WW3: Introdução ao Cenário
   

World War III

   

Batalhas da WW3:

 

- Voltar

 

- Gulf Escort.

 

- Agressão no Norte.

 

- Atlântic Shield.

 

- GIUK TRAP.

 

- Fernando de Noronha.

 

- TO Falklands.

 


 
 

 

O pior de todos os pesadelos.

 

Na Ilustração: lançadores móveis de Mísseis Balísticos Intercontinentais em ação em algum lugar no território Soviético!

 

Terceira Guerra Mundial?

Muitos podem estar nos achando malucos em "brincarmos" com um assunto tão sério, afinal durante a Guerra Fria este era o maior pesadelo de todos: uma confrontação nuclear em escala global.

Porém, nossa opção foi a de simular um conflito de escala global, com Teatros de Operações dispersos em diversos continentes (que envolvendo diversas nações) caracteriza um conflito mundial. Apesar de termos um confronto entre forças Soviéticas e Americanas, as quais contam com vasto arsenal nuclear, estes serão deixados de lado concentrando as batalhas no emprego de meios bélicos convencionais onde as habilidades e estratégias de cada grupo serão mais importantes que a simples capacidade em arrasar com o inimigo

'Cogumelo' formado após a detonação de uma ogiva de fusão nuclear (Vulgo "Bomba Nuclear"). Durante as decadas de conflito ideológicos entre ocidentais capitalistas e orientais comunistas esta cena representava o maior de todos os pesadelos da humanidade.

empregando uma ou duas bombas nucleares.

 

O começo de tudo:

No primeiro trimestre de 2003 nosso moderador (Paulo Muselli) deu o primeiro passo para tornar possível esta simulação, 'recrutando' em listas de debates e fóruns da Internet pessoas interessadas em participar de uma simulação baseada no Harpoon  IV (para maiores detalhes consulte a seção Introdução). Uma vez formados os grupos que se enfrentariam, entre comandantes da OTAN e da Federação Russa o cenário inicial foi apresentado e uma após a outra novas batalhas foram sendo travadas em sucessão. Buscando dar um maior nível de realismo, o cenário também foi evoluindo, gerando um clima de crescente tensão entre as nações, evoluindo até o atual estágio em que estamos vendo nossas batalhas se desenrolarem. Nesta seção iremos apresentar detalhadamente os bastidores de nossas batalhas, sempre lembrando que por se tratar de um cenário dinâmico, e diretamente ligado aos resultados de cada batalha, ainda não sabemos qual será seu final. Devemos ainda frisar que nossa linha cronológica se inicia em setembro de 1996, e por isso alguns acontecimentos como a 'Guerra contra o Terror' não fazem parte de nossas simulações.

 

Panorama político em 1996.

 

Organização das Nações Unidas: Criada ao final da Segunda Guerra Mundial, sua mais importante missão é a de mediar conflitos e manter a paz mundial.

 

Com o fim da União Soviética após a queda do Muro de Berlim, acreditava-se que um conflito global era algo que jamais seria visto e que sob a mediação da Organização das Nações Unidas, pequenos conflitos regionais (como os comuns na África ou mesmo guerras como a Guerra do Golfo em 1991) seriam rapidamente solucionadas.

Enganos a parte, se a OTAN emergia como única aliança militar do planeta, o que restara da Rússia ainda detinha poder o bastante para ameaçar sua hegemonia. Se visivelmente o que se vislumbrava era um futuro pacifico, nos bastidores a realidade era outra: costurando novas alianças a Federação Russa aos poucos buscava recuperar seu poder político global e não tardaria a ir de encontro aos interesses de americanos e europeus.

O ano se 1996 se inicia com o mundo se vendo politicamente dividido e as relações diplomáticas se tornam cada vez mais tensas.

Após a Primeira Guerra do Golfo (janeiro de 1991) o Iraque havia perdido muito de sua capacidade de combate e havia deixado de representar uma ameaça às nações vizinhas. Porém, ao aliar-se aos russos aos poucos começou a recompor sua capacidade bélica (graças aos vetos no Conselho de Segurança da ONU por parte da Rússia) sem que os americanos nada pudessem fazer.

Se o ano de 1996 assistiu a um crescente fortalecimento das forças militares de ambos os blocos, e intensas disputas diplomáticas que não levavam a nada, o ano seguinte seria muito diferente.

Com o Kuwait sentindo-se mais uma vez ameaçado pelo Iraque, em fevereiro de 1997 (após mais uma vez fracassarem as tentativas junto a ONU de impedir um conflito) forças navais americanas adentram no

Escoltas norte-americanas visualizadas através do periscopio de um submarino durante exercícios militares.

Golfo Pérsico, tendo como destino o Kuwait, levando suprimentos a fim de dissuadirem Sadan Hussein em novamente atacar seu vizinho. Alheio a tal manobra americana (denominada Operação Freedom Shield) o Iraque alia-se ao Afeganistão e desafia as forças americanas ao atacar

(em 29 de fevereiro) o pequeno comboio americano. Na breve batalha as forças atacantes são dizimadas e fica claro que as relações políticas irão deteriorar-se rapidamente.

Com a tensão crescente no Oriente Médio, o foco das atenções se volta para a Rússia, onde a grave crise econômica lavam o pais a mergulhar no caos político. Diante de tal realidade os militares assumem o poder e empossam um novo presidente civil (que só pode ser comparado a uma marionete) e inflamados discursos pela necessidade de uma nova saída para o Atlântico Norte ganham força. Ambicionando territórios na Polônia onde se encontram importantes reservas minerais e áreas industriais, um novo foco de tensão surge na Europa. Buscando legitimar a posse de tais territórios, a Rússia pleiteia junto a ONU, tendo como alegação se tratarem de áreas perdidas durante a Segunda Guerra Mundial aos poloneses.

Sem obter sucesso por vias diplomáticas, prontamente forças militares são estacionadas junto a fronteira polonesa, enquanto manobras navais são realizadas muito próximas ou mesmo em águas territoriais polonesas. Acuado, o governo polonês recorre a OTAN e solicita por apoio militar, a fim de que possa fazer valer uma zona de exclusão naval de 25NM a partir de sua costa, a qual vem sendo sumariamente desrespeitada.

Buscando evitar uma escalada maior na crise, a ONU proíbe que forças militares da OTAN sejam deslocadas para a Polônia, a fim de ampliar ainda mais ou mesmo gerar um conflito na região. Entretanto, uma pequena força de submarinos costeiros é enviada em segredo, a fim de repelir qualquer ação ofensiva por mar. Em 25 de agosto, forças navais da Rússia adentram na zona de exclusão e são prontamente engajadas pelos submarinos estrangeiros (Agressão no Norte). Uma vez que as forças russas reúnem provas de que forças da OTAN estão atuando em águas polonesas, prontamente denunciam a ONU tal violação, a qual repreende tal ação.

Mas antes que algo possa ser feito na arena política para impedir uma escalada maior na crise, as forças Russas se mobilizam e enviam reforços navais para a região através do Mar do Norte. Em resposta o alto comando da OTAN decide realizar um bloqueio na região da Falha GIUK empregando uma força de submarinos nucleares, na operação denominada Atlantic Shield. em 30 de agosto tudo indica que o próximo 'round' será travado próximo a costa da Noruega, enquanto a ONU tenta em vão impedir um novo atrito entre as duas forças.

 

A eclosão da Guerra:

 

Blindado BMP-2 das forças terrestres da Federação Russa avançando através de cidade arrasada pelos combates na Europa Central.

 

Antes mesmo que a frota inimiga seja detectada, na madrugada do dia 31 as forças da Federação Russa e seus aliados lançam uma grande ofensiva através da Europa central: forças blindadas apoiadas pela Aviação Frontal invadem a Polônia, Finlândia, Suécia, Noruega e Islândia (esta ultima em um assalto aéreo). Enquanto a Rússia mobiliza grande parte de suas forças navais em apoio ao Kuznestsov, a fim de alcançar o Atlântico Norte, as forças da OTAN também se mobilizam em enviam dois Grupos de Batalha de Porta-aviões e com o apoio de unidades baseadas na Inglaterra e Escócia as ordens são de encontrar e destruir o Navios Aeródromo inimigo e suas mais importantes escoltas (Operação GIUK TRAP).

Surpresos com a ofensiva inimiga, a OTAN ainda assiste a golpes contra os governos da Venezuela e Colômbia, bem como ao alinhamento de Brasil e Argentina com os Russos. Rapidamente a Islândia é ocupada, e em apenas quatro horas de combates, caem as defesas na Suécia, Noruega e Finlândia o que desarticula o sistema SOCUS.

Com o amanhecer, os primeiros contatos com as forças navais inimigas é realizado e entre as 09:30 e 10:30Hrs são travados os primeiros combates entre as duas forças no Mar do Norte. Com a confirmação de que a Noruega caiu em mãos inimigas, o alto comando decide atacar as principais bases aéreas, antes que estas possam ser utilizadas pelo inimigo para atacar o Reino Unido. Assim, as 10:17Hrs são disparados mísseis de cruzeiro Tomahawk desde submarinos e escoltas americanas e inglesas. Como alvos, as instalações em Alessund, Kristiansund, Trondhei e Boda) são

atacados.

Buscando abrir caminho para seus bombardeiros, a aviação de caça inimiga envia seus Flankers contra os caças aliados baseados nas bases da RAF na Escócia, e após intensos combates (que

No mapa, os territórios destacados em Vermelho e Azul mostram as nações alinhadas com cada força beligerante, enquanto as áreas em cinza mostras as nações ocupadas por forças da Federação Russa.

se estendem até por volta das 11:00Hrs) as forças defensoras, compostas por caças Gripen, Typhoon e Tornados são dizimadas.

 

Momentos dramáticos:

Incapazes em deter o avanço da aviação inimiga e, sem contar com um eficiente apoio de aeronaves de Alerta Aéreo, pouco antes do meio dia dois ataques marcam os combates: por volta das 11:53 bombardeiros Tupolev Tu.22M penetram nas defesas do Grupo de Batalha francês, e em dois ataques sucessivos destroem o NAe Charles de Gaulle e três de suas escolas. Pouco após este ataque, as bases da RAF em Lossiemouth, Brize Norton e Leuchars são bombardeadas, ficando fora de combate.

Apesar de alguns sucessos limitados em atacar forças navais lideradas pelo NAe Kiev (situada na costa norueguesa) com submarinos nucleares, até as 12:30Hrs as forças navais aliadas começam a retirar-se do combate, ainda mais quando o inimigo tenta (sem sucesso) realizar um ataque similar ao que destruiu os franceses, tendo como alvo o segundo Battle Group operando na região. Tendo o CVN George Washington como seu principal alvo, todos os atacantes são abatidos ou repelidos pelos sistemas AEGIS das escoltas americanas.

Oficialmente as operações de combate na região da Falha GIUK encerraram-se as 12:53Hrs de 31 de agosto, com a retirada das forças navais aliadas, o que permitiu que a frota inimiga tivesse livre acesso ao Atlântico.

 

Indecisão na Europa:

Os combates prosseguem na Europa, e rapidamente os combates chegam se deslocam para a Alemanha e paises baixos. Com as forças da OTAN sendo empurradas para o sul do território alemão, e a queda da Bélgica e Holanda, as defesas francesas falham em deter o avanço inimigo e o governo francês capitula com os combates na Europa se estabilizando.

Enquanto as forças remanescentes  lutam bravamente para defenderem a península Ibérica e a Itália, o foco das atenções se desvia para o Atlântico sul. Com o apoio brasileiro e argentino as forças da Rússia, indiretamente esta passa a ter controle sobre o tráfego marítimo que segue do Atlântico Norte e Mediterrâneo com destino aos Oceanos Índico e Pacífico, representando uma grave ameaça aos esforços de guerra aliados.

 

O Atlântico Sul:

Não restando dúvidas de que a ocupação do litoral nordeste brasileiro é vital para o esforço de guerra, a OTAN decide assumir o controle da ilha de Fernando de Noronha, como primeiro movimento antes de desembarcar forças no continente (tendo como alvo o estado do Rio Grande do Norte).

Organizando uma força naval composta por unidades navais Inglesas, Espanholas e Italianas, na madrugada de 10 de setembro o Grupo Tarefa (Operação Task Force InFerNo) encontra-se próximo a ilha e por volta das 03:30Hrs da madrugada pequenos embates entre caças AV-8 Harrier e caças brasileiros ocorrem (com baixas para os defensores). Sem encontrar a esquadra inimiga, as forças da OTAN avançam em direção a ilha, enquanto as limitadas defesas batem em retirada, não sem antes sabotarem as instalações e estruturas da ilha. Antes mesmo da alvorada, tropas aliadas desembarcam nas ilhas, assegurando o controle deste importante ponto.

Se Fernando de Noronha já está sob controle aliado, o mesmo não ocorre com as Falklands que, tendo sido invadidas por forças argentinas levam a Royal Navy a enviar um grupo de batalha composto por navios de segunda linha. Tal grupo tarefa aproxima-se das ilhas as 0:00Hrs do dia 17 de agosto. Ao contrário do que ocorreu com as forças Brasileiras, a oposição Argentina não tarda a se fazer presente. Após alguns breves combates entre patrulhas de caças, e embates entre pilotos e mísseis Sea Dart (operados por ambas as forças em Destroiers Type.42) as patrulhas aéreas encontram-se desgastadas.

para espanto das forças Britânicas, pouco depois das 02:15 da madrugada ocorre o primeiro ataque da aviação naval Argentina contra sua frota, empregando aeronaves Super Etendard, e tendo com alvo o HMS Glasgow.

 

Ataques suicidas:

 

Aeronaves A.4 Argentinos em ataque contra a HMS Broadsword, Fragata Type.22 equipada com mísseis anti-aéreos Sea Wolf e canhões 20mm.

 

Poucos minutos após o breve ataque com mísseis anti-navio, o Battle Group liderado pelo HMS Hermes se vê vitima de um ataque de dezenas de caças Dagger e A.4 empregando bombas 'burras' em ataques a baixa altitude, resultando em graves perdas para os navios aliados e principalmente para a aviação inimiga, quando muitas das aeronaves colidem contra o mar ou mesmo contra seus alvos! Como resultado, o HMS Sir Percival afunda, resultando na perda do 42Th Royal Marines. Em meio aos esforços para resgatar os náufragos, um covarde ataque contra um dos escaleres (pequeno barco auxiliar) do Sir Percival, causa indignação a qual se torna ainda maior quando um segundo ataque (realizado poucos minutos depois) atinge o restante das forças inglesas, e mais uma vez ataques realizados de maneira imprudente resultam em inúmeras colisões de caças com os navios.

 

Guerra de desgaste:

Após ambas as forças terem desgastado suas aviações nas primeiras horas de combate, a intensidade dos combates é reduzida e a maior preocupação se volta para a localização dos submarinos.

Porém, empregando o que restou de sua aviação de caça, os Ingleses detectam e atacam dois navios argentinos estacionados no canal entre as Ilhas Falklands (dois Type.69) resultando no afundamento dos mesmos.

Até o momento, os combates seguem indefinidos, e tão logo novas informações sejam obtidas e sua liberação permitida pelos comandos atualizaremos esta seção.

 

Destaques especiais:

 

- Ataque ao NAe CDG.

 

- Crimes de Guerra.

 

- Brotherhood Freedom.

 

- Operação Icosaedro.

 


O papel da Imprensa:

 

A partir da simulação da batalha pelas Ilhas Falklands, foi introduzida a participação da Imprensa, através de notas oficiais emitidas pelos dois times, e manchetes geradas pelo moderador, buscando dar maior realismo a ambientação.

 

Com o inicio da simulação da Guerra das Falklands, um outro elemento de realismo foi incluído, com uma cobertura fictícia do conflito, com noticias abertas a ambos os lados sobre as operações de combate. As noticias geradas pelo nosso moderador, logo se juntaram 'notas oficiais' emitidas por ambas as forças, gerando uma interessante 'guerra de informações'.

 

- O Papel da Imprensa.

 

 

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