27 - "Você é a alma do negócio" ((Nação Zumbi)

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Alexandre Matias

 

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depois da Praia
E se você acordasse e não encontrasse ninguém?

Danny Boyle resolveu brincar com a extinção da raça humana. Seu Extermínio, que eu vi terça passada quase por acaso, fala do vírus de uma raiva mutante que é posto em ação depois que terroristas (americanos e hi-tech, numa alusão entrelinha ao verdadeiro terrorismo) tentam seqüestrá-lo. 28 dias depois (que é o nome original do filme), um sujeito acorda num hospital londrino e, para sua surpresa, não encontra ninguém. Em cenas que foram realizadas na própria cidade de Londres, o solitário caminha pelas ruas vazias de uma cidade recém-fantasma.

O que vem a seguir é muito pior do que se pode esperar. O trailer deve indicar algo (não vi), mas para não estragar a surpresa, seqüencio apenas algumas referências que se seguem no decorrer do filme: o azul das cinco da manhã, guerra civil canibal, milícias paramilitares, Resident Evil, evacuações em massa, bunkers improvisados, pilhas de mortos, Evil Dead, contaminação instantânea, pessoas mortas a sangue frio (uma criança, inclusive), farra num supermercado, clero irascível, chão macio, Manchester em chamas, A Noite dos Mortos Vivos, dedo no olho, drogas, estupro, loucura, o vermelho mais assustador desde Suspira, do Dario Argento, e uma mini-aula de como filmar uma explosão de outro jeito (se não o hollywoodiano). Algumas destas referências aconteceram antes da história principal, outras são o próprio assunto. Um filmão, grande oportunidade pra começar o 2003 cinematográfico com o pé direito (apesar da produção ser de 2002).

Boyle é um puta diretor. Já trabalhou com suspense (Cova Rasa), indie-cool e heroin-chic (Trainspotting) e comédia romântica (Por um Sentido na Vida) e, depois destes três primeiros filmes, trocou o roteirista John Hodge pelo ótimo escritor Alex Garland, cujo livro A Praia, foi adaptado por Boyle em sua grande entrée no cinemão americano. Um belo filme, não fosse a presença esforçada de Leonardo di Caprio, que fez com que a indústria transformasse o filme no "próximo Titanic" e o sentenciasse com o rótulo do fracasso para os padrões blockbuster.

Mas se o roteiro de Garland filosofava e falava dos limites das relações humanas num paraíso natural utópico, desta vez ele prefere descer às profundezas animais do homem na selva de pedra. Algumas cenas remetem diretamente ao 12 Macacos do Terry Gilliam (sim, Extermínio é MUITO quadrinho) e as comparações homem/animal são levadas ao extremo. Junto com elas, todo o imaginário típico de filme de terror surge com uma força surpreendente - e racional. Assim, agentes óbvios e lúdicos do horror cinematográfico surgem factuais e plausíveis: assassinos cerebrais, carnificina, mortos-vivos, possessão demoníaca, canibalismo, mortes brutais, a noite assustadora - tudo é justificado e mete medo.

A idéia do filme lembra o velho Quiet Earth, grande filmeco que eu vi na época da Eko Vídeo (quem viveu em Brasília nos anos 80 sabe que a Eko era a melhor locadora do Brasil, de longe) e ninguém nunca tinha ouvido falar. Mas se o cataclisma cósmico que surrupiou todos os humanos do planeta no filme de 85 (não) tem explicação sobrenatural, Boyle usa nossos checadores de realidade oficiais (a mídia, a ciência e a política) para deflagar um worst-case scenario para todo o globo.

Mas, por trás de toda a violência e pânico, Extermínio faz pensar. Afinal, todo o roteiro pode ser encarado como uma grande metáfora - estamos sós o tempo todo, cercado por estranhos que parecem conhecidos e que podem acabar com a sua vida só por você ser você. Mais: a raiva que toma conta do planeta pode ser observada de forma meta-metafórica: estamos tomados por raiva e por um sentimento egoísta que faz com que tentemos apenas sobreviver. Uma raiva contagiosa, epidêmica.

Pelo correr do filme, mais metáforas - algumas sutis (a igreja, a falência do governo, o supermercado, as luzes de natal), outras nem tanto (a fragilidade da corporação militar, o desapego para com a família), quase todas acenando para o cerne do pensamento hobbesiano, "o homem é o lobo do homem".

Se critica a civilização, no entanto, Boyle elogia a raça humana e sua esperança (ou insistência) em continuar vivo - e feliz. Num travelling surrupiado do final de Blade Runner (por sua vez surrupiado, literalmente, de O Iluminado), o diretor confirma sua simpatia para com a própria espécie.

Não perca. Não sei quando estréia, mas você não veio aqui pra saber sobre isso.

talagadas
Random tidbits sobre porranenhuma

Reação?
Tava relendo o "O Que é Punk?" do Antonio Bivar e veja como a distância histórica pode mudar conceitos: ele via a discoteca como uma reação da indústria ao punk, comparando-a com a alta costura em relação ao existencialismo parisiense dos anos 40. Tudo bem, não fossem duas coisas: a reação da indústria ao punk chama-se "new wave" (que causou outra reação seqüencial, só na Inglaterra, o pós-punk); e a discoteca era a reação da indústria à incipiente cena noturna nova-iorquina, que começava a aceitar homossexuais, negros e chicanos na buena. Antes que aquilo se tornasse tendência, o conservadorismo americano enjaulou aquele padrão dentro de suas rédeas. Logo, o protótipo daquela cena, os DJs descendentes de italianos, adolescentes e bissexuais, se transformavam num tipo machista, competitivo, individualista e ególatra - encarnado no novo garoto-prodígio do cinema americano, John Travolta. E a música, rica, plural, global e plurirrítmica, se resumia ao esgar falseteado de um trio de australianos que começou imitando os Beatles, os Bee Gees. Ou seja, retendo conceitos e mudando nuances, o Tio Sam transformou o punk gay na nova Coca-Cola. Assim, colocava os roqueiros (juntando progressivos e punks no mesmo balaio) contra os bichas ao mesmo tempo em que lançava a pedra fundamental para a decadência das gravadoras. Resumindo a ópera: pense sempre duas vezes quando começar a odiar algo propalado pelo sistema. Estão te fazendo odiar outra coisa.

F for fake
Não bastasse isso, o roteiro do filme foi baseado na série matérias publicadas na revista New York. Escrita por Nik Cohn, "The Tribal Rites of Saturday Night" (excelente leitura, recomendo) acompanha os passos Vincent, um dançarino noturno filho de italianos e líder da gangue Faces, que saía para arrasar os outros - na pista ou na briga. O detalhe é que toda a matéria foi inventada da cabeça do autor, como o próprio Nik Cohn, revelou, vinte anos depois.

Kubrick com Meddle
Funciona. A cena final de 2001 ganha uma versão elétrica, o quarto 237 d'O Iluminado vira pura poesia e A Laranja Mecânica te submete ao mesmo tratamento de Alex. É sincronizar vídeo e disco, entrar no clima e ir, sem precisar rezar pra São Jung.

Já que eu falei em pós-punk...
Se ano passado foi o dub e o electro, esse é o ano do pós-punk. Comece a baixar o Entertainment! do Gang of Four, o Deceit do This Heat, o Seven Songs do 23 Skidoo, o A Bronx Tale das ESG, o Cut do Slit, o disco das Raincoats e tudo que você conseguir baixar do PiL. Só pra esquentar.

Teenage Fanclub no Brasil?
Esse papo é o novo "Sonic Youth no Brasil". Ou seja: um dia rola. Até lá, toda precaução é recomendada...

Potshead
A Beth Gibbons canta e a tensão da voz dela deixa ainda mais espessa a nuvem de fumaça branca. Faz sol. Rasta-noir? Nah. "Funny Time of the Year" lembra Casino ao vivo.

Perguntar não ofende
Cadê o crime organizado? Cadê o comércio fechado? Cadê o Fernandinho Beira-Mar?Comece a reparar: esse povo sai da toca na hora em que outros assuntos começam a aparecer.

Imagine...
A boataria já fala em dois nomes de peso, um fodão (New Order) e um fodinha (Wilco) para um festival ainda neste semestre.

Falando em festival...
O Rec Beat promete: em pleno carnaval, ele reúne bambas da velha guarda (Hermeto Paschoal, Mulheres Negras, Elza Soares, Itamar Assunção), locais de peso (Lenine, Siba, Devotos, Cordel do Fogo Encantado, Mestre Ambrósio, Nação Zumbi, DJ Dolores), a fina flor do glôbal (Regis Gisavo, Free Hole Negro, Gaiteiros de Lisboa), o lado roots (a guitarrada de Belém e o encontro de mestres pernambucanos), os DJs do Groove Armada e experimentalistas de renome (Rebeca Matta, Rogério Skylab, Mike Ladd). Vale cogitar o carnaval em Pernambuco.

Anotaí
Em fevereiro tem shows solo de John McEntire (Tortoise), Kurt Wagner (Lambchop), Mark Eitzel (American Music Club) e Scott Heren (Prefuse 73), todos no mesmo evento, em São Paulo.

Que Prefuse 73?
Não conhece? Pegue o tracklist do Vocal Studies + Uprock Narratives aqui e coloque o seu programa P2P em ação. Não dá pra se arrepender.

Knowing Me, Knowing You
"Sejamos francos, ninguém conhece ninguém. No máximo, na melhor da hipóteses, o que se pode ter é isso aí: um punhado de estatística" (Ivan Lessa)

Da série "Como é que eu não pensei nisso antes..."
"Ô-ho, a gente dá certo!", Sandy & Júnior

Vamo combinar?
Teoricamente, Trabajo Sulho novo toda quarta. Às vezes, antes. Às vezes, depois. Ou beeem depois.

cut+paste
Citar é fácil

OBSESSION WITH THE NEW
To demand that information tell the truth is to revert to a pre-industrial mode. Today there is no reality, or everything is real and everything is unreal. Today the object no longer refers to the real nor to information . Both are already the result of a selection, a montage, a taking of views. The role of messages is no longer infor mation but a testÑof success at inter preting acording to the code for the perpetuation of the code. Thus the CONTROL problem is not one of surveillance, propaganda or paranoia. It is one of sub jective influence, consent and extension to all possible spheres of life.

Sob má influência
No começo, eu tinha o "Sucesso do Inconsciente. "Cantava "Cozinho de Noite" e minha mãe ficava horrorizada, ensinava "O Monstro Macho" pras amiguinhas da escola (depois conheci e pirei), reconheci "Johnny Pirou" do filme "De Volta Para O Futuro" (perdoem-me, mas aos 7 anos eu podia jurar que a música era do Marty McFly), adorei os topetes e as caras de bons-moços apesar das letras podronas, amei "A Surra", "O Velho Tubarão" e "Menino Justiceiro", muito mais do que "Matinê no Rian", que tocava em todos os lugares. Eu queria rock. Droga, foram eles, eu sei.

Depois ganhei o "Cem Anos de Rock'n'roll". Que mané "Suga-suga", maior música de novela, o que me atraiu foi a capa, a piada monga do título (Cem anos? CEM ANOS??????), já reconheci as originais de "O Monstro" e de "Papa Umama", me identifiquei totalmente com "O Bom e Velho Rock'n'roll", adorei "O Escorpião Escarlate" (olha o trago, aos 12 ou 13 anos eu já ia ao cinema pra ver Ivan Cardoso, o filme é de 1983 mas passou no Cinema da UFF depois), tudo errado, tudo errado. Avellar Love, Selvagem Big Abreu e Bob Gallo já tinham virado influência maligna na minha coleção de discos, na minha lista de filmes prediletos, naquele quadro com dois topetudos e um Cadillac cor-de-rosa que eu tinha no quarto.

Quando eu devia ter uns 14 ou 15 anos, então, meu pai cometeu o crime de me levar no meu primeiro show-de-rock-fora-de-Niterói: Love & The Lovers, a banda de covers clássicas dos anos 50, capitaneada por Avellar Love, no Circo Voador. Crime sim, porque junto veio A Grande Trepada, Gangrena Gasosa e uma performance toscona do Zé do Caixão. A Lia que meus amigos conhecem já dava claros sinais de existência. Ferrou, sabe? Ferrou.

Daí foi só ladeira abaixo: consegui finalmente o vinil de "Além da Alienação" e, já com maturidade suficiente pra entender o quanto eles eram escrotos (é a melhor palavra pra definir), pude degustar com prazer o primeirão, "Os Grandes Sucessos de João Penca e Seus Miquinhos Amestrados", de 83, quando a banda eram oito caras (e por pouco Léo Jaime não era o nono miquinho), que tem participação de Ney Matogrosso cantando "Calúnias" ("Telma eu não sou gay"), que tem versão de "Teddy Bear" do Elvis ("Me deixa ser o seu ursinho" é tão pureza..) e de "In The Mood" (bicho, "O Edmundo" é a melô da perdeção de linha, é o popular sem-noção, é genial). Aqueles backings de doo-wop, aquelas letras toscas, a assinatura disléxica do Leandor na capa, os comentários do Avellar no meio de "O Sincero", tudo foi fazendo sentido pra mim.

Media Misrepresentation of Milosevic's Words
This is how a myth is constructed: we hear the same story everywhere. The repetition of the story convinces us that the story has been confirmed. But, of course, repetition is hardly confirmation. If it were, every urban legend would be true.

It is important to pause and reflect on what this means. If the media can lie so blatantly about what Milosevic had said in 1989, and if they do it consistently and across the board, something is wrong.
The question is: *how* wrong?

The US government obviously has an interest in demonizing the people it bombed. Although its own translation of the speech is a rebuke to how the speech has been portrayed, we should not expect the US government to criticize the misinformation. This is unjustifiable, and corrupt, but not unexpected.

Explaining the behavior of the BBC, on the other hand, is not so easy. The BBC is not the US government. Its role is supposedly to give us the truth, as best it can. Moreover, the BBC is supposed to be in competition with other media outlets. Since the BBC *translated the speech*, they were in a position to lay bare that what was being written about the speech was misinformation. They have not done it, and this is a very serious sin of journalistic omission.

If only this was their biggest sin!

"São todos pródigos e perdulários"
"Em primeiro lugar, é bom saber que a crise é muito maior do que os leitores imaginam. Essas empresas, a Globo, Abril, O Estado de S. Paulo, Gazeta Mercantil, etc. estão todos a beira do desastre total. A Globo, sozinha, deve dois bilhões de dólares. De dólares! As razões dessa crise são de duas naturezas. A primeira é que existe uma mania de grandeza voltada para um consumismo grosseiro. Por exemplo: jornais a cores, na quantidade que temos no Brasil, não existem em nenhuma outra parte do mundo. Os melhores jornais do mundo são em preto e branco. The New York Times, Corriere Della Sera junto com o La Repubblica, são todos em preto e branco. Alguns jornais ainda fazem a capa colorida, para chamar a atenção na banca - mas só a capa! Depois, veja essas sucursais de Brasília. Com o número de repórteres que eles têm lá dava para fazer umas cinco redações. Se bem que agora, por causa da crise, não é mais assim. Agora só dá para fazer duas redações. Esses chamados grandes da mídia, para mim, são mínimos. Aqui na Carta Capital temos 13 profissionais do jornalismo, ao todo, contando comigo. Todos eles, os donos da mídia, foram pródigos e perdulários, motivados pela busca de Ibope e tiragem. E essa busca também é culpada pela enorme vulgaridade que vemos hoje no noticiário. O jornalismo italiano, que eu conheço bem, é muito comedido nos gastos. Não existe essa diferença de salário astronômica. Eu sei que o Mario Sérgio Conti, quando foi para o JB, foi para ganhar 70 mil por mês! E com uma luva que o cobria em um milhão e meio de reais! Isso não existe em lugar nenhum do mundo"

The war against movie critics
The real answer, I think, and the real subtext of his article, is that if a movie isn't released by a major studio, if it's foreign or independent, it isn't worth your time. Insisting that it is proves you're an elitist snob. If Samantha Morton stars in a movie by Allen or Spielberg, it shows up on Bart's radar. If she stars in a movie by Lynne Ramsay, it's obscure and elitist.

It seems that the one thing Bart cannot tolerate is a diversity of opinion. Quoting Newsday critic John Anderson's contention that the diversity of movies given awards by critics' groups has blunted critics' impact on the Oscar race (which never amounted to much), Bart suggests that critics prove their unreliability by offering different opinions on which movie is the best of the year. It doesn't occur to him that a moviegoer might see that diversity of opinion as offering an array of movies to check out. When you consider the movies that have won the recent round of critics awards -- "Chicago" from the Dallas-Fort Worth critics and the New York Online Film Critics; "About Schmidt" from the Los Angeles critics; "The Pianist" from the National Society of Film Critics and the critics in Los Angeles and Boston; "Far From Heaven" from the New York critics -- it simply blows away Bart's argument about critics championing movies no one else has heard of.

At this point, it might be useful to consider just who Peter Bart is. Before becoming editor in chief of Variety, Bart was a production executive at MGM and Paramount. His own contributions to the art of movies include producing "Revenge of the Nerds II" and the Rob Lowe hockey drama "Youngblood." It may be more pertinent to his arguments to note that he also appeared as himself in the 1998 movie "Junket Whore."

Clearly, this is a man who has never left the mind-set of studio executive behind. And he is precisely the wrong man to attempt to address the question he does, "What purpose do critics serve?"

Sou herege?
Prazer para alguns, tortura para outros, a música acabou reacendendo uma polêmica que volta e meia volta à cena com alguma música de sucesso: a das mensagens satânicas escondidas. O refrão da música (o intraduzível "Aserehe ra de re/ De hebe tu de hebere seibiunouba mahabi/ An de bugui an de buididipi") já foi acusado de ser uma invocação demoníaca, o Padre Quevedo já foi chamado para se meter no assunto e até um pastor evangélico (ou coisa parecida) andou aparecendo para dizer que a tal expressão "aserehe" significaria "eu sou herege". Que que é isso?

A título de informação: a música do Rouge, caso você ainda não saiba, é uma versão em português do sucesso espanhol "Aserejé", cantado pelo grupo de meninas Las Ketchup - o grupo assim se chama porque é formado pelas três filhas do guitarrista flamenco Juan Muñoz, conhecido como Tomate (sério!). O que pouca gente se tocou é que o refrão da música nada mais é do que uma corruptela da letra de "Rapper's Delight", do grupo Sugarhill Gang. A letra, no original espanhol, fala de um dançarino chamado Diego que adora essa música, mas não sabe direito inglês - num esquema meio "I Saw You Saying", dos Raimundos.

Portanto, fica difícil falar de mensagens cifradas num caso desses, diante dos fatos (até porque um "herege" na visão da igreja não chamaria a si mesmo de herege...). Agora, não é de hoje que as "denúncias" sobre esse tipo de mensagem chamam a atenção de quem é chegado numa teoria conspiratória. Se você chegar para qualquer músico que tenha sido acusado de colocar mensagens ao contrário em seus discos, provavelmente ele vai negar tudo. Mas tem coisas que parecem por demais evidentes. Quem já deu uma escutadinha em "Over The Hills And Far Away" do Led Zeppelin e escutou um "Satan's really lord" sem margem de dúvidas sabe disso... E há quem leve isso a sério.

Group Think
We are inclined to think that genuine innovators are loners, that they do not need the social reinforcement the rest of us crave. But that's not how it works, whether it's television comedy or, for that matter, the more exalted realms of art and politics and ideas. In his book "The Sociology of Philosophies," Randall Collins finds in all of known history only three major thinkers who appeared on the scene by themselves:the first-century Taoist metaphysician Wang Ch'ung, the fourteenth-century Zen mystic Bassui Tokusho, and the fourteenth-century Arabic philosopher Ibn Khaldun. Everyone else who mattered was part of a movement, a school, a band of followers and disciples and mentors and rivals and friends who saw each other all the time and had long arguments over coffee and slept with one another's spouses. Freud may have been the founder of psychoanalysis, but it really began to take shape in 1902, when Alfred Adler, Wilhelm Stekel, Max Kahane, and Rudolf Reitler would gather in Freud's waiting room on Wednesdays, to eat strudel and talk about the unconscious. The neo-Confucian movement of the Sung dynasty in China revolved around the brothers Ch'eng Hao and Ch'eng I, their teacher Chou Tun-i, their father's cousin Chang Tsai, and, of course, their neighbor Shao Yung. Pissarro and Degas enrolled in the École des Beaux-Arts at the same time, then Pissarro met Monet and, later, Cézanne at the Académie Suisse, Manet met Degas at the Louvre, Monet befriended Renoir at Charles Gleyre's studio, and Renoir, in turn, met Pissarro and Cézanne and soon enough everyone was hanging out at the Café Guerbois on the Rue des Batignolles. Collins's point is not that innovation attracts groups but that innovation is found in groups: that it tends to arise out of social interaction—conversation, validation, the intimacy of proximity, and the look in your listener's eye that tells you you're onto something. German Idealism, he notes, centered on Fichte, Schelling, and Hegel. Why? Because they all lived together in the same house. "Fichte takes the early lead," Collins writes,

Fofos no inferno
O fofo [fodido-folgado] é um escravo que aprendeu com o dono a ser abusado – mas sem aprender a ser senhor de nada, nem da sua própria vida. O presidente Lula é um anti-fofo. Ele nasceu pobre, mas olhou para a nossa elite lamentável, e dever ter dito: “Ih, ó os cara”. Não ficou “revoltado” de dar chilique, nem virou vereador corrupto de um partido fofo, tosco e oportunista. Ele tomou o poder. Espero que isso nos inspire.

matias
psychedelic
breakfast

Três considerações pela manhã

R&S: "Tive uma grande idéia!"
SSU: "Aquele homem tentou matar meu papai!"
MG: "Pictures of Lily, make my life so wonderful"

emblog
Pensando com a cabeça dos outros

11/01/2003 21:27
o posto nove, na praia de ipanema, tem um bandeirão do pt que ainda teima em balançar neste primeiro verão de rosinha no governo do rio de janeiro.

a zona sul era ostensivamente pt durante a campanha eleitoral. continua assim. a conversa pelos bares de cá ainda diz rosinha não mesmo depois da catástrofe confirmada e empossada, o vento que levantava ondas imensas hoje rosnava rosinha não, as belezas insuperáveis e indiscritíveis de toda a cidade que desembocam invariavelmente no posto nove de ipanema pra bronzear aquilo tudo que a gente sente que vive pra ver quando vê, daquelas bocas sai as vezes um rosinha não sem querer, no meio da conversa, ato falho, como se fosse possível voltar no tempo.

foi por isso que, quando a pm desceu a porrada com cacetetes e sacou revólveres no posto nove no final da tarde de hoje, batendo em fotógrafos, no público que assistia a um show e em quem estivesse parado por perto, aderimos logo à idéia de que aquilo só podia ser vingança da governadora contra uma área que continua e continuará, cada vez mais, a rejeitá-la.

primeiro, chegaram cinco deles. com os cacetetes na mão, pararam bem em frente à nossa pacífica barraca. não, não estávamos fumando. eu lendo, joão paulo olhando o pôr-do-short (fenômeno da natureza que paralisa a população masculina ao final de um dia de praia, quando as moças sobem lentamente seus shorts, dando aquela reboladinha na hora de encaixar um pedacinho de pano mínimo num quadril enorme), tudo na mais santa paz e sem fumaça de ilegalidade. mas lá estavam eles, cinco palhaços, sacudindo seus cacetetes como que excitados com a possibilidade de criar alguma confusão. fez-se um silêncio tão morto, tão cinza em toda praia, que nem parecia o fim de uma tarde de sol.

temos um amigo, o joão pequeno, que todo mundo que estuda na ECO deve conhecer; joão pequeno, repórter policial, defende a tese de que pm bom é pm morto e que a diferença entre eles e os bandidos é nenhuma. apenas um parêntese de radicalismo, pois ainda tô revoltada pacas.

voltando ao assunto, os cinco palhaços decidiram que do nosso mato, ou barraca, não saía coelho, e foram circular. logo depois, começou ali, do nosso lado, um showzinho patrocinado por uma rádio fm. o público sentou no chão, todos cantando as musiquinhas, final de um dia de praia feliz em que, apesar de o helicóptero dos salva-vidas não ter parado um segundo só de içar imbecis que teimavam em nadar longe no mar bravo, ninguém se afogou. queijinho coalho pra lá, cervejinha pra cá, começam os assobios. a praia inteira assobiando. era a polícia que se aproximava do local do show e começava a caminhar entre o público com seus cacetetes na mão. foram vaiados. abordaram gente que fumava. mais vaias. os fotógrafos presentes começaram a registrar as primeiras investidas mais brutas da pm. e aí, amigo, o cacete comeu solto. joão, que tava assistindo ao show, quase apanha também. por estar parado próximo ao começo da porradaria. assim, sem distinção. um fotógrafo apanhou porque não quis entregar a câmera, o público reagiu jogando coisas e vaiando a polícia e aí a coisa se tornou generalizada. porradaria indiscriminada, ficou parado perto, apanha.

não parou aí. chegou reforço. camburões, mais pm de shortinho, camiseta, cacetete e até com revólver na mão, o que a pm não pode portar na praia. a essa altura, claro, o show já tinha parado, as pessoas jogavam garrafas de plástico cheias de areia e água contra a polícia, a polícia descia o cacete em mais alguns magrelos e a confusão começou a se movimentar como um arrastão na direção da nossa barraca. quem não estava preparado, teve que correr e deixar as coisas pra trás. nós já tínhamos recolhido as nossas coisas e olhávamos mais ou menos à distância, vendo até côcos voando. os pms, agora muitos, até os que não eram de praia, tentavam levar preso um homem, que já tinha a camisa toda rasgada (por eles). o povo tentava impedir. a praia inteira vaiava a pm. uma turba odiava a pm. libertaram o homem e pegaram outro. formaram um cordão em torno dele, que ficou ajoelhado na areia, com os braços presos atrás. daí, não vimos mais nada. a gritaria continuou, o povo não arredou o pé.

e a gritaria vai continuar. vai continuar enquanto a tática de repressão às drogas, apoiada por rosinha, ultrapassar os limites da imbecilidade concebíveis, reprimindo o consumo com violência - ou a suspeita de consumo - e deixando as bocas-de-fumo e os traficantes graúdos em paz. claro, eles são armados e malvados. os playboys, desarmados e "relaxadões". muito mais fácil trabalhar assim, como diz o joão.

rosinha quer instituir o verão do terror. pena que não é contra os criminosos.

Ciça

19:52
- Por que você é tão agressivo?
- Eu. Ah, vai te foder.
- Dá a impressão de que você é muito triste.
- Claro, claro. Olha a minha cara de Bambi, olha...

Rafainc.

Assisti toda a festa da posse pela TV ontem.
E aguardei ansiosamente pelo momento crucial.

A hora em que Lula estivesse discursando no parlatório e então despontando no céu 2 pontos vermelhos desceriam lentamente sobre a plataforma tocando seu solo no instante em que Lula com expressão alterada de "Senhor nádegas" para "Lulinha sangue-nos-óios" segura uma cimitarra no pescoço de José Alencar ameaçando degola-lo. Então os dois pontos se mostrariam sendo 2 para-quedas trazendo Fidel Castro e Hugo Chavez que ririam maléficamente enquanto berram "WAAHAHAHA!!! ESTA PIÇONGA PERTENCE A NOSOTROS!!!"

Então os três num acesso de exaltação incontida esquartejariam o corpo do vice-presidente e de sua esposa, jogando seus pedaços para os lados para delirio do povo que se acotovelaria disputando necos de carne neo-liberal para guardar como souvenir.


Lula então, inteiramente sujo de sangue pegaria o microfone, e em meio ao silêncio da espectativa do povo, com a dicção que lhe é característica diria "ASEREHE RÁ DE RE DE REBETU DEHEBERE SEIBIUNOUBA MAHABI ANDEBUGUI ANDEBUIDIDIPI". O que em lingua de gente significaria a nova ordem do socialismo mundial. O socialismo da ragatanga.

A cerimonia terminaria, e juntos eles apresentariam a todos sua arma secreta de resistência a politica neo liberal externa; um androide gigante produzido nos anos 80 a partir de genes provenientes dos cabelos de Marx, Trotsky, Lenin, Tche, Mao e do geriátrico ator Leslie Nielsen. Um temível-monstro máquina com a musculatura incrivelmente hipertrofiada, bazucas de plasma no lugar dos braços e tesouras perigosamente afiadas no lugar das pernas. Ele seria carinhosamente chamado de "A terrivel, violenta e grande máquina brutal do socialismo ditadora da nova ordem mundial e destruidora do cosmos".

Mas infelizmente nada disso aconteceu.
Mó merda.
Coisado por Xixa

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50 de 2002
Aos poucos eu vou
colocando as resenhas

  1. In Search of... - N*E*R*D

  2. Nação Zumbi - Nação Zumbi

  3. Blazing Arrow - Blackalicious

  4. The Private Press - DJ Shadow

  5. The Eminem Show - Eminem

  6. Ciclo da De.Cadência - Cidadão Instigado

  7. Cinema Auditivo - Wado

  8. Deadringer - RJD2

  9. Playgroup - Playgroup
    O Roxy era uma boate nova-iorquina que queria reinventar o princípio da disco num ponto de vista entre o electro, a new wave, o hip hop e a world music. O Playgroup é como um parque temático musical sobre o Roxy. Sem soar retrô.
  10. Nada Como Um Dia Após o Outro Dia - Racionais MCs

  11. Fantastic Damage - El-P

  12. Mind Elevation - Nightmares on Wax

  13. Start Breaking My Heart - Manitoba

  14. Geogaddi - Boards of Canada

  15. Angles Without Edges - Yesterday's New Quintet

  16. Antigamente Quilombos Hoje Periferia - ZÁfrica Brasil

  17. EP - Casino

  18. In Between - Jazzanova

  19. Murray Street - Sonic Youth

  20. All of the Above - J-Live

  21. Walking With Thee - Clinic

  22. Contraditório? - DJ Dolores

  23. Scorpio Rising - Death in Vegas

  24. Evil Heat - Primal Scream

  25. Sea Change - Beck

  26. Concrete Dunes - Grandaddy

  27. Outubro ou Nada! - Bidê ou Balde

  28. As Heard on Radio Soulwax, Pt. 2 - 2 Many DJ's

  29. Are You Passionate? - Neil Young

  30. Amanhã É Tarde - Fellini
    A maturidade fez a dupla Cadão e Thomas perder um tanto da espontaneidade ingênua que era um dos charmes do grupo. Mas com ela, veio uma segurança musical inédita, colocando o Fellini ao lado de seus contemporâneos europeus. Para exportação.
  31. Out of Season - Beth Gibbons & Rustin Man

  32. Yoshimi Battles the Pink Robots - Flaming Lips

  33. Kittenz and thee Glitz - Felix da Housecat

  34. Handcream for a Generation - Cornershop

  35. Coleção Nacional - Instituto

  36. Combatente - Stereo Maracanã

  37. Original Pirate Material - The Streets

  38. Déjà-Vu - Metrô

  39. Gerador Zero - Gerador Zero

  40. Life On Other Planets - Supergrass

  41. I Might Be Wrong - Radiohead

  42. Hate - Delgados

  43. Title TK - Breeders

  44. Panzertúnel - Objeto Amarelo

  45. The First Album - Miss Kittin & The Hacker

  46. Now You Know - Doug Marstch

  47. Come with Us - Chemical Brothers

  48. Disco novo - Kiko Zambianchi
    Um pouco de rock anos 80, um pouco das melodias do Teenage Fanclub, um acabamento Gallagheriano. Tudo que o Astromato devia ter tentado, se quisesse ir para a rádio.
  49. Yankee Hotel Foxtrot - Wilco

  50. Everyone Who Pretended to Like Me Is Gone - Walkmen
    Um dos poucos clones do Radiohead que não lembram o Toto.

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