: Ecce Homo: Ecce Homo: Ecce Homo: Ecce Homo: Ecce Homo: Ecce Homo: Ecce Homo: Ecce Homo: Ecce Homo: Ecce Homo: Ecce Homo: Ecce Homo: Ecce Homo: Ecce Homo: Ecce Homo: Ecce Homo: Ecce Homo: Ecce Homo: Esse não conheço: Laboramca
sua à vida térrea vinda cruzcifincou espinho ou sais à testa -dos demais prezsentes . . . sua à vida térrea vinda trazbalhos cantos-chão ou virias à fazeres -postas ás mãos reluzsentes . . . sermos deuzses que laboram ca Ramboca
Em ponto dez-prás-uma um sereno só baixou sobre nossas cabeças Sentidos três-por-três cada um de nós sorriu esse sorriso azedo do prazer CORINGA! Ramboca melada... Corre liso como corrimão assopra contra-vento náusea amplidão Ficá no sereno dá gripe rouco febre chá ca ca cacacacaracacacacacacacacacacacacacacaca cacacacacacacacacaacacacacarcacacacacacacacacacacacacataca cacacatacacacacrmcacacaracacacacacacacaca cacaacacacacacacacacacacacacaccacacaacacacacacacacacacacaca cacacaacacacacacacacacacacacacacacacacaramcacacacaca cacacaccacacacaccacacacacacaccacacacacacacacacacacacacacaca cacaacacacmcacacacacacacacacacacacmacacacacacacacacaacacaca acacacacaacaaaacacacacaaacaccaacaacacacacacaacacacacaca Boramca
Caboram
— pega (inda onte prendi rastejam):
Lacaram
Lacabo
sim, nem o censo
visto de perto
suspeita do surto
sem senso
quando volta o que passou
passa-se, PASSA-SE
passa-se mesmo
prá ter o mundo
é só causar o mundo
prá causar o mundo
é só ter porque(m) causar
só os que lacabo sabem
zabinda buzinda, a travessa
inda bem que não é burra
zabinda buzinda, atravessa
só sem carona, essa quinze
e Tad'eu rindoBoramcala
eu - sábio que
vivo silente: mancho:
habito como hábito
no hálito
orbito como árbitro
no óbito
eu - sabiá que
vive do canto: arrepio:
habito como árbitro
no hálito
orbito como hábito
no óbito
saibam - que eu
vivo de sopresa: mudo:
habito como árbitro
no óbito
orbito como hábito
no hálito
subam - eu que
vivo morto: mato:
orbito como árbitro
no hálito
habito como hábito
no óbito | |||||||||||||||||||