WW3: M004: Atlantic Shield
   

World War III

   

Batalhas da WW3:

 

- Simulações.

 

- Gulf Escort.

 

- Agressão no Norte.

 

- Voltar.

 

- GIUK TRAP.

 

- Fernando de Noronha.

 

- TO Falklands.

 


 
 

 

Atlantic Shield.

 

SSN.21 USS Sea Wolf.

 

BRIEFING 004________________________________

 

Missão: Atlantic Shield.

Data: 30 de Agosto de 1997

Hora Local: 0500

Localização: Mar do Norte.

 

Situação Operacional: Diante do confronto militar na costa polonesa, a hostilidade entre os dois blocos políticos ideológicos começa a se tornar menos dissimulada, tendo os Estados Unidos da América em um pólo e a Rússia no outro. Uma vez que a atual área de tensão tem se restringido ao Báltico, a ONU, cada vez mais fragilizada, decide apenas assistir a escalada dos acontecimentos. De maneira a fortalecer suas forças na região, a Rússia envia uma poderosa força naval do Mar do Norte, para reforçar a Frota do Báltico. Diante do tamanho da nova ameaça, vários submarinos nucleares da OTAN são deslocados para interceptar estes reforços.

Situação Tática: As forças russas enviadas são consideravelmente poderosas. Caso elas se unam à Frota do Báltico a superioridade naval vermelha na região será suficiente para apoiar uma invasão em larga escala na Polônia e Alemanha, assim como na Península Escandinava. Poderosos submarinos nucleares Hunter-Killer deverão fazer um bloqueio, afundando qualquer navio russo que entrem na Zona de Exclusão. Segundo informações da inteligência, coletada pelos agentes de campo e confirmada por fotos de satélites, os russos tentarão romper o bloqueio em 3 ondas distintas. Os submarinos devem estar preparados para uma longa missão, sem tempo de recarregar novos torpedos e sem apoio externo. Caso além de impedir a passagem dos vasos inimigos, os submarinos conseguirem causar perdas severas na frota russa, uma importante vantagem tática será conseguida, fragilizando as Marinha Vermelha em ações futuras. Qualquer apoio de superfície ou aéreo poderia precipitar ou ser utilizada como justificativa para uma invasão.

 

Estado do Mar: 5

Vento: 020º a 15 nós

Visibilidade: 35%

Camada Térmica: 300mts de profundidade.

Ordens: Afundem qualquer vaso de guerra Russo que tentem furar o bloqueio. SE POSSÍVEL AFUNDEM OS NAVIOS QUE TENTEM ESCAPAR.

 

Forças Envolvidas:

 

ALIADAS:

USS Seawolf – Long John

USS Cheyenne – Sniper

USS San Juan – Intruder

Rubis – Long Dan

HMS Astute – Medeiros

HMS Trafalgar – Nemo       

HMS Swfitsure – Klangoso

HMS Soverign – Fábio

USS Dallas – Sea Wolf

USS Sturgeon – Psyker

USS Cavalla – Werewolf

 

INIMIGAS:

ONDA 1

1 x Slava

3 x Sovremenny

2 x Udaloy

2 x Krivak IV

2 x Neutrashimyy

1 x Grisha II

 

ONDA 2

1 x Kiev

2 x Kashin-M

2 x Gepard

3 x Grisha V

 

ONDA 3

1 x Kara

3 x Chabanenko

2 x Nanuchka IV

2 x Ivan Rogov

1 x Grisha II

 

Pontuação (não cumulativa):

A – 10 pontos se nenhum navio russo furar o bloqueio e pelo menos 15 navios russos sejam afundados. 5 pontos pessoais para cada navio inimigo afundado.

B – 5 pontos se nenhum navio russo furar o bloqueio. 3 pontos pessoais para cada navio inimigo afundado.

C - 3 pontos se somente 1 onda conseguir furar o bloqueio. 2 pontos pessoais para cada navio inimigo afundado.

D - 2 pontos se somente uma onda for impedida de furar o bloqueio. 1 ponto pessoal para cada navio inimigo afundado.

E - 1 ponto se mesmo com as 3 ondas furando o bloqueio, as perdas russas forem superior a 11 navios. 1 ponto pessoal para cada navio inimigo afundado.

F – 0.1 ponto para cada navio inimigo afundado

 

Resumo dos combates_________________________

 

Com a iminência de um conflito em larga escala, nossa segunda missão empregando submarinos, previa a realização de um bloqueio no Mar do Norte, buscando evitar a passagem da frota Soviética para o Atlântico. Porém, tendo-se em vista que o Teatro de Operações era de maiores dimensões (Águas azuis) agora os meios escolhidos eram nada menos que poderosos submarinos nucleares (Hunter-Killers) franceses, americanos e ingleses.

Contando com as limitações (e vantagens) da termoclima, a batalha seria o mais próxima da realidade e os submarinos teriam a vantagem! Uma vez definido o plano de ação, partiram de Scapa Flow três grupos de bloqueios, cada um tendo se dirigido para os pontos indicados (em azul) no mapa.

Com a frota inimiga aproximando-se exclusivamente através da costa da Noruega, parte da força estaria longe demais para interferir nos combates. Aproximando-se em três vagas de ataque as forças inimigas empregaram um submarino (Classe Victor III) como batedor, o qual entrou em combate contra o USS Sea Wolf, obtendo a vitória.

Tendo esta batalha sido um mero prelúdio à batalha principal (GIUK TRAP) apenas serviu para que se fosse realizado o posicionamento inicial de forças, sendo que novos meios seriam adicionados a batalha, como a frota do Kuznetsov, dois Battle Groups da OTAN e unidades baseadas no Reino Unido.

 

 

 

Destaques especiais:

 

- Ataque ao NAe CDG.

 

- Crimes de Guerra.

 

- Brotherhood Freedom.

 

- Operação Icosaedro.

 


Fotos e mapas:

 

Mapa de planejamento dos Blue Seals compreendendo a área de operações, e as possíveis rotas a serem empregadas pelo inimigo, bem como as movimentações iniciais da força de submarinos da OTAN.

 

Destroier da Classe Sovremenny.

 

HMS Spartan: SSN da Classe Swfitsure, em serviço com a Royal Navy.

 

Navio Slava da Marinha Soviética.

 

Download do debriefing.

 

 

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