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Escolha alguma das matérias abaixo:

  
Enjôos na gravidez 
  
Ossos fracos, eu?
   
 A importância do sol

 

 

                               Enjôo durante a gravidez é normal e passa rápido!              
                        Sim, eles são um horror e não, não acontecem só com você. Os enjôos e náuseas, batizados
                   pelos médicos de emese gravídica, atingem 90% das mulheres (em 60% dos casos, com vômitos) e
                   costumam ser mais comuns entre a 6a. e a 16a. semana de gestação. Marinheiras de primeira viagem
                   são as maiores vítimas, mas mesmo quem já teve filhos pode ser pega por esse incômodo. Porém,
                   não se desespere: além de ser absolutamente normal, mais cedo ou mais tarde vai passar.
                        O ginecologista e obstetra Renato Kalil explica um dos motivos do mal-estar é a alteração
                   hormonal que ocorre no corpo da mulher nessa fase -- aumento dos níveis de estrógeno e
                   progesterona. Porém, fatores psicológicos como ansiedade também podem influenciar bastante. O
                   horário mais crítico costuma ser pela manhã, mas pode persistir pelo dia todo. Acompanhando o
                   enjôo, as náuseas e os vômitos podem vir também a tontura e a hipersalivação.
                        Veja o que fazer para superar essa fase de uma forma menos traumática.
                        Deixe sempre três bolachas de água e sal ao lado da cama e coma assim que acordar, a seco.
                   Ajuda a controlar o excesso de saliva. Na seqüência, tome algum líquido gelado (e de preferência
                   azedo): sucos de limão, laranja e abacaxi são bem-vindos. Isotônicos (como água-de-coco e
                   gatorade) e coca-cola também são indicados porque repõem rapidamente o cloro e o potássio
                   perdidos com os vômitos. Não escove os dentes em seguida, pois isso pode provocar náusea. Tome
                   um banho antes... Evite longos jejuns. Nessa fase, a digestão fica mais lenta. Por isso, é comum que
                   você se sinta empanturrada mesmo com pequenas quantidades de alimento. Porém, com o estômago
                   vazio também piora o enjôo, o segredo é comer pouco, a cada 3 horas.
                         Nos lanches antes do almoço e jantar, boas sugestões são sorvetes (cítricos ou não) e fatias de
                   abacaxi com casca de limão ralado. Vale lançar mão dos antiinstamínicos (remédios antienjôo) e
                   vitamina B6 antes das refeições principais. Mas não tome nada sem indicação de seu ginecologista. 
                         Não tome antiácidos, a menos que seu médico receite. Às vezes, o enjôo e a má digestão são
                   causados exatamente pela queda na produção de ácidos gástricos. Evite exercícios intensos. Eles
                   podem causar tontura e aumentar o mal-estar. Fazer repouso nessa fase pode ser uma ótima idéia.
                   Se o enjôo continuar após o quarto mês, converse com seu médico.

                             

                            Osteoporose: a prevenção tem que começar já!                  
                           Se você já fez 30 anos, fique esperta. Algumas atitudes bem simples podem evitar que você
                     sofra de osteoporose mais tarde. Essa doença, que deixa os ossos tão frágeis ao ponto de se
                     quebrarem com uma simples batida na quina da mesa ou até um espirro, atinge principalmente
                     as mulheres. Uma em cada quatro, após os 65 anos, sofre desse mal.
                           Durante a infância e a adolescência, nossos ossos estão em franco desenvolvimento, ou seja,
                     mais células novas são produzidas e apenas um pequeno número de antigas é substituído. Dos 30
                     até os 45, eles entram em um período de estabilidade. É nessa hora que vale a pena se prevenir e
                     caprichar na ingestão de cálcio e nos exercícios físicos. A partir dos 45 anos, as células mais velhas
                     continuam sendo eliminadas, mas os ossos se renovam mais lentamente. Para piorar o quadro,
                     com a menopausa ocorre uma queda da produção de estrógeno. E a falta desse hormônio feminino
                     prejudica ainda mais a formação óssea. A essa altura, é comum ter que apelar para complementos
                     vitamínicos que contenham cálcio e outros medicamentos. Mas você pode reverter essa situação.
                           Aprenda a manter seus ossos fortes desde cedo.
                     Causas mais comuns:
                           O cálcio, além de ser essencial para a contração dos músculos e para o bom funcionamento
                     do sistema nervoso, é imprescindível para a formação óssea. Quando a ingestão de cálcio ou a
                     absorção desse nutriente pelo organismo é insuficiente, a produção de osso fica afetada.
                           Existem certos casos de osteoporose que são causados por deficiências hormonais, situação
                     comum entre mulheres de mais de 60 anos, que apresentam baixos valores de estrógeno depois da
                     menopausa. O excesso de corticosteróides, o hipertireoidismo, o hiperparatireoidismo e longos
                     períodos de imobilização também podem causar a doença.
                     Áreas de risco e exames preventivos:
                           Os médicos costumam dizer que a osteoporose é uma "doença silenciosa" porque não
                     apresenta sintomas. É comum descobri-la quando um simples esbarrão causa uma fratura. Pulsos,
                     quadris, coluna e ombros são os locais mais atingidos. A densitometria óssea é o exame que
                     determina a densidade dos ossos. Deve ser feito anualmente a partir dos 50 anos. É possível
                     também determinar a concentração de cálcio na análise de sangue e na de urina.
                     Para ter ossos duros de roer:
                           Pratique atividades físicas diariamente. Além de tonificar os músculos e melhorar os reflexos,
                     os exercícios também fortalecem os ossos! É isso mesmo. A atividade mais indicada pelos
                     especialistas nesses casos é a musculação.Coma os alimentos certos. Procure fazer uma dieta
                     equilibrada e rica em cálcio. Sem cálcio, não há produção de osso. Nesse caso, o leite e seus
                     derivados são os melhores remédios. Um copo de 250 ml de leite desnatado oferece 20% do
                     cálcio necessário por dia. Sim, isso significa que todas nós deveríamos tomar de três a cinco copos
                     por dia, dependendo da idade. Quem não bebe leite por não suportar lactose deve procurar um
                     médico. Provavelmente, ele vai prescrever um complexo multivitamínico com o mineral. Vale trocar
                     um copo de 250 ml de leite pela mesma quantidade de iogurte ou uma fatia de 30 gramas de queijo
                     branco ou tofu (queijo de soja). O cálcio dos brócolis, da couve-flor e do espinafre é absorvido em
                     menores quantidades pelo organismo. Seria preciso comer "um balde" desses vegetais para
                     substituir uma xícara de leite. Mas, mesmo assim, eles são ótimas complementações.
                     Quantidade de cálcio necessária por dia:
                           Até os 30 anos - 1.500 mg
                           Dos 30 aos 45 anos - 1.000 mg 
                           Após os 45 anos - 1.500 mg 

                         
                      

                                 A importância do sol no organismo                       

                            Tome sol! Os raios solares ativam a vitamina D no nosso organismo. E é ela a responsável
                      pela absorção de cálcio. Apenas 15 minutos diários, antes das 10 horas ou depois das 15 horas
                     são suficientes.
                            Evite os ladrões de cálcio: refrigerantes, bebidas alcoólicas, cafeína, açúcar, proteínas em
                     excesso e sódio reduzem os efeitos do cálcio. Fumo também pode eliminar os minerais que
                     existem nos ossos.
                           Após a menopausa, faça reposição hormonal -- Hoje em dia, a maioria dos médicos 
                     recomenda a ingestão de hormônios (estrógeno e progesterona) para controlar a densidade óssea.                                    

                           

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