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A Competitive Knowledge começou como uma lista de discussão sobre Gestão do Conhecimento e hoje, é uma comunidade virtual, na qual, profissionais e estudantes de diferentes áreas trocam experiências e tiram dúvidas sobre um assunto em comum, a Gestão do Conhecimento. A lista conta com mais de 1400 participantes e foi mediada por um consultor de Gestão do Conhecimento da empresa Informal Informática, Jayme Teixeira Filho (in memorian), que deu início a esta comunidade, e tinha como objetivo incentivar a discussão sobre o assunto e tirar as dúvidas de quem se interessasse. A lista começou com três integrantes e cresceu conforme foi sendo divulgada em palestras, em cursos e principalmente pelo boca-a-boca e marketing viral. 
Uma comunidade virtual, principalmente com este grande número de componentes, tem necessidade de ser mediada e o mediador tem que se esforçar para manter o foco das discussões no assunto e para evitar mensagens comerciais. A Informal Informática também envia periodicamente informativos divulgando eventos sobre Gestão do Conhecimento e assuntos correlatos e artigos, normalmente escritos pelo próprio Jayme T. Filho. O que aumenta ainda a sua credibilidade como especialista no assunto Gestão do Conhecimento. Diversos são os motivos que unem os participantes da lista, a maioria se cadastra para trocar informações sobre a Gestão do Conhecimento, para pedir material que ajude a concluir uma dissertação e para divulgar um evento sobre o assunto. A partir de um certo momento as pessoas começam a sentir necessidade de se conhecerem pessoalmente, o que pode dar certo ou não. No início do ano 2000 os participantes da comunidade Competitive Knowledge tentaram organizar um encontro no Rio de Janeiro para tomar um chopp, apareceram seis pessoas. No ano seguinte surgiu a idéia de um encontro maior, em um hotel, com duração de três dias, onde seriam realizados painéis sobre diversos temas relacionados à Gestão do Conhecimento. Este encontro nacional deu tão certo que nele foi criada a Sociedade Brasileira de Gestão do Conhecimento, da qual o Jayme, consultor da Informal Informática, tornou-se o primeiro presidente. A Competitive Knowledge continua seguindo seu caminho independente da SBGC, mas foi a principal responsável por esse sucesso. A abrangência da lista de discussão é de assuntos relacionados a Capital Intelectual, Inteligência Competitiva, Gestão do Conhecimento, organizações do Aprendizado e outros temas relativos ao futuro do trabalho nas organizações. Atualmente, a lista é suportada pelo servidor de listas de discussão gratuito Yahoogroups (www.yahoogroups.com). Neste site ficam armazenadas todas as mensagens trocadas até hoje e também é possível anexar arquivos, tornando desnecessário o envio de arquivos pesados por e-mail. A Competitive Knowledge não é uma lista de livre acesso, as pessoas que tentam se cadastrar recebem um e-mail do moderador da lista explicando o seu funcionamento e pedindo para que a pessoa se identifique, evitando assim, mensagens com propósito comercial, conhecidas como Spam.

Educação à Distância pela Internet

"As angústias nascidas da técnica abalam todos os valores da civilização. O desenvolvimento descontrolado das técnicas está à beira de se transformar no problema essencial do mundo contemporâneo." As Intermanagers, Outubro de 2001

Este conceito está completando 50 anos. Trata-se da base temática do livro Aonde vai o trabalho humano, escrito em 1950 por Georges Friedmann. Numa época em que a globalização não existia, a informática e a automação das plantas industriais eram absolutamente incipientes e a organização do trabalho ainda não havia sido influenciada pelo modelo de divisão em células e práticas como a qualidade total (desenvolvida a partir da explosão econômica japonesa) e ISO 9000, já se manifestavam a preocupação e a angústia relativas à exigência de o ser humano, enquanto profissional, manter-se atualizado diante da ebulição tecnológica. Hoje, num mundo em que a tecnologia renova-se em velocidade fulminante e que a informação é o mais importante diferencial das empresas, organizações e indivíduos, o problema essencial indicado há 50 anos por Friedmann continua a desafiar a sociedade humana, agora potencializada pela competitividade compulsiva da globalização. Nesse contexto, a educação, genericamente, torna-se o paradigma essencial. Esta afirmação é referendada, categoricamente, pelo economista Robert B. Reich, secretário do Trabalho dos Estados Unidos no primeiro mandato de Bill Clinton, considerado um dos mais influentes pensadores modernos sobre o futuro do trabalho e responsável pela recuperação do nível de empregos em seu país. Reich, professor catedrático da Universidade de Harvard, sempre deixou claro que a educação e a constante reciclagem e aperfeiçoamento dos profissionais são fatores essenciais no contexto da nova configuração do mercado de trabalho. Essa questão crucial tem preocupado estudiosos e organizações internacionais. Em 1993, quando a globalização e as transformações periféricas que suscitou já se manifestavam de forma mais contundente, a Unesco (Organização das Nações Unidas para a Cultura e a Educação) constituiu a Comissão Internacional sobre Educação para o Século XXI. A missão do colegiado era exatamente a de delineara missão dos educadores e do ensino de maneira geral na passagem do milênio, considerando, basicamente, a internacionalização das economias e a necessidade de democratizar o conhecimento para reduzir as desigualdades. O grupo foi liderado pelo francês Jacques Delors, ex-presidente da Comissão Européia. As conclusões da comissão, conhecidas como Relatório Delors, foram apresentadas em 1996. O texto reconhece o ensino como direito fundamental do homem, o que se constitui em avanço conceitual importante para o novo século. Em outro segmento, contudo, indica que, mais do que nunca, é necessário buscar respostas eficientes para pôr fim à antiga angústia do homem profissional diante do avanço ininterrupto e cada vez mais veloz das tecnologias e do conhecimento. O próprio Delors responde, de forma incisiva, à questão: "O conceito de educação ao longo de toda a vida aparece como uma das chaves de acesso ao século XXI". Ou seja, a educação continuada é fator condicionante ao sucesso dos indivíduos na nova ordem econômica mundial. É por isso que o ensino à distância tem avançado geometricamente em todo o mundo. Afinal, é a única forma capaz de conciliar a necessidade da educação continuada com a falta de tempo e as dificuldades cada vez maiores de um profissional estar fisicamente presente em uma sala de aula. Hoje, a tela do computador é uma sala de aula mundial, infinita, na qual é possível fazer cursos de alto nível. Até pouco tempo atrás, fazer qualquer curso ministrado por gurus internacionais do management, por exemplo, exigia alguns meses de exílio numa ala residencial de campi como os de Harvard, Columbia e MIT e o desembolso de considerável volume de dólares. As tecnologias de informação e, mais recentemente, a Web constituem a chave para o século XXI explicitada por Delors. Ou seja, são as ferramentas que viabilizam a eficácia e qualidade dos novos modelos de educação continuada à distância. Dentre todas as virtudes e problemas, a rede mundial de computadores assume papel fundamental ao ampliar o acesso ao conhecimento, que se transforma no centro da competitividade e na principal riqueza da sociedade contemporânea. Saber é o verbo que melhor decodifica a senha do sucesso profissional no novo século.

* Carlos Alberto Júlio é CEO da HSM do Brasil e professor dos cursos de MBA do ITA, da ESPM e da FEA/USP.

 

Hyperlinks subvertem a hierarquia

Por Hernani Dimantas

A idéia de que um negócio é um forte caiu por terra. Algumas pessoas ( a maioria dos executivos) acreditam que as estratégias da empresa devam estar seladas a sete chaves. Que os funcionários são apenas funcionários. E que eles não devem saber o que se passa dentro ou fora da cabeça do chefe. Funcionários tem o dever de seguir a risca ordens e desordens da gerência. Estamos de volta aos tempos de Taylor? Mas isto não é uma viagem no tempo. É a realidade. Realmente, por um período muito longo, o comportamento das empresas tinham este enfoque. Em 1900, o gerente controlador seria um exemplo de administrador. Nos anos 2000, não passa de um rabugento... As empresas estão começando a sofrer o efeito colateral dos tempos da Internet. Pessoas estão se conectando. E funcionários ainda são pessoas. Eles estão se conectando, e aprendendo a resolver problemas. Estão cada dia mais informados. Conhecem os mercados de forma mais profunda do que a própria administração. Este é o poder do hyperlink. Na internet, conceitos administrativos tradicionais não funcionam. A informação estar disponível a qualquer um que navega pela rede. O conhecimento está mudando de forma, pois até então, o indivíduo detinha a informação. Saber era poder. Hoje, a informação está disponibilizada virtualmente. Não é necessário ter memória, só precisa saber onde encontrar a informação. O Google tem valor no mercado, não pela capacidade de informação acumulada. Mas pela capacidade de apontar aonde encontrar a informação. Em resumo: O profissional mais procurado pelo mercado não é aquele que tem respostas para todas as perguntas. Mas aquele que sabe onde encontrar as respostas. Aquele que participa do mercado. Aquele que está conversando. Onde encontrar? Procure na web... você encontrará!! A urgência de resolver problemas básicos é uma psicose oriunda da administração controladora. As empresas tem que se hyperlinkar, e redescobrir os mercados. Assim, ela também vai participar das conversações. Vai entender que na rede existe um mundo virtual muito parecido com o dia-a-dia real. Estar na internet vai além de uma administração remota. Estar na rede é saber pescar. Procurar os atalhos. Conhecer pessoas. Conversar. Na Internet os mercados estão pulsando. Tem que participar para compreender.

http://www.marketinghacker.com.br/index.php?itemid=517

chamilton2@zipmail.com.br

 

 

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