WW3: Crimes de Guerra
   

World War III

   

Batalhas da WW3:

 

- Simulações.

 

- Gulf Escort.

 

- Agressão no Norte.

 

- Atlântic Shield.

 

- GIUK TRAP.

 

- Fernando de Noronha.

 

- TO Falklands.

 


 
 

 

Crimes de Guerra.

 

Soldados Iraquianos rendem-se as forças americanas durante a Guerra do Iraque, em 2003.

 

Respeitando o inimigo.

Não restam dúvidas de que uma guerra é o ponto máximo da selvageria humana, onde a vida alheia pouco vale, pois o que importa é aniquilar as forças inimigas o mais breve possível e terminar com a guerra, alcançando a vitória não importando os meios empregados!

Porém, ainda assim há regras que buscam resguardar a segurança daqueles que não são combatentes, ou que sendo combatentes, por motivos diversos vieram a não ter meios de se defenderem. Assim sendo, prisioneiros inimigos, forças que tenham se rendido e unidades médicas devem ser protegidas, e terem condições mínimas de sobrevivência.

Um exemplo desta preocupação é a Convenção de Genebra, que assegura que execuções, tortura e outros métodos desumanos sejam aplicados nos campos de batalha.

Mas o que isto influiria em nossas simulações, afinal tudo isto é virtual e...

...influi sim! Afinal se queremos buscar o máximo de realismo, é preciso evitarmos exageros ou atos que transformariam as simulações em meros 'vide games'!

 

Náufragos no Atlântico Sul.

O primeiro episódio, digno de ser contestado junto a um Tribunal Internacional de Crimes de Guerra, em que os limites do bom senso foram ultrapassados ocorreu durante a Batalha das Falklands, quando aeronaves argentinas atacaram (as 02:28Hrs ZULU) sobreviventes de um dos navios de transporte ingleses, o qual havia sido destruído pouco antes, como resultado de uma colisão de um caça inimigo.

Enquanto as forças inglesas ainda buscavam entender o que havia ocorrido, e organizar uma operação de resgate dos sobreviventes dos navios atacados (além de reorganizarem suas defesas) eis que um caça inimigo, voando a baixa altitude, aproximou-se de alguns escaleres (pequenos barcos) onde estavam embarcados sobreviventes do 42Th Royal Marines, causando algumas baixas entre os soldados de sua majestade, sem que estes tivessem meios efetivos de se defenderem!

Como resultado deste ato, imediatamente foi emitida uma denuncia contra o alto comando inimigo (neste caso encaminhada ao nosso moderador) buscando evitar novos atos de insanidade.

Segue abaixo a integra da mensagem:

 

O Comandante BSS Shadow, em uso de suas prerrogativas como 2º mais antigo e graduado em comando ATIVO atualmente nas forças de libertação das Falklands, vem por meio desta oferecer a presente

 

 

D E N Ú N C I A

 

 

Contra as forças da Federação Russa e da República Argentina, representadas pelo Red Team, em razão do que segue:

 

1) Como signatária da II Convenção de Genebra Para melhoria da sorte dos feridos, dos doentes e dos náufragos das Forças Armadas no Mar, de 12 de Agosto de 1949, a Federação Russa comprometeu-se a oferecer a estes desvalidos pela fortuna de tratamento digno, oferecendo resgate e asilo, nas formas estabelecidas.

 

2) ocorre que no dia hoje, às 0228 30 Zulu, aeronaves Argentinas comandadas por especialistas russos abriram fogo contra os escaleres do recém afundado Sir Percival, causando 6 vítimas.

 

3) Cabe ao Sr. Paulo Muselli, representante das Nações Unidas, encaminhar esta denuncia, na forma da lei, aos órgãos competentes do Tribunal Penal Internacional e aos órgãos gestores da Convenção de Genebra e da Red Cross, sob pena das forças da OTAN julgarem qualquer oficial russo ou argentino capturado por crimes contra a humanidade, cuja pena é a morte.

 

 

Na espera das medidas cabíveis, e repudiando a atitude típica dos covardes.

 

 

BSS_Shadow

À Bordo do HMS Bristol

 

 

Felizmente, novos episódios como este não vieram a se repetir, mantendo assim os combates dentro de padrões aceitáveis, garantindo a perfeita continuidade das batalhas.

 

 

Destaques especiais:

 

- Ataque ao NAe CDG.

 

- Voltar

 

- Brotherhood Freedom.

 

- Operação Icosaedro.

 


O papel da Imprensa:

 

A partir da simulação da batalha pelas Ilhas Falklands, foi introduzida a participação da Imprensa, através de notas oficiais emitidas pelos dois times, e manchetes geradas pelo moderador, buscando dar maior realismo a ambientação.

 

Com o inicio da simulação da Guerra das Falklands, um outro elemento de realismo foi incluído, com uma cobertura fictícia do conflito, com noticias abertas a ambos os lados sobre as operações de combate. As noticias geradas pelo nosso moderador, logo se juntaram 'notas oficiais' emitidas por ambas as forças, gerando uma interessante 'guerra de informações'.

 

- O Papel da Imprensa.

 

 

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